Paraná
Carteira assinada no Natal: Paraná tem 25,2 mil vagas nas Agências do Trabalhador
O Paraná inicia a semana com abertas nas Agências do Trabalhador e nos postos avançados coordenados pela Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda. As oportunidades abrangem todas as regiões do Estado e reforçam o ritmo aquecido da economia paranaense, principalmente nas áreas de produção, logística, comércio e serviços.
Entre as funções com maior número de postos disponíveis estão alimentador de linha de produção (7.119 vagas), abatedor (1.402), operador de caixa (1.042) e repositor de mercadorias (871). Os números refletem o dinamismo das cadeias produtivas que tradicionalmente lideram a geração de empregos formais no Paraná.
A regional com maior volume de oportunidades nesta semana é Curitiba e Região Metropolitana, que reúne 5.164 vagas, distribuídas entre produção, logística, comércio e serviços gerais — incluindo 585 vagas para alimentador de linha de produção, 365 para auxiliar de logística, 341 para operador de caixa e 300 para faxineiro. Apenas a Agência de Curitiba tem 861 oportunidades.
Logo depois aparece Cascavel, com 5.994 vagas, impulsionada principalmente pela agroindústria. Entre as funções mais buscadas estão alimentador de linha de produção (1.912 vagas), abatedor (933) e operador de caixa (233). A regional de Campo Mourão também se destaca, reunindo 3.023 vagas, com forte demanda por alimentador de linha de produção (1.323), magarefe (310) e abatedor (227).
Na sequência, Foz do Iguaçu soma 2.721 vagas, com destaque para 920 oportunidades de alimentação de linha de produção, enquanto Londrina apresenta 2.371 vagas, especialmente em comércio e serviços, incluindo repositor, vendedor e atendente de lojas. Em Maringá, são 1.433 vagas, concentradas em produção e varejo. Paranaguá reúne 778 vagas, com forte demanda no comércio e serviços gerais. Já Pato Branco registra 1.474 vagas, e Umuarama, 912, impulsionadas pela indústria alimentícia e funções operacionais.
Além das vagas gerais, o programa Master Job amplia o número de oportunidades para profissionais com qualificação técnica e superior. Em Curitiba, são 63 vagas em áreas como enfermagem, administração, manutenção, engenharia, design, segurança do trabalho e pedagogia, além de 5 vagas de estágio. Já na Região Metropolitana de Curitiba, o programa oferece 7 vagas qualificadas e 2 vagas de estágio.
Segundo o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo, o volume expressivo de oportunidades demonstra a força do mercado de trabalho paranaense e o compromisso do governo em facilitar o acesso ao emprego.
“Nosso foco é aproximar o cidadão das oportunidades reais do mercado. As Agências do Trabalhador estão preparadas para orientar, encaminhar e garantir que cada pessoa tenha condições de alcançar sua primeira vaga ou uma recolocação profissional. O Paraná segue firme como referência nacional na geração de trabalho e renda”, afirma.
SETOR DE SERVIÇOS – O Paraná segue avançando de maneira consistente na geração de empregos formais e confirma seu protagonismo no cenário econômico nacional. Os resultados mais recentes do Caged revelam que o Estado mantém um ritmo firme de expansão da atividade econômica e se destaca de forma especial na região Sul.
O setor de serviços, historicamente um dos pilares da economia paranaense, assumiu novamente o papel de principal força motriz do mercado de trabalho em 2025. Somente no mês de outubro foram criadas 5.579 novas vagas, o que reforça a amplitude e a vitalidade das atividades ligadas à tecnologia, saúde, educação, logística, turismo, alimentação, atendimento ao público e serviços especializados.
No acumulado entre janeiro e outubro, o setor já registra 70.614 novos postos de trabalho, resultado que consolida sua liderança absoluta na geração de oportunidades e sua contribuição direta para o fortalecimento do emprego no Estado.
Fonte: Governo PR
Paraná
MP em Movimento impulsiona avanços na gestão de resíduos sólidos em municípios da região Norte do Estado
Durante cerca de 20 anos, moradores de Faxinal, na região Norte do Paraná, conviveram com os impactos causados por um lixão a céu aberto. Hoje, a situação está diferente. O local foi desativado no mês passado e o município passou a adotar medidas para adequar a destinação dos resíduos às normas ambientais, com implantação da coleta seletiva, organização da reciclagem e elaboração de projeto para um aterro sanitário.
A mudança em Faxinal é um dos resultados das articulações promovidas pelo Ministério Público do Paraná durante o MP em Movimento. Balanço elaborado pela regional do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) mostra que diversos municípios do Norte Central do Estado avançaram na gestão de resíduos sólidos após reunião realizada em abril de 2025, que reuniu gestores públicos, órgãos ambientais e representantes do Ministério Público para discutir a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Evolução – Além de Faxinal, outros municípios também registraram avanços importantes. Em Jataizinho, o antigo lixão foi desativado, a coleta seletiva foi estruturada, uma cooperativa de recicladores entrou em funcionamento e o município passou a terceirizar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.
De acordo com a presidente da cooperativa, Vanessa Maria Pereira, 15 pessoas sustentam suas famílias com a renda obtida por meio da coleta e separação de materiais recicláveis. “Os benefícios da cooperativa são para toda a população, que está aprendendo a fazer a separação correta dos recicláveis e evitando a poluição”, afirmou.
Também registraram avanços importantes os municípios de Florestópolis, Lupionópolis, Santa Cecília do Pavão, Rosário do Ivaí, Grandes Rios, São João do Ivaí e Cambé.
Entre as medidas adotadas estão a regularização de áreas de transbordo, a implantação ou o fortalecimento da coleta seletiva, o licenciamento ambiental de estruturas e a elaboração de projetos para recuperação de áreas degradadas e aprimoramento da gestão dos resíduos.
Além dos benefícios ambientais, o relatório do Gaema destaca reflexos diretos das mudanças na saúde pública e na qualidade de vida da população, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água, diminuindo a proliferação de vetores de doenças e fortalecendo a reciclagem e a inclusão social por meio da atuação de cooperativas e associações de catadores.
Pendências – O acompanhamento do Gaema mostra que alguns municípios ainda enfrentam desafios. Centenário do Sul permanece entre as situações mais críticas da região, embora tenha iniciado medidas de regularização ambiental. Porecatu mantém o lixão em operação e ainda precisa avançar no licenciamento ambiental de suas estruturas.
Em Kaloré, houve retrocesso, com a paralisação das obras da nova área de transbordo e a manutenção do lixão em funcionamento. O caso segue em fase de cumprimento de sentença, e o MPPR adotou novas medidas para que o Município regularize a situação e viabilize a implantação do aterro sanitário e do barracão de reciclagem.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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