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Com foco no pré-natal, Saúde promove capacitação para profissionais da Grande Curitiba

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O Paraná é o estado que mais realiza consultas pré-natal por gestante. Em um contexto de 140 mil nascidos vivos ao ano, 86,10% das gestantes realizaram sete ou mais atendimentos até o nascimento do bebê. O número é maior que o estabelecido como recomendado pelo Ministério da Saúde, que orienta no mínimo seis consultas. Depois do Paraná estão São Paulo (81,70%), Santa Catarina (81,70%) e Rio Grande do Sul (81,40%).

Com foco em aprimorar ainda mais esse cuidado e garantir um atendimento de qualidade em tempo oportuno às gestantes de todo Estado, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) promove, a partir desta terça-feira (26), o Curso de Qualificação da Assistência Pré-Natal em APS. A atualização, que reúne cerca de 400 pessoas profissionais da Atenção Primária da 2ª Regional de Saúde Metropolitana, no Teatro Positivo, em Curitiba, segue até junho.

“Somos destaque nacional não só no número de consultas pré-natal, mas também nas consultas e disponibilização dos exames laboratoriais e ultrassonográficos. Esse tipo de evento fortalece ainda mais o atendimento prestado à população do Estado, especialmente às mães e crianças paranaenses”, disse o diretor-geral da Sesa, Cesar Neves.  

O Paraná possui a Linha de Cuidado Materno Infantil, que prevê um conjunto de serviços e ações com o objetivo de assegurar às gestantes o acesso, o acolhimento e a resolutividade, por meio de um modelo de atenção voltado ao pré-natal, parto, nascimento seguro e puerpério, garantindo o desenvolvimento saudável das crianças nos seus dois primeiros anos de vida. Essa Linha de Cuidado faz parte da política estadual de saúde e ainda tem estratificação de risco, ferramentas de apoio e estratégias de atendimento.

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“Para que as ações de fortalecimento e capacitação sejam efetivas, precisamos que todos esses profissionais estejam envolvidos no novo pacto para redução da mortalidade materna infantil no Estado. Além do governo, é preciso o envolvimento da sociedade civil organizada com ênfase na atuação profissional em cada Unidade Básica de Saúde para que então, possamos de fato atender e acompanhar as mulheres durante todas as fases da gestação”, explicou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes.

CAPACITAÇÃO – A qualificação compreende nove encontros, sendo dois presenciais e os demais on-line de forma simultânea e conta com apoio da Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP). Dentre os temas abordados estão: acolhimento, manejo da sífilis, toxoplasmose, infecção urinária, medicações recomendadas e proibidas na gestação, entre outros. A capacitação permite a interação de todos os alunos e dúvidas posteriores que possam surgir.

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Em 2022 já foram capacitados profissionais da 6ª RS (União da Vitória), 16ª RS (Apucarana) e 22ª RS (Ivaiporã). Em 2023, o atendimento envolveu as equipes da 1ª RS (Paranaguá), 3ª RS (Ponta Grossa), 4ª RS (Irati), 11ª RS (Campo Mourão), 13ª RS (Cianorte), 14ª RS (Paranavaí) e 18ª RS (Cornélio Procópio). Além da 2ª RS Metropolitana, o treinamento irá acontecer em 2024 também na 10ª RS (Cascavel) e 12ª RS (Umuarama), o que representa um alcance de cerca de 700 profissionais.

“As capacitações representam um momento de fortalecimento entre a gestão estadual e os profissionais que de fato executam as ações, isso nos permite a manutenção de estratégias úteis aos profissionais e revisão daquelas que são necessárias, além de aprimorar a cooperação e papel enquanto Rede de Atenção à Saúde do Estado”, ressaltou a chefe da Divisão de Atenção da Saúde da Mulher da Sesa, Carolina Poliquesi.

PACTO – Em dezembro do ano passado, durante o evento Saúde em Movimento, realizado pela Sesa em Foz do Iguaçu, o governador Ratinho Junior formalizou o Pacto para Redução da Mortalidade Materna e Infantil, com a adesão de 17 instituições, que assumem o compromisso de reduzir em 10% os indicadores de mortalidade materno-infantil no Paraná até 2027.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná e órgãos de fiscalização visitam propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em operação de combate a crimes ambientais no estado

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O Ministério Público do Paraná, em conjunto com diversos órgãos ambientais e das forças de segurança, realizou nesta semana, de 14 a 17 de abril, a Operação Estoque Limpo II, voltada a combater crimes ambientais no estado. A força-tarefa fiscalizou a destinação de embalagens vazias e as condições de armazenamento e utilização de produtos irregulares ou ilícitos, inclusive de origem contrabandeada, em desacordo com a legislação ambiental, visando prevenir a contaminação do solo e da água e eventuais riscos à saúde pública. Os alvos foram propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em Boa Esperança, Campina da Lagoa, Goioerê, Moreira Sales, Quarto Centenário, Rancho Alegre D’Oeste, Ubiratã e Juranda, municípios no Centro Ocidental do estado.

Acesse álbum com fotos da Operação

A operação mobilizou equipes do Núcleo de Campo Mourão do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente (unidade do MPPR), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do Instituto Água e Terra (IAT) e da Polícia Militar.

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Resultados – Nos quatro dias de diligências, as equipes fiscalizaram 45 propriedades e três estabelecimentos comerciais do ramo agropecuário, sendo identificadas irregularidades relacionadas ao acondicionamento de embalagem vazias em 21 propriedades. Foram lavrados 47 termos de fiscalização e cinco autos de infração, sendo também expedido um auto de prisão em flagrante pelo crime de produção, armazenamento e transporte de agrotóxicos ou produtos de controle ambiental não registrados ou não autorizados. Além disso, 1.162,7 litros de agrotóxicos impróprios para uso foram retirados de circulação. Em três propriedades, foram localizados animais domésticos em situação de vulnerabilidade, sendo também registrado um boletim de ocorrência por maus-tratos a animais.

Um dos casos de maior gravidade ocorreu no município de Quarto Centenário, onde foi constatado o descarte inadequado de embalagens vazias de agrotóxicos, muitas delas depositadas a céu aberto diretamente sobre solo permeável, além de outras armazenadas em “big bags”, também expostas ao tempo e em contato direto com o solo, com risco de contaminação ambiental.

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Verificou-se ainda a reutilização indevida dessas embalagens para alimentação de animais, prática proibida pelas normas sanitárias e ambientais devido ao risco de intoxicação. Outra irregularidade apurada foi a queima de embalagens de agrotóxicos, incluindo um recipiente do produto estrangeiro B-Boxing, caracterizando não apenas descarte irregular, mas também uso de produto não registrado ou não autorizado. Em relação aos animais, foram encontrados seis cães e cinco gatos (sendo dois filhotes) em condições inadequadas que configuravam situação de maus-tratos, o que motivou o recolhimento por parte de organização não-governamental de Goioerê com atuação na área de proteção animal. Foram ainda localizadas cinco calopsitas mantidas em ambiente insalubre, sem acesso a alimentação e água.

As investigações prosseguirão, e os responsáveis pelas propriedades flagradas com irregularidades poderão responder criminalmente por crimes ambientais, como o armazenamento de substâncias tóxicas ilegais e maus-tratos contra animais.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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