Paraná
Colheita e plantio exigem atenção para evitar acidentes no campo, alerta Copel
No Paraná, a colheita da primeira safra do feijão e o fim do período de plantio da soja – prolongado até dia 31 de janeiro por conta das chuvas excessivas registradas em 2023 – ditam o ritmo no campo neste mês. A movimentação do maquinário nas propriedades rurais inspira cuidados para evitar acidentes com energia elétrica durante as atividades. No último ano, pelo menos sete acidentes foram registrados em áreas rurais do Paraná, em Antonina, Campina do Simão, Ibaiti, Jaguapitã, Mato Rico, Sapopema e Salto do Lontra.
Durante a colheita e o preparo do solo, principalmente com o uso de maquinários de grande porte, é fundamental mapear e manter distância das redes elétricas. O tamanho dos maquinários pode aumentar o risco de contato acidental com os fios elétricos, assim como podas de árvores próximas às linhas ou plantações ultrapassando limites de segurança das faixas de servidão, conforme a Norma Técnica NBR 5422 da ABNT.
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“Manter distância segura é crucial para prevenir acidentes”, destaca Patrícia Veiga Damasceno, gerente de Segurança do Trabalho na Copel. Ela recomenda atenção ao planejamento dos trabalhos, pois os acidentes podem acontecer por falta de percepção sobre a presença da rede de energia em determinado local, já que o foco está voltado às atividades na plantação.
Outro ponto de atenção são os “estais”, como são chamados os cabos de aço que prendem os postes ao chão. Ao operar máquinas agrícolas, deve-se tomar cuidado para não os romper, porque o poste pode ceder e rebaixar a altura da rede de energia.
Conheça outras precauções necessárias para quem trabalha no campo:
– Manter distância segura ao manobrar veículos e equipamentos;
– Não estacionar máquinas debaixo da rede elétrica;
– Em caso de contato do veículo com a rede elétrica, o condutor não deve sair do maquinário. Contate imediatamente a Copel pelo 0800 51 00 116, antes de qualquer resgate;
– Ter cautela ao colher frutas, fazer podas ou cortar vegetação alta, como eucalipto e bambu. O transporte de varas de pescar também oferece risco de toque na rede elétrica;
– Nunca se aproximar ou tocar em cabos elétricos caídos; é preciso sinalizar a área e informar a Copel imediatamente;
– Não realizar queimadas próximas às linhas de transmissão, pois além de riscos à vida, pode danificar o sistema elétrico, interrompendo o fornecimento de energia.
Fonte: Governo PR
Paraná
Paraná amplia capacidade de coleta de perfis genéticos em pessoas privadas de liberdade
A coleta de material genético representa um avanço direto para a segurança pública: permite identificar suspeitos, localizar pessoas desaparecidas, conectar crimes e elucidar investigações antigas. Para expandir essa atuação em todo o Estado, a Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e a Polícia Penal do Paraná (PPPR) concluíram nesta semana uma capacitação voltada à formação de 50 policiais para a coleta de material genético de pessoas privadas de liberdade. O objetivo é preparar servidores para atuarem como multiplicadores do conhecimento dentro das unidades prisionais.
“A iniciativa demonstra o alinhamento entre as forças de segurança e o compromisso do Estado com o aprimoramento dos processos na política penal. Ao estruturar a coleta de perfis genéticos de forma contínua e qualificada, avançamos na integração de informações e fortalecemos a capacidade de investigação, com rigor técnico e em conformidade com a legislação”, destaca o secretário de Estado da Segurança Pública, Saulo Sanson.
Com o respaldo da legislação vigente, a Polícia Penal passará a assumir a responsabilidade direta pela coleta do material, enquanto a inserção dos perfis genéticos no BNPG seguirá sendo realizada pela Polícia Científica.
“A coleta de material genético nas unidades penais e sua inserção no Banco Nacional é uma ferramenta de grande importância para Segurança Pública e sistema de justiça criminal. Representa um avanço na gestão prisional e no trabalho integrado com outras forças de segurança. É um investimento direto na resolução de crimes, na prevenção da reincidência e na credibilidade da nossa instituição”, destacou a diretora-geral da PPPR, Ananda Chalegre.
Para o diretor-geral da PCIPR Ciro Pimenta, a capacitação reforça a importância do trabalho integrado entre as forças no Paraná. “Ao mesmo tempo em que a Polícia Penal assume essa atribuição, a Polícia Científica segue oferecendo suporte técnico, padronização de procedimentos e garantia da qualidade dos perfis genéticos coletados. Essa atuação conjunta fortalece o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG) e contribui diretamente para a segurança pública no Estado”, afirmou.
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CAPACITAÇÃO – A iniciativa foi realizada em duas etapas, reunindo servidores das duas instituições e capacitando 27 policiais da PPPR e 23 da PCIPR. A programação teve início na quarta-feira (15), na sede da PCIPR no Tarumã, em Curitiba, com atividades teóricas sobre os procedimentos de coleta de perfis genéticos e o uso de leitores biométricos. Já na quinta-feira (16), a capacitação seguiu com uma etapa prática na Penitenciária Central do Estado – Unidade de Segurança (PCE-US), em Piraquara.
Na PPPR, o trabalho é coordenado pela Divisão de Saúde, vinculada à Diretoria de Tratamento Penal, responsável por estruturar os fluxos e garantir que a coleta seja realizada com rigor técnico, padronização e eficiência em todas as unidades do sistema prisional.
Fonte: Governo PR
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