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Com 1,6 mil calouros, novo ano letivo da UEPG começa na segunda-feira

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O ano letivo de 2024 da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) inicia na segunda-feira (19) para alunos dos cursos de graduação. Juntamente com as aulas, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) organizou a acolhida institucional aos calouros (cerca de 1,6 mil novos alunos). As ações acontecerão em 19 e 20, para estudantes do Campus Uvaranas, e 21 e 22, para os do Campus Central. As atividades serão nos três turnos, para atender acadêmicos que estudam nos períodos matutino, vespertino e noturno.

Enquanto os estudantes comparecem às aulas, a acolhida ocorrerá de maneira intercalada, até que todos os cursos participem das ações preparadas pela Prae. “Os preparativos começaram no final do ano passado e envolvem vários órgãos da UEPG, mas sobretudo, ressaltamos o protagonismo estudantil, por meio da participação no planejamento e na execução das atividades”, destaca a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Ione Jovino.

No Campus Uvaranas, a conversa acontecerá no auditório do Centro Integrar (antigo PDE), enquanto que no Campus Central, os alunos deverão comparecer no Grande Auditório, de acordo com os horários reservados para cada curso.

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A diretora de Ações Afirmativas e Diversidade da Prae, Silmara Carneiro, explica que a acolhida foi organizada pelos cursos, entidades estudantis, Diretórios e Centros Acadêmicos, Baterias e Atléticas. “A acolhida é um momento de celebração, de confraternização e para o recebimento das primeiras informações sobre a universidade. Trata-se de um momento festivo para comemorarmos coletivamente o ingresso no ensino superior e fortalecimento da educação pública brasileira”, afirma.

Os calouros poderão ter acesso a informações sobre a estrutura da UEPG durante as atividades. “Queremos que eles se sintam animados e muito felizes com o fato de estarem na UEPG, afinal essa será a casa deles durante os próximos anos de sua vida”, finaliza Silmara.

Para o pró-reitor de Graduação, Miguel Archanjo de Freitas Júnior, o início das aulas é um momento muito importante na vida dos alunos e das suas famílias. “Realizar um curso de nível superior em uma instituição pública é algo ainda destinado para uma pequena parcela da sociedade brasileira. A acolhida é apenas o ponto de partida para muitas outras ações que deverão ser realizadas, nas quais os alunos sempre poderão também contar com toda a equipe da Prograd”, complementa.

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Os calouros poderão conferir as atividades, horário e local reservados para seu curso no cronograma aqui.

Fonte: Governo PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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