Brasil
Boletim destaca boas práticas em negociações coletivas sobre redução da jornada sem corte de salário
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publica nesta segunda-feira o boletim nº 18 da série Boas Práticas em Negociações Coletivas, com foco em cláusulas que promovem a redução da jornada de trabalho sem redução salarial. A publicação reúne exemplos de acordos e convenções coletivas registrados no Sistema Mediador do MTE que demonstram como o diálogo social pode contribuir para relações de trabalho mais equilibradas e para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores.
O boletim evidencia a baixa incidência dessas experiências negociadas nas regiões do país. Foram identificados no Sistema Mediador cláusulas que estabeleceram jornadas semanais de 40 horas, sem diminuição de salários ou prejuízo de direitos. As cláusulas foram pactuadas em categorias como processamento de dados, cooperativas de crédito, difusão cultural, indústria metalúrgica, entidades sindicais e conselhos regionais, entre outras.
A redução da jornada de trabalho é um tema historicamente debatido no mundo do trabalho e tem sido apontada como uma medida capaz de contribuir para a melhoria das condições laborais, para o equilíbrio entre vida profissional e pessoal e para a promoção da saúde física e mental dos trabalhadores. Hoje, em 2026, a redução de jornada é pauta central para a população Brasileira e reformas estruturais na Constituição. O assunto está em discussão, no Congresso Nacional, para que a jornada de trabalho semanal de 40 horas seja realidade no Brasil.
Entre os exemplos apresentados no boletim estão cláusulas que fixam jornadas de 40 horas semanais de segunda a sexta-feira, preservando salários e demais direitos dos empregados. Há ainda negociações que mantiveram jornadas reduzidas já existentes e outras que adequaram turnos de trabalho sem prejuízo das condições anteriormente conquistadas pelos trabalhadores.
De acordo com a coordenadora de Relações do Trabalho da Secretaria de Relações do Trabalho, do MTE, Rafaele Rodrigues, a negociação coletiva tem papel estratégico na construção de soluções que conciliem desenvolvimento econômico e valorização do trabalho. “As experiências reunidas neste boletim demonstram como o diálogo entre trabalhadores e empregadores pode contribuir para avanços importantes nas condições de trabalho, promovendo mais qualidade de vida, saúde e equilíbrio nas relações laborais”, destaca.
A série Boas Práticas em Negociações Coletivas é resultado da parceria entre o MTE e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e busca identificar e divulgar cláusulas inovadoras negociadas em diferentes setores econômicos do país, valorizando o diálogo social como instrumento de promoção do trabalho decente e da justiça social.
Brasil
MPA participa do Salão do Turismo para promover a pesca amadora e esportiva
O Ministério da Pesca e Aquicultura esteve presente no maior evento de promoção do turismo brasileiro. O Salão do Turismo foi realizado entre os dias 7 e 9 de maio, em Fortaleza (CE), reunindo setor público, empresas e organizações voltadas para o desenvolvimento do setor turístico no Brasil.
Organizado pelo Ministério do Turismo (MTur), o evento contou com espaços para a promoção de destinos turísticos, experiências gastronômicas e feirão de viagens. Durante a programação, o MPA apresentou iniciativas inovadoras desenvolvidas pelo MPA para impulsionar a pesca amadora e esportiva e o turismo de pesca, promover o uso sustentável dos recursos pesqueiros e fortalecer a geração de renda nas regiões turísticas brasileiras.
O Plano Nacional da Pesca Amadora e Esportiva, a websérie sobre boas práticas do pesque e solte, o livro técnico sobre a pesca amadora no Brasil e o Painel do Pescador Amador e Esportivo, ferramenta inédita de gestão para o setor, foram alguns dos destaques da apresentação do MPA.
Para a coordenadora-geral de Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Lariessa Soares, “a participação do Ministério no evento evidencia o avanço histórico das políticas públicas voltadas à pesca Amadora e esportiva, consolidando o segmento como importante vetor de desenvolvimento econômico, ambiental e social para o Brasil”.
Segundo Lariessa, como próximos passos, o MPA dará continuidade à implementação e ao monitoramento das ações previstas no Plano Nacional da Pesca Amadora e Esportiva. A ideia é fortalecer iniciativas voltadas à promoção do turismo de pesca, ao uso sustentável dos recursos pesqueiros e à estruturação de dados estratégicos para o setor.
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