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COFCO International amplia financiamento sustentável para US$ 1,2 bilhão com foco em redução de emissões no agronegócio

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A COFCO International, uma das maiores empresas globais do agronegócio, ampliou seu portfólio de financiamentos vinculados à sustentabilidade ao contratar US$ 600 milhões em novas linhas de crédito, elevando para US$ 1,2 bilhão o volume total de recursos atrelados às suas metas climáticas alinhadas à iniciativa Science Based Targets (SBTi) 1,5°C.

Os novos contratos reforçam a estratégia da companhia de integrar desempenho ambiental às operações financeiras, incentivando a redução das emissões de gases de efeito estufa em suas cadeias globais de suprimentos.

Novos empréstimos vinculam crédito ao desempenho ambiental

Do total captado, US$ 400 milhões foram contratados junto ao Industrial and Commercial Bank of China (ICBC) e US$ 200 milhões junto ao Bank of China (Hong Kong) (BOCHK).

As duas operações foram estruturadas como empréstimos vinculados à sustentabilidade, modelo em que as condições financeiras, incluindo taxas de juros, estão diretamente relacionadas ao cumprimento de metas anuais de desempenho ambiental previamente estabelecidas.

Os contratos seguem os Princípios de Empréstimos Vinculados à Sustentabilidade e utilizam indicadores de desempenho auditados de forma independente.

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Foco está na cadeia de soja e milho produzidos no Brasil

Os principais indicadores contemplados nas operações estão relacionados à redução da intensidade das emissões de carbono nas cadeias de suprimentos de soja e milho originários do Brasil.

As metas seguem as diretrizes do programa SBTi FLAG (Florestas, Uso da Terra e Agricultura), voltado à redução das emissões provenientes das atividades agrícolas e da mudança no uso da terra, um dos principais desafios para a sustentabilidade do agronegócio mundial.

A estratégia busca acelerar a transição para cadeias produtivas mais eficientes, resilientes e alinhadas aos compromissos internacionais de combate às mudanças climáticas.

Financiamento sustentável segue em expansão

As novas linhas de crédito complementam outras operações já realizadas pela empresa. Entre elas está um financiamento sustentável de US$ 600 milhões, contratado com o OCBC em dezembro de 2024, também vinculado às metas climáticas da companhia e que permanece vigente.

Além dos compromissos ambientais, a COFCO International ampliou sua agenda de sustentabilidade em 2026 ao firmar um empréstimo de US$ 435 milhões com o Standard Chartered, voltado a indicadores de desempenho social.

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Relatório destaca avanço nas metas climáticas

A companhia também divulgou seu Relatório de Sustentabilidade 2025, documento que apresenta a evolução das ações ambientais e os resultados obtidos no cumprimento das metas anuais de redução das emissões de Escopo 3 nas cadeias de soja e milho.

Segundo a empresa, os avanços reforçam o compromisso de alinhar sua estratégia financeira aos objetivos de descarbonização da cadeia agroindustrial, fortalecendo a produção sustentável e contribuindo para um agronegócio mais competitivo diante das exigências dos mercados internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bolsas globais operam sob pressão enquanto Ibovespa tenta recuperação; petróleo, dólar e Fed dominam o mercado

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Os mercados financeiros iniciam esta terça-feira (7) em clima de cautela. As bolsas asiáticas encerraram o pregão majoritariamente em queda, enquanto os mercados europeus apresentam desempenho misto e os índices futuros de Wall Street oscilam sem direção única, refletindo a combinação entre incertezas geopolíticas, expectativa pela política monetária do Federal Reserve (Fed) e a movimentação dos preços do petróleo.

No Brasil, o Ibovespa Futuro abriu em alta, buscando recuperar parte das perdas registradas na sessão anterior, quando o principal índice da B3 recuou 0,93%. O mercado também acompanha a valorização do dólar, os indicadores econômicos domésticos e os desdobramentos das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil.

Bolsas da Ásia encerram sessão em queda

O pregão asiático foi marcado por aversão ao risco. Na China, o índice CSI 300 recuou 1,03%, enquanto o Shanghai Composite (SSEC) caiu 1,26%, pressionados principalmente pelo desempenho das empresas do setor imobiliário e pela cautela dos investidores antes da divulgação de novos sinais sobre a política monetária norte-americana.

No Japão, o Nikkei 225 fechou com queda de 2,12%. A Coreia do Sul registrou uma das maiores perdas do dia, com o Kospi recuando 4,91%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, encerrou em baixa de 0,51%.

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Europa e Wall Street acompanham petróleo e cenário geopolítico

Na Europa, os principais índices operam próximos da estabilidade, enquanto investidores monitoram os desdobramentos das tensões no Oriente Médio e a evolução das negociações envolvendo Estados Unidos e Irã.

Nos Estados Unidos, os contratos futuros apresentam comportamento misto, com investidores atentos ao início da temporada de balanços corporativos, aos próximos indicadores econômicos e às perspectivas para os juros americanos. A alta recente das ações de tecnologia continua sustentando parte do mercado norte-americano, embora o ambiente permaneça de elevada volatilidade.

Ibovespa tenta recuperação após queda

No mercado brasileiro, o Ibovespa Futuro iniciou o pregão aos 175.510 pontos, sinalizando recuperação após a realização de lucros observada na sessão anterior.

O dólar comercial opera ao redor de R$ 5,13, enquanto investidores acompanham indicadores domésticos, como a queda do IGP-DI, além das repercussões das medidas comerciais dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Empresas da B3 movimentam o mercado

Entre os principais destaques corporativos desta terça-feira estão:

  • Raízen (RAIZ4) figura entre os destaques positivos do setor de energia.
  • Petrobras (PETR3 e PETR4) acompanha a recuperação do petróleo Brent, negociado próximo de US$ 72 por barril, fator que influencia diretamente o desempenho das ações da companhia.
  • Vale (VALE3) segue monitorando o comportamento do minério de ferro no mercado internacional, além das repercussões da mudança na presidência do Conselho de Administração da empresa.
  • Engie Brasil (EGIE3) protocolou pedido na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para emissão de R$ 700 milhões em debêntures.
  • Gafisa (GFSA3) voltou ao radar após a Redwood Administração de Recursos elevar sua participação acionária para 26,3%.
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Mercado segue sensível aos próximos indicadores

Os investidores permanecem atentos aos próximos dados econômicos nos Estados Unidos, que poderão influenciar as expectativas para a trajetória dos juros pelo Federal Reserve. Ao mesmo tempo, os preços do petróleo, o comportamento do dólar, o desempenho das commodities e o fluxo de capital estrangeiro continuam sendo os principais vetores para os mercados globais e para a Bolsa brasileira ao longo desta semana.

O cenário permanece de elevada volatilidade, exigindo atenção redobrada dos investidores diante das mudanças no ambiente econômico internacional e dos reflexos sobre ativos ligados ao agronegócio, mineração, energia e exportações brasileiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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