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Com aporte de R$ 35,3 milhões, novo contorno de Francisco Beltrão atinge 75% de conclusão

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As obras do novo Contorno Noroeste de Francisco Beltrão atingiram 75,31% de conclusão, segundo a medição mais recente feita em março pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR). O investimento do Governo do Estado na obra é de R$ 35.318.825,14. O destaque do último mês foi o avanço dos serviços de pavimentação, que já atingiram quase 80% do novo contorno.

Também avançaram os trabalhos de obras de arte correntes e drenagens, tantos as profundas quanto as superficiais. Na sequência, serão finalizados os serviços de pavimentação de vias marginais e ramos, implantação de dispositivos de segurança viária, sinalização horizontal e vertical.

O trecho ainda conta com cinco viadutos e uma ponte, todos com obras já concluídas pelo DER/PR. Eles foram executados em contratos próprios e representam R$ 9.399.699,47 de investimento do Estado, totalizando mais de R$ 38 milhões de intervenção. As desapropriações necessárias representam um montante de R$ 10.124.025,47.

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O contorno está localizado em um importante polo industrial, formado por industrias agropecuaristas. Com 5,2 quilômetros de extensão, o novo eixo (PR-475) irá conectar a PR-180 e a PR-483 solucionando o problema de tráfego de veículos pesados que impacta as vias urbanas do município. Atualmente, o escoamento de cargas, como soja, milho e carnes, é realizado pela PR-180, que corta a área urbana na região Norte de Francisco Beltrão.

Além disso, o contorno irá favorecer uma nova ligação de longa distância no Sudoeste, em direção a Cascavel ou Pato Branco, fomentando ainda mais o desenvolvimento da região, que se destaca pelo crescente polo estudantil.

HISTÓRICO – A construção do Contorno de Francisco Beltrão foi iniciada em 2018, mas atrasou devido aos processos de desapropriações. Em 2019, o DER/PR avançou nesta questão, permitindo a retomada em março de 2020. A previsão de entrega atual é para a metade de 2023.

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Fonte: Governo PR

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Paraná instala cabine de amamentação em terminal metropolitano e amplia conforto das mães

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O Governo do Estado implementou, de forma pioneira no Brasil, uma cabine modular de amamentação em um terminal do transporte coletivo metropolitano. A iniciativa começa com um módulo experimental no Terminal Metropolitano Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, com instalação realizada pela Agência de Assuntos Metropolitanos (Amep) nesta quinta-feira (7), perto do Dia das Mães. Ela já estará à disposição da população a partir desta sexta-feira (8).

O projeto-piloto recebeu investimento de R$ 53,5 mil. A Amep também será responsável pelo acompanhamento e fiscalização da estrutura durante a fase inicial. A proposta inclui fornecimento, transporte, montagem e instalação da cabine, além de garantia e suporte técnico, seguindo normas de acessibilidade, segurança e higiene.

Segundo o presidente da Amep, Gilson Santos, a iniciativa responde a uma demanda concreta das usuárias do sistema. “Hoje, quase 60% dos passageiros do transporte coletivo metropolitano são mulheres. Muitas delas se deslocam diariamente com seus filhos e precisam de um espaço apropriado para amamentação ou cuidados básicos. A cabine vem justamente para oferecer conforto, segurança e dignidade para essas usuárias”, afirmou.

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A proposta surgiu a partir de uma diretriz do governador Carlos Massa Ratinho Junior, após observar modelos semelhantes em funcionamento no Exterior. “Desenvolvemos o projeto e agora iniciamos essa fase piloto, que será monitorada para avaliar o uso e eventuais ajustes antes de ampliar para outros terminais”, explicou Santos. Nos primeiros meses, a Amep fará o acompanhamento do funcionamento para avaliar a adesão das usuárias e o desempenho do equipamento.

ESTRUTURA E DEMANDA – A cabine foi projetada para oferecer um ambiente reservado, seguro e confortável para mães que utilizam o transporte coletivo e precisam de um espaço adequado para amamentação e cuidados com os filhos durante o deslocamento. O uso será gratuito e aberto ao público, sem necessidade de cadastro.

A estrutura foi planejada para operação contínua em ambientes de grande circulação, com ventilação adequada, superfícies de fácil higienização e mobiliário de apoio. A cabine contará com monitoramento externo e sinalização dentro do terminal, facilitando a identificação pelas passageiras.

A medida atende a uma demanda recorrente no sistema metropolitano, especialmente entre mulheres que conciliam trabalho e cuidados com os filhos. Muitas passageiras utilizam os terminais como pontos de conexão e, nesse intervalo, precisam realizar tarefas como amamentação ou troca de crianças sem dispor de um espaço apropriado.

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Além do impacto na mobilidade, a iniciativa dialoga com recomendações de saúde pública. O aleitamento materno deve ser incentivado de forma exclusiva até os seis meses de idade e continuado até pelo menos os dois anos, pelos benefícios à criança e à mãe.

A expectativa é que, após o período de testes de aproximadamente 60 dias, o modelo possa ser replicado em outros terminais metropolitanos do Paraná, como Colombo e Fazenda Rio Grande, ampliando a rede de acolhimento às mães que utilizam o transporte público.

“É um projeto inovador, uma experiência nova no Brasil. A ideia é começar, avaliar e, a partir disso, expandir essa estrutura para outros equipamentos do sistema metropolitano”, concluiu o presidente da Amep.

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Foto: Amep

REDE DE APOIO – O projeto da Amep se insere em uma política mais ampla do Governo do Estado voltada à primeira infância e à valorização das mulheres.

Em 2023, foi inaugurada a primeira sala de apoio à servidoras lactantes no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Paralelamente, o Paraná também conta atualmente com 29 salas de apoio à amamentação certificadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). As estruturadas, instaladas em empresas privadas, precisam seguir critérios que garantem condições adequadas para o atendimento das mulheres e o armazenamento seguro do leite materno.

Fonte: Governo PR

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