Paraná
Com nocautes, paranaenses se destacam no principal torneio de kickboxing do País
Os paranaenses foram destaques no WGP Kickboxing 73, evento de maior relevância da modalidade no País, disputado neste sábado (23), no Complexo Esportivo Tarumã, em Curitiba. O público pôde conferir 20 lutas. A principal confirmou a hegemonia de Petros Cabelinho no esporte. O curitibano, campeão dos meio-médios, garantiu mais uma defesa de título ao nocautear Marcio de Jesus, multicampeão de muay thai, no quarto round.
Além dele, Jennifer Maia, também de Curitiba, venceu a luta no leve feminino. Ela bateu a argentina Yanet Maestrojuan e garantiu o título interino. No quarto round, após um golpe no ombro, a argentina teve uma lesão e foi impedida de continuar no combate.
O WGP73 também inaugurou o Super 8 Challenger GP dos Super-Leves, torneio que reúne oito dos melhores atletas da divisão para um embate no formato de mata-mata. Nesta edição aconteceram as duas primeiras quartas de finais. No primeiro duelo, o paranaense Vinicius Mestrinier, de Maringá, venceu o paraguaio Braian Venega. No outro, o argentino Niko Vega e o brasileiro Gabriel de Lima fizeram um embate muito equilibrado, com ligeira vantagem para o brasileiro, que conseguiu um knockdown no último round para garantir a vitória e a vaga nas semifinais.
O diretor de Grandes Eventos da Secretaria estadual do Esporte (SEES), Clésio Prado, disse que o WPG 73 foi um sucesso. “O kickboxing é uma das dez modalidades disputadas no principal evento de artes marciais do Estado, o Paraná Combate. E quem foi ao Tarumã, principal palco do esporte paranaense, teve a oportunidade de assistir a um espetáculo de kickboxing com grandes lutadores e uma estrutura profissional”, disse. “Faz parte da política pública do Estado para o esporte proporcionar o acesso da população a eventos de relevância como esse”.
Paulinho Zorello, presidente do WGP, destacou a empolgação com o início de mais uma temporada. “Abrir o ano em Curitiba foi muito especial, um lugar que sempre foi um dos berços da luta em pé e também nos recebeu tão bem todas as vezes que estivemos aqui”, disse. A próxima edição do WGP acontece em Buenos Aires, no dia 27 de abril.
Confira os resultados do torneio WGP 73:
PRINCIPAIS
MEIO MÉDIO (ATÉ 71,8 KG): Petros Cabelinho venceu Marcio de Jesus por nocaute
LEVE FEMININO (ATÉ 60 KG): Jennifer Maia venceu Yanet Maestrojuan por nocaute
PESO CRUZADOR (ATÉ 85,1 KG): Matheus Nogueira venceu Anderson Boyka por decisão unânime
PESO SUPER LEVE (ATÉ 64,5 KG): Gabriel de Lima venceu Niko Vega por decisão unânime e Vinicius Mestrinier venceu Braian Venega por nocaute
SUPER LUTAS
PESO CRUZADOR (85,1KG): Allyson Campos venceu Irwing King Kong por decisão unânime
PESO SUPER MÉDIO (78,1KG): Marcos Carvalho venceu Gilberto Naka por decisão unânime
PESO MEIO MÉDIO (71,8KG): Kadu Lima venceu Otacilio Cena por nocaute
PESO LEVE (60KG): Fernando Mineiro venceu German Badallo por decisão dividida
PESO CASADO (75KG): João Fejaozilla venceu Ricardo Treta por decisão unânime
PESO SUPER LEVE (66,8KG): Hygor Vieira venceu Guilherme Antunes por decisão dividida
PARANÁ COMBATE – Na sua quarta edição, o Paraná Combate 2024 será em Pato Branco, no Sudoeste, entre 11 e 15 de setembro. Além do kickboxing, a competição envolve nove outras modalidades: boxe, capoeira, jiu-jitsu, judô, karatê, kung-fu, muay thai, taekwondo e wrestling. O Paraná Combate é realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Esporte, em parceria com as federações das modalidades. As duas primeiras edições (2021 e 2022) aconteceram em Londrina. Ano passado, Cascavel sediou o torneio, com participação de 2.268 atletas.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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