Paraná
Cara nova: Carteira do Passe Livre é atualizada e fica mais segura
A Carteira do Passe Livre está de cara nova e mais segura para os usuários. O Governo do Paraná, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Social e Família, modernizou o documento, o que aumentou a confiabilidade das informações, evitando fraudes. O benefício garante transporte coletivo gratuito em linhas intermunicipais para pessoas com deficiência ou portadoras de algumas doenças crônicas elencadas.
O novo Passe Livre conta com o sistema QR Code para a conferência dos dados fornecidos na hora do cadastramento, que deverão ser consultados no momento do embarque do passageiro. Com o novo layout do documento as informações estão mais nítidas e objetivas. Desde janeiro de 2019, o Passe Livre foi concedido a cerca de 16 mil pessoas no Paraná.
“Esse é um mecanismo essencial para auxiliarmos as pessoas que mais precisam, que permite que todos tenham mobilidade, seja para os tratamentos de saúde, quanto para o lazer. É preciso que esses mecanismos sejam cada vez mais aperfeiçoados para oferecer serviços cada vez mais atualizados e que facilitem a vida de população”, destacou o secretário do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.
A carteirinha é produzida por meio de parceria entre a Secretaria do Desenvolvimento Social e Família, Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), responsável por fiscalizar o uso do benefício, e a Celepar, que desenvolveu o novo modelo e também faz a impressão.
PROGRAMA – O Passe Livre é um benefício instituído por lei estadual (Lei 18.419/2015) concedido a pessoas com deficiência e também portadoras de algumas doenças crônicas, com renda familiar per capita inferior a dois salários mínimos.
Algumas das doenças crônicas elencadas são: insuficiência renal crônica, câncer, Doença de Crohn, transtornos mentais graves, hemofilia, esclerose múltipla, transtorno do espectro autista, portadoras de HIV e mucoviscidose (fibrose cística). Isso facilita o deslocamento para quem faz tratamento continuado fora do município de residência.
COMO OBTER – A Carteira do Passe Livre pode ser solicitada de forma eletrônica (AQUI), em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou junto ao órgão municipal de assistência social da cidade do interessado.
Os pedidos são enviados à equipe técnica do programa e analisados conforme critérios previstos na lei. A carteirinha é liberada em cerca de 30 dias.
Os documentos necessários dos usuários são: requerimento de Passe Livre Intermunicipal; ficha da avaliação socioeconômica; laudo médico de avaliação fornecido por profissional habilitado no SUS (com CID 10 da patologia); foto 3X4 (recente e sem danos); cópia da carteira de identidade; cópia do CPF; cópia do comprovante de residência, comprovante de rendimentos de todos os membros do núcleo familiar.
Quando houver prescrição médica da necessidade de acompanhante, devem ser apresentadas cópias da carteira de identidade (RG) de até três pessoas, maiores de 18 anos.
Mais informações neste LINK.
Fonte: Governo PR
Paraná
Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024
O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.
Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz
As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.
A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.
Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.
Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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