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Brasil

CeLesTe registra mais de 63 mil interações em pouco mais de um mês

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Lançada para facilitar o acesso de trabalhadores, trabalhadoras e empresas aos serviços do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a assistente virtual CeLesTe registrou 63.233 interações em pouco mais de um mês de funcionamento. De acordo com a Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI/MTE), entre 30 de outubro e 16 de dezembro, a ferramenta atendeu, em média, 1.317 usuários por dia, alcançando pico de 3.228 acessos em 25 de novembro.

A funcionalidade “Falar com a Assistente Virtual” foi a mais procurada entre os seis principais serviços oferecidos pela CeLesTe, somando 43.220 acessos. Outros serviços que se destacaram foram o “Registro de manifestações” (6.482 acessos), que permite registrar reclamações, sugestões, solicitações, elogios ou denúncias, e a “Plataforma Facilita” (5.925 acessos), ferramenta lançada recentemente que funciona como canal direto entre a população e o Ministério para a resolução de demandas de trabalhadores e empresas.

A assistente virtual também permite que cidadãos e cidadãs consultem serviços, documentos disponíveis no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e legislações relacionadas ao Trabalho e Emprego. Entre os temas mais procurados estão os benefícios trabalhistas, como Seguro-Desemprego, Abono Salarial e FGTS Digital, que lideram as buscas na plataforma.

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Melhorias

Para assegurar a melhoria contínua do serviço, o Ministério do Trabalho e Emprego tem realizado ajustes no código da ferramenta, com suporte do Serpro, além de aprimorar a interpretação de saudações e disponibilizar uma pesquisa de satisfação ao final de cada atendimento.

Desenvolvida com tecnologia de inteligência artificial (IA), a CeLesTe está disponível 24 horas por dia. O acesso pode ser feito por meio do ícone localizado no canto inferior direito do site oficial do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

Oito Centros de Convivência passam a integrar a rede de saúde mental do SUS

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O Brasil passa a contar com oito Centros de Convivência (CECOs), habilitados para integrar a rede de saúde mental do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Voltados à convivência, à participação social, à promoção da cidadania e à inclusão social, os CECOs desenvolvem atividades culturais, educativas, esportivas, de lazer, economia solidária e interação comunitária. Os espaços são abertos à população em geral e têm papel estratégico para pessoas em sofrimento psíquico e em situação de vulnerabilidade social, complementando as ações da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

A medida foi oficializada pelas Portarias GM/MS nº 12.016 e GM/MS nº 12.013, de 23 de julho de 2026, publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Conforme previsto nas normativas, os oito Centros de Convivência (CECOs) habilitados receberão, em conjunto, R$ 300 mil mensais para custeio, o que representa R$ 3,6 milhões em recursos federais por ano para manutenção dos serviços.

Os serviços habilitados serão implantados nos seguintes municípios:

  • Uberlândia (MG)
  • Betim (MG)
  • Boa Esperança (MG)
  • Curvelo (MG)
  • Virgolândia (MG)
  • Contagem Carmo (RJ)
  • Joinville (SC)
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“Os Centros de Convivência já fazem parte da Rede de Atenção Psicossocial há muitos anos e demonstram, na prática, sua potência na promoção da saúde mental, da cidadania e da inclusão social. Com a habilitação e o financiamento federal fortalecemos uma estratégia fundamental para a reabilitação psicossocial e para a construção de vínculos comunitários”, afirma o diretor do Departamento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Marcelo Kimati.

Fortalecimento de laços sociais e à promoção da cidadania

Os Centros de Convivência são espaços comunitários voltados ao fortalecimento de laços sociais, à promoção da cidadania e ao protagonismo dos participantes. Neles, a população em geral pode participar de atividades de convivência, cultura, esporte, lazer e economia solidária que favorecem a inclusão social, a ampliação da circulação nos territórios e a construção de vínculos comunitários.

Entre as iniciativas desenvolvidas nos CECOs estão ações relacionadas à arte, cultura, comunicação, esporte, lazer, economia solidária, comercialização e formalização de empreendimentos. As atividades estimulam a participação social, o protagonismo e a troca de saberes entre os conviventes, que podem atuar tanto como aprendizes quanto como multiplicadores de conhecimentos. Além de fortalecer vínculos comunitários, os espaços contribuem para que os participantes reconheçam suas potencialidades e ampliem suas possibilidades de inclusão social e de geração de renda por meio de iniciativas como artesanato, culinária e outros empreendimentos coletivos.

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Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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