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Chacina de Sinop. Dr Alikan Zanotti Chega a Mato Grosso onde atuará como assistente de acusação

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Na última semana, o renomado advogado Alikan Zanotti visitou o estado de Mato Grosso para conhecer o judiciário de Sinop e a comarca onde atuará em breve como assistente de acusação no caso conhecido como a chacina de Sinop, que ocorreu no dia 21 de fevereiro deste ano e resultou na morte de sete pessoas, incluindo uma adolescente de 12 anos.

Durante sua visita, Zanotti teve a oportunidade de conhecer a cidade de Alta Floresta e também a cidade de Sinop, onde teve contato com os profissionais envolvidos no caso e pôde avaliar as melhores estratégias para sua atuação como assistente de acusação.

O autor da chacina, Edgard Ricardo de Oliveira, de 30 anos, foi indiciado por homicídio qualificado, roubo, furto e posse irregular de arma de fogo adulterada. Seis pessoas morreram no local e a sétima vítima faleceu posteriormente no hospital.
O advogado Alikan Zanotti, que possui escritórios em Londrina e no município de São João do Ivaí, no norte do Paraná, é conhecido por sua habilidade na defesa de casos complexos e de grande repercussão, o que o torna uma figura importante na luta por justiça no caso da chacina de Sinop.

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A revista Paraná acompanhará de perto o trabalho realizado por Zanotti no estado de Mato Grosso como assistente de acusação neste caso e trará mais informações em breve sobre sua atuação e os desdobramentos do caso.

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Em Palmital, MPPR oferece denúncia criminal e pede o afastamento das funções de escrivão e sua esposa, que teriam cobrado taxas indevidas ao longo de 15 anos

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Em Palmital, no Centro-Sul do estado, o Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da comarca, ofereceu denúncia criminal contra um escrivão e sua esposa, que teriam cobrado taxas indevidas no cartório em que trabalhavam ao longo de pelo menos 15 anos. São apontados os crimes de prevaricação (art. 319 do Código Penal), falsidade ideológica (art. 399) e excesso de exação, relacionado à cobrança de tributos (art. 316). O MPPR requereu o afastamento do casal do exercício das funções públicas por 180 dias, o que foi acatado pelo Judiciário.

Áudio do Promotor de Justiça Frederico Augusto Gomes

Conforme a denúncia, os acusados, “servidores da serventia judicial da Comarca de Palmital – sendo o primeiro escrivão titular e a segunda servidora do setor – teriam, em comunhão de esforços, praticado irregularidades funcionais de forma reiterada e sistemática ao longo de extenso período (ao menos entre 2010 e julho de 2025), consistentes, em síntese, na cobrança indevida ou em desacordo com tabelas oficiais de custas processuais, inclusive em feitos acobertados pela gratuidade da justiça, bem como na manutenção indevida de processos para cobrança de valores prescritos”.

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Ao receber a denúncia, o Juízo determinou cautelarmente o afastamento dos acusados, com a proibição expressa de ingresso, permanência ou frequência às dependências do cartório cível e anexos, salvo prévia autorização judicial, bem como a entrega das chaves, crachás, senhas e acessos físicos ou eletrônicos eventualmente vinculados ao exercício funcional. Eles também estão proibidos de contato direto ou indireto, por qualquer meio, com as testemunhas arroladas na denúncia e com servidores diretamente vinculados aos fatos investigados.

Processo 0000477-10.2026.8.16.0125

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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