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Agro

Cibra lança FIDC Fiagro de R$150 milhões para impulsionar vendas de fertilizantes no Brasil

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A Cibra, uma das principais empresas de fertilizantes do Brasil, anunciou o lançamento de um FIDC Fiagro no valor de R$150 milhões. O fundo tem como objetivo ampliar a comercialização de fertilizantes, com foco em culturas de grãos como soja e milho, oferecendo maior acesso a crédito para produtores rurais.

A operação é gerida pela Opea, hub de soluções em crédito estruturado, e conta com coordenação do Itaú BBA. Este é o segundo FIDC estruturado pela Cibra, reforçando a estratégia da empresa de fortalecer a cadeia produtiva do agronegócio.

Compromisso com soluções financeiras inovadoras

Segundo Santiago Franco, CEO da Cibra, o novo Fiagro reforça o compromisso da companhia em oferecer alternativas financeiras que favoreçam o crescimento sustentável do setor:

“O fundo reflete nosso interesse em promover soluções inovadoras para o agronegócio, fortalecendo toda a cadeia produtiva.”

Gestão de capital de giro em cenário de crédito apertado

De acordo com Brunno Leto, gerente Financeiro da Cibra, em um cenário de crédito mais restrito para o setor agrícola, a emissão do Fiagro é uma solução estratégica para a gestão do capital de giro:

“A emissão garante a liquidez necessária para as operações e reforça a resiliência e a capacidade de planejamento das companhias do setor.”

Tendência de securitização cresce entre empresas de insumos agrícolas

Para Renato Barros Frascino, head de agronegócio da Opea, a iniciativa acompanha uma tendência crescente no mercado:

“Mesmo num cenário desafiador no agronegócio, cada vez mais empresas de insumos agrícolas utilizam veículos de securitização — como FIAGROs, FIDCs, CRAs e CR — para acessar recursos no mercado de capitais e fomentar as vendas de insumos com prazo safra.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Agrishow 2026 registra R$ 11,4 bilhões em negócios e queda de 22% reflete cenário desafiador do agro

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A Agrishow encerrou sua 31ª edição com R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios, resultado que representa uma queda de 22% em relação ao ano anterior. O desempenho reflete o atual momento do mercado de máquinas agrícolas, pressionado por juros elevados, volatilidade cambial e preços menos favoráveis das commodities.

Apesar da retração nos negócios, o evento manteve forte presença de público, reunindo 197 mil visitantes ao longo de cinco dias, volume semelhante ao registrado na edição anterior. No feriado de 1º de maio, último dia da feira, a organização antecipou a abertura dos portões para atender à alta demanda.

Cenário econômico impacta vendas de máquinas

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o resultado acompanha o desempenho do setor ao longo do ano. No primeiro trimestre de 2026, as vendas internas de máquinas e equipamentos agrícolas registraram queda de 19,9% na comparação com o mesmo período de 2025.

Entre os principais fatores que explicam o recuo estão:

  • Taxas de juros elevadas
  • Oscilações no câmbio
  • Queda na rentabilidade de algumas commodities
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Esse conjunto de variáveis tem reduzido o ritmo de investimentos por parte dos produtores, especialmente em bens de maior valor agregado.

Resiliência do agro sustenta investimentos

Mesmo diante do cenário desafiador, lideranças do setor destacam a continuidade dos investimentos e a confiança no potencial do agronegócio brasileiro.

A avaliação é de que o momento atual faz parte de um ciclo mais adverso, comum ao setor, mas que não compromete as perspectivas de médio e longo prazo. A agricultura brasileira segue sendo vista como um dos principais motores da economia nacional.

Tecnologia e inovação seguem como prioridade

A edição de 2026 da Agrishow reforçou a busca por soluções tecnológicas voltadas à produtividade, eficiência e sustentabilidade. Máquinas mais modernas, sistemas de irrigação e soluções de armazenagem continuaram no centro das atenções, indicando que a inovação permanece como prioridade estratégica.

Perspectiva para o setor

A expectativa do mercado é de recuperação gradual à medida que fatores macroeconômicos, como juros e câmbio, se estabilizem. O comportamento das commodities também será determinante para destravar novos investimentos.

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Enquanto isso, o desempenho da Agrishow evidencia um setor que, mesmo pressionado, mantém sua capacidade de adaptação e segue preparado para aproveitar os próximos ciclos de crescimento do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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