Paraná
Coletivo Brutas inaugura a Sala Aberta, novo projeto do Museu de Arte Contemporânea
A partir desta quarta-feira (3) o Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC) inicia seu novo projeto, partindo da construção de um espaço para situações artísticas em uma de suas salas. A Sala Aberta funcionará em três períodos, relativos à permanência de um coletivo e dois artistas convidados. O MAC Paraná, que ocupa temporariamente parte do Museu Oscar Niemeyer (MON), promove a iniciativa na Sala 9. O primeiro a utilizar, de 3 de abril a 1º de maio, será o Coletivo Brutas, que propõe uma reflexão sobre o ciclo de vida de projetos artísticos.
Haverá um momento de recepção do público na quarta-feira, às 19h, com acesso gratuito pela rampa caracol do MON. Após a cerimônia, a Sala Aberta poderá ser visitada a partir de 4 de abril, no horário de funcionamento do museu.
Brutas é um coletivo de cinco artistas formado por Érica Storer, Estelle Flores, Gio Soifer, Jéssica Luz e Pac Calory em 2015 em Curitiba. O coletivo se define como um microcosmo criado pela subjetividade que cada um desses corpos carrega.
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A proposta central da ocupação do coletivo no MAC Paraná gira em torno da reflexão sobre o ciclo de vida dos projetos artísticos, explorando as relações de desejo por meio da re-exibição de algumas de suas obras. “O coletivo Brutas tem uma função fundamental, porque, mais uma vez, elas vão convidar o corpo do público a interagir com os trabalhos que foram apresentados pela primeira vez na exposição transáveis”, diz Joanes Barauna, uma das curadoras do projeto e diretora artística do MAC Paraná.
O tempo respectivo ao Coletivo Brutas será organizado em torno de dois temas principais: o Espaço Expositivo e o Espaço de Pesquisa. Ambos se manterão interligados e em constante comunicação.
Durante a ocupação, os visitantes terão a oportunidade de participar de uma programação variada, que inclui a visitação ao Espaço Expositivo e ao “Parquinho das Brutas”, um ambiente projetado para a interação lúdica direta com as obras. Além disso, o coletivo fará performances artísticas.
SALA ABERTA – Depois das Brutas, o projeto dará espaço a Rimon Guimarães, um multiartista de Curitiba com forte ligação à arte urbana. Sua ocupação da Sala Aberta ocorrerá de 1º de maio a 5 de junho.
Em seguida, de 5 de junho a 3 de julho, Nicholas Steinmetz assume a Sala Aberta. O artista cria um universo próprio utilizando um repertório de figuras que contemplam uma virilidade fictícia, abordando questões de gênero, sexualidade e as estruturas sociais.
Serviço:
Recepção da Sala Aberta
3 de abril, às 19h (com acesso gratuito pela rampa caracol do MON)
Sala Aberta
Curadoria: Carolina Loch e Joanes Barauna
Visitação de 4 de abril a 3 de julho, na sala 9 do MAC no MON
Endereço: R. Marechal Hermes, 999, Centro Cívico – Curitiba
Terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada). Acesso gratuito toda quarta-feira.
Todos os dias: gratuito para menores de 12 anos e maiores de 60 anos
Fonte: Governo PR
Paraná
Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024
O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.
Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz
As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.
A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.
Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.
Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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