Paraná
CBHs do Piraponema, Litorânea e Rio Jordão têm reuniões técnicas nesta semana
Os Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH) do Piraponema, Litorânea e Rio Jordão terão nesta semana, entre terça-feira (5) e quinta-feira (7), reuniões de encerramento das atividades em 2023. As discussões do CBH Piraponema e Rio Jordão poderão ser acompanhadas pela transmissão ao vivo no YouTube. Já o encontro da CBH Litorânea será apenas na modalidade presencial.
As reuniões têm como pauta principal a moção de manifestação contrária à manutenção dos artigos 2º e 3º do Projeto de Lei Federal nº. 2.918/2021, que diz respeito à distribuição da compensação financeira pelo uso de recurso hídrico para geração de energia, revisão das ações realizadas em 2023 e a aprovação do plano de trabalho para 2024.
PIRAPONEMA – A 42ª reunião ordinária ocorre nesta terça-feira (5), às 14 horas, e pode ser acompanhada por meio da plataforma virtual Zoom, além da transmissão ao vivo para toda a população pelo YouTube.
O grupo abrange 56 municípios e tem como um dos objetivos do encontro atualizar as decisões da Câmara Técnica dos Instrumentos de Gestão (CTINS) e apresentar programas e intervenções realizadas pela secretaria executiva do plano de bacia.
RIO JORDÃO – Na quarta-feira (6), às 15 horas, será a vez da CBH do Rio Jordão realizar a sua 2ª reunião ordinária, de forma virtual pela plataforma Zoom para os representantes do Comitê e com transmissão simultânea pelo canal do YouTube.
A bacia do Rio Jordão contempla os municípios de Guarapuava, Inácio Martins, Pinhão, Candói, Foz do Jordão e Reserva do Iguaçu, na região Central do Estado.
LITORÂNEA – A 17ª reunião ordinária do CBH Litorânea está marcada para quinta-feira (7), às 14 horas, de forma presencial. O encontro será na Associação Comercial, Industrial e Agrícola do Paraná (ACIAP), em Paranaguá, e é aberta ao público. O endereço da ACIAP é: Rua Rodrigues Alves, 621, no Centro Histórico de Paranaguá.
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GESTÃO DA ÁGUA – Os CBHs são órgãos colegiados com atribuições normativas, deliberativas e consultivas, vinculado ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos – CERH/PR e tem o objetivo de contribuir para a aplicação da Política Estadual de Recursos Hídrico na sua área de atuação a fim de garantir o controle social da gestão das águas, conforme estabelecido pela Lei Estadual nº 12.726/1999 e Decreto Estadual nº 9.130/2010.
Eles são constituídos por representantes do Poder Público, Setores Usuários e Sociedade Civil Organizada, os quais compartilham responsabilidades na gestão dos Recursos Hídricos.
As reuniões estão previstas no plano de trabalho da Diretoria de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT), órgão executivo gestor do Sistema Estadual de Recursos Hídricos, que desempenha o papel de agência de água dentro dos comitês com o apoio técnico e financeiro, além de atuar na secretaria executiva.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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