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Agro

Boehringer Ingelheim reforça protocolo integrado para vacas leiteiras no período de secagem

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Período de secagem: fase estratégica para saúde e produtividade

O período de secagem é uma etapa decisiva no ciclo produtivo das vacas leiteiras. É nesse intervalo que o tecido mamário se regenera, infecções subclínicas adquiridas durante a lactação são reduzidas e a base para uma nova lactação saudável e produtiva é preparada.

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica, reforça que um manejo correto nesse período impacta diretamente o bem-estar, a longevidade e a performance do rebanho.

Protocolos bem planejados trazem benefícios concretos

Especialistas destacam que protocolos estruturados para o período seco proporcionam resultados claros:

  • Redução da mastite clínica e subclínica no pós-parto;
  • Maior desempenho produtivo na lactação;
  • Melhor bem-estar geral das vacas.

“Decisões acertadas nessa fase impactam diretamente a saúde do rebanho. Além de controlar a inflamação mamária, é essencial garantir conforto aos animais e prevenir infecções no final da lactação”, explica Filipe Fernando, diretor da unidade de grandes animais da Boehringer Ingelheim.

Combinação de ações preventivas e terapias intramamárias

Para uma transição assertiva, recomenda-se protocolos que unam medidas preventivas e terapias intramamárias específicas. Essa abordagem reduz desafios sanitários, estabiliza o período seco e favorece uma lactação inicial mais consistente.

“A secagem é um momento-chave na rotina do produtor rural, permitindo que o gado se recupere e evitando problemas para a próxima fase de produção. Atravessá-la com eficiência gera maior rentabilidade e melhora a qualidade do leite”, completa Filipe Fernando.

Conforto animal e controle de inflamação: prioridades do manejo

Durante o período de secagem, é fundamental proporcionar conforto às vacas enquanto se controla a inflamação natural do processo de involução mamária.

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Ao mesmo tempo, é necessário prevenir infecções que podem surgir no final da lactação. Protocolos combinados de prevenção e terapias intramamárias se mostram essenciais para reduzir doenças, estabilizar a transição e garantir uma lactação inicial mais produtiva.

Tecnologias da Boehringer Ingelheim para o período seco

A Boehringer Ingelheim oferece soluções específicas para o período de secagem, incluindo:

  • J-vac® – vacina para bovinos sadios, auxilia na prevenção de mastite;
  • Mamyzin® – antibiótico intramamário de amplo espectro, combate infecções no final da lactação.

Essa combinação forma um protocolo integrado, garantindo menor incidência de doenças, melhor desempenho reprodutivo e metabólico, maior produção de leite e reforço do bem-estar do rebanho.

Compromisso com ciência e manejo responsável

A farmacêutica reafirma seu compromisso em unir ciência, tecnologia e manejo responsável, apoiando produtores e profissionais no desenvolvimento de rebanhos mais saudáveis, produtivos e eficientes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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