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CGPAL reforça ação para a identificação de novas oportunidades para interligação de localidades da Amazônia Legal ao SIN

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O Comitê Gestor do Programa de Redução Estrutural de Custos de Geração de Energia na Amazônia Legal e de Navegabilidade dos Rios Madeira e Tocantins (Pró-Amazônia Legal – CGPAL), presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), publicou na terça-feira (16/6) resolução que convoca a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) a apresentar proposta de localidades para as quais tenham sido identificados benefícios decorrentes da interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN), com o objetivo de promover a redução estrutural dos custos de geração de energia elétrica na Amazônia Legal.

A iniciativa será conduzida nos próximos meses, sob a coordenação da Secretaria-Executiva do CGPAL e com o apoio das instituições de suporte técnico vinculadas ao MME. As propostas de interligação deverão identificar localidades com potencial benefício econômico decorrente da conexão ao SIN, contribuindo para a redução das despesas atualmente custeadas pela Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).

As localidades propostas serão avaliadas e priorizadas com base em critérios técnicos e econômicos, considerando, entre outros aspectos, o potencial de redução dos custos de geração de energia e os níveis de perdas observados nos sistemas atualmente atendidos por geração isolada. Também serão consultadas as distribuidoras de energia que possuam localidades com potencial de interligação ao SIN.

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A proposta de localidades a ser apresentada deverá consolidar estudos já realizados pela EPE e contemplar informações essenciais para a tomada de decisão pelo Comitê Gestor, incluindo a identificação das localidades, os custos de implantação, as análises de retorno econômico, as configurações de atendimento avaliadas e uma avaliação preliminar dos aspectos socioambientais.

Os projetos selecionados poderão contar com recursos da Conta de Desenvolvimento da Amazônia Legal (CDAL), observados os limites definidos pelo CGPAL e a disponibilidade orçamentária do Programa. Adicionalmente, poderão ser utilizados mecanismos complementares de financiamento previstos na regulamentação setorial, incluindo recursos provenientes da sub-rogação da CCC.

A previsão é de que na última reunião de 2026 do Comitê sejam selecionadas e aprovadas as localidades aptas para aporte de recursos.

Com essa iniciativa, o MME fortalece o Programa Energias da Amazônia por meio de ações voltadas à integração energética da Amazônia Legal. Desde 2023, 52 sistemas isolados foram interligados, beneficiando cerca de 1 milhão de pessoas. Com o leilão de sistemas isolados realizado em 2025, foram contratados 50 megawatts de potência, com investimento de R$ 312 milhões, destinados ao atendimento de 30 mil pessoas em localidades remotas dos estados do Amazonas e do Pará.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Senasp promove encontro nacional para compartilhamento de boas práticas em investigações envolvendo criptoativos

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Brasília, 17/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), realizou, entre 9 e 11 de junho, o III Encontro Técnico de Compartilhamento de Boas Práticas em Investigações Envolvendo Criptoativos, na capital federal.

Coordenado pelo Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), com apoio do Crypyolab e do Instituto de Direito Público (IDP), o evento reuniu profissionais das áreas de investigação, persecução penal, inteligência, defesa cibernética e rastreamento patrimonial, promovendo o intercâmbio de experiências e o fortalecimento da cooperação institucional no enfrentamento aos crimes relacionados a ativos virtuais.

A ação integrou os esforços da Senasp voltados ao fortalecimento das capacidades das instituições de segurança pública diante dos desafios impostos pelo uso crescente de criptoativos em práticas criminosas, como lavagem de dinheiro, fraudes eletrônicas, exploração sexual de crianças e adolescentes e outras modalidades de criminalidade organizada.

Programação

Ao longo dos três dias de programação, foram debatidos temas relacionados à tecnologia blockchain, ao rastreamento de ativos virtuais, à investigação financeira, à recuperação patrimonial, ao compliance, à cooperação internacional, à atuação de organizações criminosas e a estudos de casos reais conduzidos por instituições nacionais e estrangeiras.

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O encontro reuniu representantes de tribunais de justiça, polícias civis, polícias militares, ministérios públicos estaduais, Ministério Público Federal (MPF), Procuradoria-Geral da República (PGR), Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Ministério da Justiça e Segurança Pública e Exército Brasileiro, por meio da Escola Nacional de Defesa Cibernética.

A programação também contou com a participação de especialistas internacionais vinculados ao Serviço Secreto dos Estados Unidos (United States Secret Service), à Homeland Security Investigations (HSI), ao Federal Bureau of Investigation (FBI) e ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos (Department of Justice – DOJ), por intermédio do programa International Computer Hacking and Intellectual Property (ICHIP).

O último dia foi dedicado a atividades práticas voltadas ao aperfeiçoamento técnico dos participantes, com a aplicação de metodologias e ferramentas utilizadas em investigações envolvendo criptoativos.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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