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Com Curitiba na liderança nacional, Paraná tem 244 cidades com saldo positivo de empregos em 2026

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Com 18.306 novos postos de trabalho abertos em janeiro, 244 dos 399 municípios paranaenses tiveram saldo positivo no primeiro mês de 2026, o equivalente a 61% do Estado. Outros seis (1%) tiveram o mesmo número de admissões e demissões, com saldo zerado. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (3) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Curitiba foi a cidade com o maior saldo de empregos em janeiro no País, com 6.919 novos postos de trabalho, além de ser responsável por 38% das vagas criadas no Estado. Foram 50.056 contratações e 43.137 desligamentos janeiro na Capital.

O setor de serviços foi o principal responsável pelo alto nível de contratações, com 6.289, seguido pela construção, com 1.549. O resultado supera os 6.919 pois os demais setores tiveram queda no período.

O município de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), teve o segundo melhor resultado do Estado, com 1.304 vagas preenchidas. Também foi o 16° melhor do País. No município da Região Metropolitana de Curitiba, serviços também dominou o cenário de novos postos de trabalho, com 1.319 vagas. Assim como Curitiba, o resultado ultrapassa o total do mês devido a uma redução de outro setor.

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Fechando a lista de cidades com mais de mil vagas geradas em janeiro está Maringá, no Noroeste, 21° que mais empregou no Brasil. Foram 1.133 postos de trabalho abertos e preenchidos por trabalhadores com carteira assinada. Diferente das demais, a construção foi a principal geradora de empresa, com 495 vagas, seguida por serviços (327), indústria (282) e comércio (35).

DESEMPENHO REGIONAL – Das 20 cidades que mais contrataram em janeiro de 2026, sete estão na RMC. Além de Curitiba e Colombo, foram destaque Araucária (381), Fazenda Rio Grande (321), São José dos Pinhais (306), Campo Largo (249) e Pinhais (223). Outros três estão no Norte (Londrina – 933; Arapongas – 491; e Rolândia – 315) e mais três no Sudoeste (Dois Vizinhos – 280; Palmas – 279; e Pato Branco – 243).

A região Noroeste possui duas cidades com os maiores saldos: Maringá e Cianorte, esta última com 199 novos postos de trabalho preenchidos. O Oeste também teve dois representantes, com Toledo (710) e Cascavel (480), enquanto que Campos Gerais, com Telêmaco Borba (375); Vale do Ivaí, com Apucarana (302); e Centro-Sul, com Guarapuava (283), tiveram um município cada. Juntos, as 20 cidades responderam por 15.726 vagas.

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Com um cenário estável na geração de empregos, os municípios de Carambeí, Kaloré, Ourizona, Quinta do Sol, Rosário do Ivaí e São Carlos do Ivaí registraram o mesmo número de admissões e demissões em janeiro, com saldo igual a zero. Outros 149 registraram mais desligamentos do que admissões.

Confira a tabela com as informações do Caged.

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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