Agro
Clima favorável acelera plantio de algodão na Bahia e mantém produtividade da safra 2025/26
A semeadura do algodão na Bahia já atingiu aproximadamente 20% dos 403 mil hectares planejados para a safra 2025/26. Segundo a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Aiba), as condições climáticas atuais estão favorecendo o avanço das operações, permitindo que os produtores mantenham o ritmo dentro da janela de plantio recomendada.
Área cultivada registra leve redução
Em relação à safra anterior, a área total plantada caiu 2,4%, resultado de ajustes estratégicos dos agricultores frente às oscilações de mercado e aos custos de produção. Apesar disso, a produção estimada permanece em 2,006 milhões de toneladas, mantendo a produtividade média em 332 arrobas por hectare.
Tecnificação e planejamento sustentam produtividade
A estabilidade nos rendimentos, mesmo com a redução de área, reflete a maior tecnificação e o planejamento agronômico adotado nas principais regiões produtoras, como Luís Eduardo Magalhães e São Desidério, que concentram grande parte da produção estadual.
O uso de tecnologias modernas e práticas de manejo eficientes tem contribuído para garantir uma safra robusta e competitiva, alinhada às expectativas do mercado interno e externo.
Condições climáticas favorecem o bom estabelecimento da lavoura
Até o início de dezembro, o plantio seguia dentro da janela ideal, o que reduz riscos de pragas iniciais e fortalece o estabelecimento da cultura. Os produtores estão concentrados no manejo adequado do solo e na nutrição inicial da lavoura, medidas essenciais para assegurar rendimento e qualidade da fibra.
Com a continuidade das chuvas e adoção de boas práticas, a expectativa é que a safra mantenha desempenho técnico consistente com os anos anteriores, contribuindo para a balança comercial brasileira e para a economia regional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Colheita avança no Sul enquanto safrinha entra em fase crítica
A safra brasileira de milho avança em ritmos diferentes conforme a região do país. Enquanto produtores do Sul e parte do Sudeste praticamente encerram a colheita do milho verão, o milho segunda safra — conhecido como safrinha e responsável pela maior parte da produção nacional — atravessa fases decisivas de desenvolvimento no Centro-Oeste e no Paraná, com o clima no centro das atenções do mercado.
Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita da primeira safra está praticamente concluída no Paraná e se aproxima do fim em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em São Paulo, os trabalhos também avançam rapidamente, enquanto Minas Gerais segue acelerando a retirada do cereal das lavouras. A boa produtividade registrada em parte das áreas do Sul ajuda a reforçar a oferta no mercado interno neste início de segundo semestre.
Ao mesmo tempo, o milho safrinha segue em desenvolvimento nas principais regiões produtoras do país. Em Mato Grosso, maior produtor nacional, grande parte das lavouras já está em enchimento de grãos, reflexo do plantio antecipado após a colheita da soja. Em Goiás e Mato Grosso do Sul, as áreas apresentam desenvolvimento variado conforme a época de plantio e o comportamento das chuvas nos últimos meses.
No Paraná, segundo maior produtor de milho segunda safra do Brasil, muitas lavouras ainda estão em floração e espigamento, fase considerada uma das mais sensíveis para definição do potencial produtivo.
Técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral) e da Conab acompanham com atenção as condições climáticas, especialmente diante da redução das chuvas em algumas regiões e da chegada das primeiras massas de ar frio mais intensas do ano.
A preocupação do setor é que períodos prolongados de estiagem ou ocorrência de geadas fora do padrão possam afetar parte das lavouras justamente durante o desenvolvimento reprodutivo. Por outro lado, áreas plantadas dentro da janela ideal ainda apresentam bom potencial produtivo, principalmente em Mato Grosso.
A Conab projeta uma produção robusta para o milho brasileiro na safra 2025/26, sustentada principalmente pela segunda safra, que responde por cerca de 75% da produção nacional. O desempenho da safrinha será decisivo para o abastecimento interno, formação dos estoques e ritmo das exportações brasileiras no segundo semestre.
No mercado, cooperativas, tradings e indústrias de ração acompanham de perto a evolução climática nas próximas semanas. O comportamento das lavouras no Centro-Oeste e no Paraná deve influenciar diretamente os preços do cereal, os custos da cadeia de proteína animal e o volume disponível para exportação ao longo de 2026.
Fonte: Pensar Agro
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