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Com expansão da rede de esgoto em Arapongas, Sanepar oferta curso para encanadores

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“Encanador que é bom profissional tem que saber fazer da maneira correta”. Com esta frase, Sérgio Ferreira da Silva avalia o resultado de sua participação no curso de aperfeiçoamento para encanadores em Arapongas nesta terça-feira (23). No evento, técnicos da Sanepar demonstraram como executar a interligação dos imóveis à rede coletora de esgoto.

Arapongas está recebendo obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário no valor de R$ 150 milhões e que vão beneficiar 5,2 mil famílias. O curso prepara os profissionais para fazer as ligações internas dos imóveis, utilizando caixas de passagem e de gordura, além explicar a diferenciação entre as tubulações de esgoto e de água de chuva.

“Estes são fatores importantes para o bom funcionamento da rede coletora e essenciais para a proteção do meio ambiente”, explica a gestora ambiental da Sanepar Andrea Fontes.

Sérgio conta que é um “faz tudo”: encanador, pedreiro, eletricista e pintor. “Mas mexer com encanamento é o que mais faço”, explica. Ele foi inscrito no curso pelo filho Alisson, 20 anos, que é bombeiro civil e, nas folgas, vira parceiro do pai nas obras. Ambos foram certificados no curso.

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“Adoramos. Aprendemos muitas coisas. Eu que sou do ramo, me atualizei. Muitas coisas eu não sabia, e aprendi como o sistema da Sanepar funciona”, resume.

Pai e filho moram no Conjunto Piacenza, zona Sul da cidade. O bairro está com a obra de implantação da rede de esgoto em fase final. “Estamos muito felizes. Já foi o tempo de usarmos fossas. A região está em cima de lençol freático. A rede garante a proteção do meio ambiente. Não vejo a hora de instalar”, destaca Sérgio.

O encanador Miguel de Araújo Moura levou o filho Victor, de 14 anos. “Falei pra ele que estaria o dia todo no curso e ele quis vir junto. Prestou atenção em tudo e fez perguntas interessantes”, conta o pai, orgulhoso.

Miguel trabalha na Prefeitura de Arapongas como auxiliar-geral e diz que faz todo tipo de manutenção. Ele afirma que o curso foi muito útil e que gosta de estudar. “Estou sempre agregando um conhecimento a mais”, comenta.

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O filho quis entender melhor a diferença entre galeria de água pluvial e tubulação de esgoto. O técnico da Sanepar Silvio Fachini explicou que a água de chuva deve escorrer pelas ruas até a “boca de lobo”, que é a entrada para a galeria pluvial. A galeria, por sua vez, leva a água para rios e córregos, sem qualquer tratamento. Este sistema é de responsabilidade das prefeituras.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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