Paraná
Com 18 mil participantes, Jogos Escolares entram na fase macrorregional no fim de semana
Começa nesta quarta-feira (07) e segue até domingo (11) a fase macrorregional dos Jogos Escolares do Paraná (Jeps). A competição faz parte dos jogos oficiais do Governo do Estado e é realizada pela Secretaria do Esporte, em parceria com a Secretaria da Educação. As competições acontecem em oito cidades: Curitiba, Palmeira, Pato Branco, Corbélia, Pérola, Jandaia do Sul, Arapoti e Goioerê.
A primeira etapa, composta por 16 fases, aconteceu entre os dias 05 e 10 de maio. A fase regional de Curitiba ocorreu entre os dias 11 e 21 de maio, com mais de 5 mil atletas inscritos. A segunda etapa, no mesmo mês (entre os dias 19 e 24) contou com as últimas 15 fases regionais.
Na fase macrorregional serão disputadas oito modalidades: basquete, futsal, handebol, voleibol, atletismo, tênis de mesa, xadrez e vôlei de praia. Nas coletivas, participam os campeões regionais, enquanto nas individuais, participam campeões e vice-campeões.
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Neste ano, em sua 69ª edição, os Jeps já atingiram, desde a etapa regional, realizada em maio, a marca de 50 mil participações. Para a fase macrorregional, o número de inscritos supera 18 mil participantes, entre atletas e técnicos, e 289 municípios estarão presentes nas oito cidades-sedes.
Márcia Tomadon, coordenadora dos Jogos Escolares do Paraná, afirma que o expressivo número de participantes foi uma grata surpresa. “A gente percebe que as pessoas estão participando, os alunos estão sendo inscritos e as escolas estão confiando nos eventos organizados pela Secretaria de Esporte em parceria com a Secretaria de Educação”, afirma.
Após esta fase, serão realizadas as finais em Apucarana (12 a 14 de julho) e em Maringá (15 a 17 de julho). Os campeões dos Jeps representarão o Paraná nos Jogos Escolares Brasileiros, Jogos da Juventude e Paralimpíadas Escolares.
Confira os municípios-sede da macrorregional de cada região:
Curitiba: Área Metropolitana Norte, Área Metropolitana Sul e Paranaguá
Palmeira: Guarapuava/Irati/Ponta Grossa/União da Vitória
Pato Branco: Dois Vizinhos/Francisco Beltrão/Laranjeiras do Sul/Pato Branco
Corbélia: Assis Chateaubriand/Cascavel/Foz do Iguaçu/Toledo
Goioerê: Campo Mourão/Pitanga/Maringá/Goioerê
Pérola: Cianorte/Loanda/Paranavaí/Umuarama
Jandaia do Sul: Apucarana/Ivaiporã/Londrina/Telêmaco Borba
Arapoti: Cornélio Procópio/Ibaiti/Jacarezinho/Wenceslau Braz
Fonte: Governo PR
Paraná
Museu Casa Alfredo Andersen abre exposição de Dulce Lysyj a partir deste domingo
O Museu Casa Alfredo Andersen inaugura neste domingo (14), às 11h, a exposição “Ressignificação”, de Dulce Lysyj. A partir da utilização de materiais oriundos do universo médico — gazes hospitalares, fibras de dialisadores, cateteres, tecidos clínicos e outros dispositivos associados ao cuidado e à sobrevivência — a artista cria obras que deslocam os objetos de suas funções utilitárias para uma dimensão simbólica e poética. A mostra faz parte da programação da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba.
Ao retirar os materiais do ambiente clínico e colocá-los no espaço artístico, Lysyj produz uma operação de ressignificação: aquilo que antes servia ao controle, ao diagnóstico ou à reparação do corpo passa a carregar marcas afetivas, psicológicas e sociais. O objetivo da artista é que os objetos deixem de ser apenas instrumento técnico para serem testemunho da fragilidade humana, da vulnerabilidade e da persistência da vida.
Segundo o curador Massimo Scaringella, as obras de Lysyj dialogam com uma linhagem importante de artistas que investigam o corpo como território político. “O trabalho da artista revela como a medicina deixou de ser apenas um campo científico para tornar-se também um repertório visual, simbólico e político na arte contemporânea”, diz Scaringella.
“Instrumentos clínicos, imagens anatômicas e materiais hospitalares carregam consigo narrativas de dor, sobrevivência, controle e cuidado. Ao incorporá-los em suas obras, artistas como Dulce questionam a aparente objetividade da ciência e expõem as camadas emocionais invisíveis presentes em qualquer experiência de adoecimento e cura”, acrescenta.
Com obras que reinventam objetos ligados à dor, transformando-os em trabalhos que refletem sobre cura, a exposição “ressignificações” entra no MCAA como uma nova forma de compor pinturas.
Para o diretor do espaço, Luiz Gustavo Vidal, o ato de criar é um antídoto contra os traumas das pessoas, é um antídoto contra as doenças, contra as intempéries e a arte faz com que se observe a vida. “Essa exposição é muito importante para o nosso museu, porque traz uma versão diferenciada da criação, através de novos elementos, trazemos essa reflexão contemporânea para a casa do pai da pintura paranaense”.
ARTISTA – Dulce Lysyj é artista visual, natural de Curitiba, vive no Rio de Janeiro onde trabalha como médica nefrologista. Sua pesquisa artística é atravessada por inquietações da prática médica, da dor que ultrapassa a dor física e seus desdobramentos. Partido do olhar artístico com o viés da vivência da atuação profissional, transforma suas experiências em imagens que se manifestam em diversos suportes e linguagens.
Serviço:
Inauguração “Ressignificação”
Data: 14 de junho (domingo)
Horário: 11h
Em cartaz até outubro de 2026
Sala Rotativa – Museu Casa Alfredo Andersen – Rua Mateus Leme, 336 – Centro, Curitiba
Visitação: terça a domingo, das 9h30 às 17h
Entrada gratuita
Fonte: Governo PR
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