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Cnen seleciona propostas de uso de energia nuclear em áreas como agricultura e saúde

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A Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) abriu processo seletivo para propostas de projetos que utilizem a energia nuclear para o desenvolvimento da agricultura, da saúde humana, das questões relacionadas ao meio ambiente e da indústria. O prazo para inscrição dos trabalhos segue até 28 de fevereiro. O objetivo é formular projetos nacionais de cooperação técnica com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), para o ciclo 2028-2029. A Cnen é uma autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). 

Esses projetos são o principal mecanismo da AIEA para transferir tecnologia nuclear aos estados-membros e, assim, atingir prioridades de desenvolvimento em diversas áreas. Os trabalhos devem considerar pelo menos uma das Metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) previstos na Agenda 2030 das Nações Unidas, em especial, os nove objetivos singularizados pela AIEA para os quais a contribuição de técnicas nucleares é particularmente relevante. De acordo com o edital do Cnen, cada projeto deve trazer geração de conhecimento novo para o país ou o aperfeiçoamento de conhecimento pré-existente. 

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As propostas devem estar vinculadas às áreas de agricultura e alimentos; saúde humana; água e meio ambiente; energia; reatores de pesquisa; e aplicações industriais. As ideias inscritas devem prever contrapartida de financiamento de entidade da administração pública brasileira (municipal, estadual ou federal), ou orçamento próprio. A AIEA não pode ser o único financiador. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Hidrovia do São Francisco pode baratear alimentos e reforçar abastecimento no interior do país

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) estuda a reativação da hidrovia do Rio São Francisco como forma de reduzir o custo do transporte de cargas, elevando o impacto no preço dos alimentos. A iniciativa busca melhorar o abastecimento de cidades do interior, com mais regularidade na chegada de produtos essenciais ao dia a dia da população.

Na prática, a expectativa é de aumento da circulação de mercadorias, dinamização das economias locais e geração de empregos em setores como transporte, operação portuária, comércio e serviços.

Atualmente, o trecho navegável tem 1.371 quilômetros, entre Pirapora (MG), Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), com potencial para atender 505 municípios e cerca de 11,4 milhões de pessoas. A estimativa é de movimentação de até 5 milhões de toneladas já no primeiro ano de operação.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou que a reativação da hidrovia do São Francisco melhora a eficiência logística e reduz custos de transporte. “Ela também amplia a integração de regiões que dependem do rio como infraestrutura essencial. A volta da hidrovia do Velho Chico significa levar mais desenvolvimento, baratear o transporte de mercadorias e conectar pessoas.”

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Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a hidrovia também aumenta o acesso a insumos essenciais. “A hidrovia amplia a regularidade no transporte de cargas e melhora a chegada de alimentos e materiais indispensáveis, especialmente em regiões que dependem desse modal”, afirmou.

Entre as principais cargas previstas estão grãos como soja, milho e algodão, além de fertilizantes, calcário e gesso, insumos diretamente ligados à produção agrícola e ao custo final dos alimentos.

Mais conexão
O projeto de reativar a Hidrovia do São Francisco inclui ainda melhorias na navegabilidade do rio e na infraestrutura ao longo do percurso, além da implantação de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4). A medida deve estender o acesso de municípios ribeirinhos ao transporte hidroviário e fortalecer a integração logística entre regiões do interior.

A gestão da hidrovia será transferida do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), em articulação com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), como parte da reorganização da governança do modal hidroviário.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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