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Com apoio do estado, novo centro de imagem vai reduzir 50% tempo de exames

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O Governo do Paraná assegurou a modernização do novo Centro de Imagem do Hospital São Vicente, em Curitiba, com um aporte de mais de R$ 7 milhões por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Inaugurado nesta terça-feira (30), o espaço vai reduzir o tempo de exames em até 50% e ampliar a capacidade de diagnóstico, oferecendo mais precisão, conforto e rapidez no atendimento aos pacientes.

O investimento total no Centro foi de cerca de R$ 15 milhões, que também contou com recursos do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), do Ministério da Saúde, além de aproximadamente R$ 3 milhões em infraestrutura aplicados pelo próprio hospital. O aporte do Governo do Paraná, de quase 50% do total investido, garantiu a compra de um aparelho de Hemodinâmica, único em Curitiba, além de um tomógrafo com inteligência artificial para exames em 3D; sete equipamentos de anestesiologia com gerenciamento de gases e anestésicos; e um balão intra-aórtico.

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, ressaltou a importância do apoio contínuo do governo aos hospitais filantrópicos e os resultados alcançados nos últimos anos. “Esse trabalho ao longo de sete anos remonta um valor perto de R$ 1,4 bilhão. Já erguemos hospitais, entregamos equipamentos e hoje o Paraná é líder em cirurgias eletivas em todo o país com o Programa Opera Paraná. É uma estratégia definida pelo governador Ratinho Junior e pelo vice-governador Darci Piana, que tem se mostrado fundamental para fortalecer a rede hospitalar e ampliar o acesso da população a serviços de saúde de qualidade”, disse.

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O Centro de Imagem reúne tomografia computadorizada, ressonância magnética, hemodinâmica, mamografia digital, ecografia e raio-X. Além de ampliar a capacidade de atendimento, os recursos permitem a detecção precoce de doenças graves, como AVC, câncer, aneurismas e distúrbios neurológicos, impactando diretamente na qualidade de vida e nas chances de recuperação dos pacientes. Segundo o hospital, alguns equipamentos adquiridos vão diminuir o tempo de realização de exames de uma hora e meia para 15 minutos.

SESA

O diretor-geral do Grupo Hospitalar São Vicente, Charles London, reforçou o caráter filantrópico e a relevância do novo espaço. “O Hospital é filantrópico e 70% dos atendimentos são destinados ao Sistema Único de Saúde. O grande benefício dessas inovações é a melhoria na qualidade e segurança do atendimento. A hemodinâmica, por exemplo, vai permitir melhores diagnósticos e tratamentos, tanto na área cerebral quanto cardíaca. Esse conjunto todo aumenta a capacidade de atendimento e a agilidade, beneficiando pacientes de Curitiba, região metropolitana e de todo o Paraná”, explica.

O prefeito em exercício de Curitiba, Paulo Martins, ressaltou o ganho para a capital. “Isso é um ganho para a cidade e região metropolitana, um ganho em qualidade de atendimento”, celebra.

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A nova estrutura também conta com tecnologia que garante exames mais rápidos e resultados ainda mais precisos.

HOSPITAL SÃO VICENTE – Com 86 anos de funcionamento, o Hospital São Vicente é referência em Curitiba e reconhecido pela Organização Nacional de Acreditação como Hospital de Excelência. Possui pronto atendimento 24 horas, centros médicos, serviços de diagnóstico, centro de ortopedia, centro cirúrgico e UTI. É certificado pelo Ministério da Saúde em Nível A para transplantes hepáticos e renais e mantém programas de residência médica em diversas especialidades.

PRESENÇAS – Também prestigiaram a inauguração o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual, Alexandre Curi, os deputados estaduais Márcia Huçulak, Ney Leprevost, Flávia Francischini e Bazana; a vereadora Rafaela Lupion; o diretor-presidente da Fomento Paraná, Claudio Stabile, o diretor- presidente do Detran-PR, Santin Roveda, o presidente da Sanepar, Wilson Bley, além de prefeitos da região metropolitana de Curitiba e demais autoridades.

Fonte: Governo PR

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Na Espanha, Fundação Araucária lança programa de cooperação em CT&I Paraná-Catalunha

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Uma delegação paranaense liderada pela Fundação Araucária cumpre nesta semana uma agenda em Barcelona, na Espanha, com o objetivo de ampliar a cooperação internacional em Ciências da Vida e da Saúde. A missão, que começou segunda-feira (13) e segue até esta quinta (16), reúne representantes de universidades, hospitais, centros de pesquisa, setor público e empresas, em uma estratégia voltada à consolidação do ecossistema de inovação no Paraná.

Entre os destaques das atividades está o lançamento do programa Interconexões em CT&I Paraná-Catalunha, que tem como objetivo fortalecer a cooperação internacional em ciência, tecnologia e inovação, conectando pesquisadores paranaenses a profissionais e instituições de excelência vinculados à Catalunha. O lançamento aconteceu em encontro com dirigentes, pesquisadores e cientistas da Universidade Barcelona.

Também foi apresentado o programa Ganhando o Mundo da Ciência, que proporciona a alunos de graduação, que estão ou estiveram em estágio de Iniciação Científica no Paraná, a oportunidade de realizar mobilidade internacional por um período de até três meses, a depender das áreas prioritárias para a consolidação da cooperação internacional.

O programa Interconexões busca estimular a formação de redes colaborativas, promover o intercâmbio de conhecimento e ampliar a inserção do Paraná em ambientes globais de pesquisa. “Com investimento inicial de cerca de R$ 3 milhões, o Interconexões Paraná-Catalunha prevê o apoio a projetos conjuntos entre universidades, centros de pesquisa e empresas, incentivando a mobilidade acadêmica e o desenvolvimento de soluções inovadoras em áreas estratégicas”, destacou a top manager da Fundação Araucária e coordenadora do programa, Maria Zaira Turchi.

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O presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, ressaltou que a missão busca estruturar, no Paraná, um modelo semelhante ao adotado na Catalunha, referência internacional no setor. “A delegação paranaense reúne importantes representantes da comunidade científica e tecnológica na área da saúde. Esperamos, nos próximos anos, consolidar o Cluster Paraná de Ciências da Vida e da Saúde, inspirado no modelo da Catalunha, que hoje responde por mais de 7% da produção de saúde da Europa. Esse resultado não aconteceu por acaso, mas por meio de uma estratégia estruturada”, afirmou.

Segundo ele, a iniciativa envolve a articulação entre universidades, hospitais universitários, poder público e empresas. “Estamos aqui para estreitar laços e construir, ao longo dos próximos meses e anos, um cluster dinâmico e consistente, com a participação de instituições e empresas como a Prati Donaduzzi e o Biopark”, completou.

A missão também anunciou a chamada pública voltada a pesquisas clínicas. Segundo a assessora de Relações Internacionais da Fundação Araucária, Eliane Segati, serão investidos R$ 20 milhões voltados a pesquisas clínicas, fortalecendo de forma concreta a cooperação internacional em saúde e inovação. “Com esta delegação, que representa o ecossistema de ciências da vida e da saúde do Paraná, reafirmamos o nosso compromisso com parcerias estratégicas e com o avanço da ciência de impacto global”, ressaltou Eliane. 

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A programação da missão conta, ainda, com reuniões institucionais, visitas técnicas e assinatura de acordos com instituições de referência, como a Universidade de Barcelona e o Hospital Vall d’Hebron. Inclui também visitas a centros de pesquisa biomédica, parques de inovação e empresas de biotecnologia, como a SpliceBio, além de encontros com lideranças científicas e gestores de saúde. 

A delegação também conta com representantes de instituições como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), Fiocruz Paraná, hospitais universitários e a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, reforçando a integração entre pesquisa, assistência e inovação. 

INTERCONEXÕES – O Programa Interconexões em Ciência, Tecnologia e Inovação: Paraná–Catalunha busca impulsionar a formação de redes colaborativas, promovendo a troca de conhecimento e o desenvolvimento conjunto de projetos estratégicos. 

O edital, de R$ 3 milhões, prevê apoio a propostas que envolvam universidades, centros de pesquisa e empresas, estimulando a mobilidade acadêmica e a integração entre ciência e inovação. As manifestações de interesse dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) vão até 13 de maio e dos pesquisadores brasileiros vinculados a instituições da Catalunha ocorrem a partir de 10 de junho. O prazo de submissão de propostas de colaboração Paraná-Catalunha vai até 30 de junho. 

Fonte: Governo PR

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