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Paraná

Com investimento de R$ 30 milhões do Estado, Hospital de Cianorte supera 65% das obras

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O Hospital Municipal Irmã Benigna, localizado em Cianorte, no Noroeste do Paraná, atingiu 65,64% de execução. A obra integra o plano de regionalização da saúde e deve beneficiar cerca de 135 mil moradores da região, com recursos do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, e contrapartida do município.

Com investimento de R$ 30 milhões da Sesa e R$ 38,5 milhões da prefeitura, a nova unidade contará com 242 leitos, incluindo UTI adulto e neonatal. A estrutura terá 12,5 mil metros quadrados de área construída, distribuídos em cinco pavimentos.

O hospital também terá clínicas médicas, atendimento em pediatria, salas para cirurgias eletivas, maternidade, pronto atendimento de urgência e emergência, além de estrutura completa para exames de alta complexidade, como ressonância magnética, mamografia, tomografia e endoscopia.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, a iniciativa reforça o compromisso do Estado com a descentralização do atendimento. “É um compromisso nosso da Sesa, com total apoio do Governo, de fortalecer e regionalizar os serviços de saúde, promovendo uma assistência médica especializada e mais humanizada, tudo isso, com o menor tempo de deslocamento possível”, afirmou.

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O Governo do Paraná mantém mais de 1,6 mil obras na área da saúde em andamento, ou viabilizadas, somando investimentos superiores a R$ 1,8 bilhão. Os projetos envolvem construção, reforma e ampliação de unidades, com ações iniciadas a partir de 2019, incluindo a retomada de obras que estavam paralisadas e a implantação de novas estruturas para fortalecer a rede pública de atendimento.

PAMS AMPLIAM ATENDIMENTO REGIONAL – Outro eixo da política estadual de saúde são os Prontos Atendimentos Municipais (PAMs), considerados um projeto pioneiro no Estado. As unidades oferecem atendimento 24 horas em urgência e emergência, além de suporte pré-hospitalar integrado à rede de saúde, com capacidade para procedimentos de baixa e média complexidade.

O projeto padrão da Sesa prevê 812,89 metros quadrados de área construída e capacidade estimada para atender cerca de 2,1 mil pacientes por mês. Das 52 obras de PAMs previstas no Estado, duas já foram concluídas, nos municípios de Bela Vista do Paraíso e Astorga. Outras 21 estão em andamento. Em Curiúva, Reserva e Pontal do Paraná, as estruturas já ultrapassam 90% de conclusão.

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Em Rio Bonito do Iguaçu, município afetado por tornado em novembro, as obras chegaram a 87,80% de execução. Já Alto Paraná registra 85,73%; Londrina (PAM Zona Norte), 74.30; Londrina (PAM Zona Leste), 75,77%; Londrina (PAM Zona Sul), 58,33%; Cruzeiro do Oeste, 64,43%; Rio Negro, 79,73%; Colombo, 60,17%; Almirante Tamandaré, 70,96%; Rolândia, 84,10%; Piraí do Sul, 60,37%; Ipiranga, 43,65%; Fazenda Rio Grande, 19,38%; e Cambé, 16,52%.

Com os investimentos, o Estado busca ampliar a cobertura e reduzir a sobrecarga em unidades de referência, fortalecendo a regionalização e garantindo maior acesso aos serviços de saúde para a população paranaense.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira

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O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).

Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz

A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.

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De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.

Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.

A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.

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Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.

Processo 0001701-26.2025.8.16.0122

Matérias anteriores

07/07/2026 – MPPR deflagra 2ª fase da Operação Chão de Giz e cumpre 41 mandados de busca e apreensão em investigação sobre corrupção e fraudes licitatórias em 5 municípios

14/03/2025 – MPPR denuncia ex-prefeito de Cândido de Abreu e mais três pessoas por corrupção e lavagem de ativos a partir das apurações da Operação Chão de Giz

20/09/2024 – MPPR ajuíza ação por improbidade administrativa contra agentes públicos e empresários de Cândido de Abreu investigados na Operação Chão de Giz

09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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