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Casal que tentou matar a própria filha de três meses de idade e foi denunciado pelo MPPR em Campo Largo vai a júri popular nesta quarta-feira, 21 de junho

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O Tribunal do Júri de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, julgará nesta quarta-feira, 21 de junho, um casal denunciado pelo Ministério Público do Paraná por tentativa de homicídio. Eles são acusados de tentarem matar a própria filha, de três meses de idade, em novembro de 2019, quando a vítima estava internada em uma unidade hospitalar para tratamento de saúde.

De acordo com a denúncia oferecida em março de 2020 pela 5ª Promotoria de Justiça de Campo Largo, o casal teria agredido a bebê sacudindo-a e causando-lhe diversas fraturas e hemorragias. Segundo a ação penal, os autores “tinham a intenção de se livrar da filha recém-nascida, consanguínea de primeiro grau, para não mais incomodá-los com problemas ou despesas”. Os dois deixaram o local rapidamente quando acreditaram que a menina já estava morta, tendo a vítima sobrevivido graças ao pronto atendimento recebido pela equipe médica do hospital. O julgamento está previsto para começar às 13 horas no Tribunal do Júri de Campo Largo.

Processo número 0013039-04.2019.8.16.0026.

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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A partir de denúncia do MPPR, Judiciário impõe diversas medidas cautelares contra vereadora de Londrina investigada por maus-tratos contra animais

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A pedido do Ministério Público do Paraná, a 5ª Vara Criminal de Londrina, no Norte Central do estado, determinou a imposição de medidas cautelares contra a vereadora investigada e denunciada por diversos ilícitos ambientais cometidos enquanto esteve à frente da Associação Defensora dos Animais de Londrina (ADA Londrina), entidade privada sem fins lucrativos que, a partir de ação proposta pelo MPPR, passa por intervenção judicial. A liminar, expedida na última terça-feira, 26 de maio, responde a pedido feito em denúncia pela 20ª Promotoria de Justiça de Londrina – a ação penal já foi recebida pelo Judiciário.

Áudio da Promotora de Justiça Révia Aparecida Peixoto de Paula Luna

Entre as determinações da liminar, está a proibição de se aproximar da sede da ADA e de manter qualquer tipo de contato com as testemunhas do processo judicial, além do impedimento de manter a guarda de animais, devendo a vereadora entregar imediatamente todos os cães e gatos atualmente sob seus cuidados à equipe de bem-estar animal de Londrina.

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Reiteração de conduta – Após receber denúncia anônima e verificar nesta quarta-feira, 27 de maio, que alguns animais haviam sido retirados da chácara mantida pela vereadora, a autoridade policial instaurou novo inquérito para apuração de possíveis crimes de maus-tratos contra animais. Tal fato, na avaliação da Promotoria de Justiça, demonstra a reiteração de conduta criminosa da acusada, que, mesmo respondendo a processo criminal por maus-tratos contra cerca de mil animais e após proibições impostas no âmbito cível, continua mantendo animais em condições inadequadas e dificultando a apuração dos fatos e o resgate dos cães e gatos.

A ADA, que chegou a abrigar cerca de mil animais, é atualmente gerida pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU-Londrina). O pedido de intervenção foi requerido diante dos indícios de maus-tratos e de desvios de recursos públicos e doações da população destinadas à entidade. As condutas criminosas praticadas, em tese, pela parlamentar teriam ocorrido entre 24 de janeiro de 2019 e 13 de maio de 2025.

Processo 0084010-74.2024.8.16.0014

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06/04/2026 – Ministério Público do Paraná denuncia por maus-tratos a animais e outros crimes vereadora de Londrina responsável por entidade que está sob intervenção judicial

24/04/2025 – Liminar obtida pelo MPPR determina intervenção em entidade de Londrina suspeita de desviar doações e recursos públicos e de maltratar animais

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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