Agro
Brasil abre mercado para o agronegócio com a Índia
O governo brasileiro concluiu sua missão oficial na Índia, celebrando a conquista da abertura de mercado para produtos do setor agropecuário. Em comunicado divulgado no sábado, o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou o êxito das negociações com os indianos, descrevendo-as como diversas e favoráveis.
“Fomos bem-sucedidos na abertura do mercado para o avocado e, no âmbito da fruticultura, finalizamos o processo de acesso ao mercado indiano para cítricos, incluindo limão-taiti, limão siciliano, lima ácida e tangerina.
Além disso, assinamos um memorando de entendimento para expandir as oportunidades de exportação de soja, possibilitando a venda de suplementos alimentares para a cadeia de produção de leite na Índia”, declarou o Ministro. Também foi firmado um acordo visando ao aprimoramento genético da pecuária leiteira de ambos os países.
O Brasil, que durante décadas buscou a colaboração da Índia para a melhoria genética do seu rebanho zebuíno, agora poderá retribuir essa contribuição por meio da cooperação técnica no aprimoramento genético da raça Girolando, conforme informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A comitiva brasileira também participou de eventos nos quais foram assinados memorandos de entendimento entre instituições dos dois países, com o objetivo de fortalecer a cooperação e impulsionar o desenvolvimento do comércio bilateral.
Carlos Fávaro ainda se encontrou com o Ministro da Agência de Segurança e Padrões Alimentares da Índia, Kamala V Rao. Durante a reunião, foram discutidas questões relacionadas à autorização para importação de produtos de açaí brasileiro, incluindo polpa e açaí liofilizado. Recentemente, o mercado indiano foi aberto para a exportação de refrescos brasileiros.
Fonte: Pensar Agro
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CerradinhoBio supera R$ 1,5 bilhão de EBITDA e amplia lucro em 90% na Safra 2025/2026
Resultados reforçam eficiência operacional e estratégia de diversificação
A CerradinhoBio, empresa do setor de bioenergia que atua na produção de etanol, açúcar, energia e nutrição animal a partir de matérias-primas renováveis como cana-de-açúcar e milho, divulgou os resultados consolidados da Safra 2025/2026 com desempenho recorde.
O EBITDA da companhia atingiu R$ 1,536 bilhão, crescimento de 35% em relação ao ciclo anterior. O EBIT ajustado somou R$ 1,026 bilhão, alta de 42%. Já o lucro líquido chegou a R$ 372,7 milhões, avanço expressivo de 90% na comparação anual.
A receita líquida consolidada foi de R$ 4,288 bilhões, enquanto a alavancagem financeira recuou de 2,00x para 1,40x (dívida líquida/EBITDA), uma redução de 30% em relação a março de 2025.
Mix produtivo mais diversificado sustenta crescimento
O desempenho da companhia reflete a consolidação da estratégia de diversificação do portfólio, com maior participação do açúcar e do etanol de milho na composição das receitas.
Segundo a empresa, a safra foi marcada por resultados operacionais consistentes e recordes históricos em diferentes frentes de produção, reforçando a eficiência do modelo integrado de negócios.
Moagem de cana e milho cresce e impulsiona produção
A moagem de cana-de-açúcar totalizou 5,181 milhões de toneladas, alta de 8% em relação à safra anterior. No segmento de milho, a moagem alcançou 1,514 milhão de toneladas, crescimento de 4%.
A produção de açúcar VHP somou 415 mil toneladas, salto de 195% na comparação anual. O resultado reflete a conclusão da segunda fase da fábrica de açúcar dentro do prazo previsto, permitindo que 62% do mix da cana fosse direcionado à produção do adoçante.
Etanol de milho ganha protagonismo no portfólio
A produção total de etanol atingiu 865 mil metros cúbicos na safra. Desse volume, 687 mil m³ foram provenientes das unidades de etanol de milho.
O segmento também registrou crescimento na coprodução de derivados, com 362 mil toneladas de DDGs (+3%) e 28,6 mil toneladas de óleo (+9%), reforçando o aproveitamento industrial da cadeia do milho.
Gestão financeira e execução de projetos são destaques
Para o CEO da CerradinhoBio, Renato Pretti, a safra marcou um avanço relevante na qualidade operacional e na execução de projetos estratégicos.
Segundo ele, a companhia fortaleceu sua estrutura de capital ao reduzir a alavancagem e, ao mesmo tempo, direcionou investimentos para iniciativas com retorno mais rápido e sinergias operacionais.
“Os resultados demonstram a capacidade da companhia de gerar valor, mesmo em um ambiente setorial desafiador”, destacou o executivo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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