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Política Nacional

CDR aprova mais indicações em emendas ao Orçamento deste ano

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A Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR) aprovou nesta terça-feira (30) mais 278 emendas ao projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025. Este é o quarto ciclo de deliberação das indicações das no colegiado.

As emendas de comissões são apresentadas a partir de regras de transparência e rastreabilidade definidas pela Lei Complementar 210, de 2024. A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), presidente da CDR, foi a relatora das indicações.

Ela informou que o colegiado recebeu um total de 323 propostas para dar apoio a projetos de desenvolvimento sustentável local integrado e de infraestrutura turística. As indicações aprovadas serão encaminhadas à Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Dorinha apresentou um balanço da distribuição regional das indicações apresentadas até o momento pela comissão:

  • Nordeste: 40,8% (R$ 413.311.620)
  • Norte: 29,2% (R$ 295.556.691)
  • Centro-Oeste: 13,6% (R$ 137.855.295)
  • Sudeste: 9,3% (R$ 93.956.613)
  • Sul: 7,1% (R$ 71.739.120)

Segundo a presidência, já foram indicados 92,21% dos R$ 700 milhões destinados ao desenvolvimento regional e 91,75% dos R$ 400 milhões para turismo.

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— A distribuição contempla de forma equilibrada as cinco regiões, respeitando especificidades locais e prioridades dos parlamentares — enfatizou Dorinha.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

TCU deverá decidir até 21 de maio sobre leilão para reserva de capacidade no setor elétrico

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O Tribunal de Contas da União (TCU) deverá julgar o mérito do leilão de reserva de capacidade do setor elétrico antes do dia 21 de maio, data prevista para a homologação dos primeiros contratos. O certame foi questionado pelo Ministério Público junto ao TCU após a mudança dos preços-teto que haviam sido definidos.

Os impactos desse leilão foram analisados nesta terça-feira (28) na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. “O leilão gera preocupações quanto à eficiência econômica, à transparência dos critérios adotados e aos impactos tarifários”, escreveu o deputado Danilo Forte (PP-CE) ao propor o debate.

Realizado em março, o leilão envolveu a contratação de 19,5 gigawatts (GW) em todo o país, no período de 2026 a 2031. Como se trata de reserva, a ideia é que cada usina fique de prontidão – só gerará energia de fato quando for necessário.

Críticas
Durante o debate, Danilo Forte e outros especialistas criticaram o Ministério de Minas e Energia por ter dobrado o preço-teto da disputa apenas 72 horas antes do leilão. Estima-se que os contratos, com duração de 15 anos, possam ainda gerar um passivo superior a R$ 500 bilhões nas contas de luz dos consumidores.

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“A sociedade precisa saber quem autorizou esse aumento de preço em 72 horas, e quem impediu o acesso à implantação de um sistema moderno de baterias para colocar de novo o Brasil na sua vocação natural da transição energética”, afirmou Danilo Forte. Ele criticou a exclusão de algumas fontes renováveis no leilão.

Na mesma linha, o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa, alertou para os prejuízos ao setor produtivo. “O entendimento é que, de fato, [esse leilão] tira a competitividade da indústria nacional”, disse ele durante o debate.

Explicações
Representantes do governo federal defenderam o leilão pela necessidade de evitar apagões. Na audiência pública, o superintendente-adjunto da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Caio Leocárdio, ressaltou que a medida seguiu critérios para conferir flexibilidade e segurança operacional à rede nacional.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o Brasil registra déficits crescentes de potência no horário de pico (início da noite), quando as usinas solares reduzem a geração de energia. Por isso, continuou o ONS, o País necessita de unidades movidas por fontes para suprir a demanda em períodos críticos.

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Reportagem – Ralph Machado
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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