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Audiência da Rádio Educativa cresce 999% nas plataformas digitais em 2025

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A Rádio Educativa 97.1 FM registrou crescimento expressivo no ambiente digital em 2025. Segundo dados oficiais divulgados pelo Spotify, o número de novos ouvintes da emissora na plataforma aumentou 999% em relação a 2024, consolidando a ampliação do alcance da rádio para além do dial e fortalecendo sua presença no meio digital.

Além da expressiva alta no número de novos usuários, o perfil da rádio também apresentou aumento de 28% na quantidade de seguidores e crescimento de 32% no público total ao longo do ano. Os resultados refletem a estratégia de disponibilizar parte da programação na plataforma de streaming, permitindo o acesso sob demanda, a qualquer hora e em qualquer lugar do mundo.

Reconhecida como referência em música brasileira, com programas como Arquivo MPB, a Rádio Educativa ampliou também sua audiência internacional. Em 2025, os conteúdos da emissora foram ouvidos em 21 países, mantendo o Brasil como líder em número de acessos, seguido por Portugal, Alemanha, Estados Unidos e Argentina.

Entre os episódios de maior audiência está a entrevista com Renata Quadros, criadora do canal “Re-Contando Casos”, sobre o universo do true crime, exibida no programa Papo, que atualmente é um dos principais produtos da rádio também no ambiente digital.

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RECONHECIMENTOS DA PLATAFORMA – O desempenho rendeu três reconhecimentos simbólicos concedidos pelo Spotify a criadores de conteúdo. O primeiro foi o de “Programa Digno de Maratona de 2025”, atribuído a produtores cujo conteúdo teve tempo médio de consumo 87% superior à média da plataforma.

A Rádio Educativa também recebeu o selo de “Tema de Conversa de 2025”, por registrar mais interações que 78% dos demais programas, e o de “Programa Mais Compartilhado de 2025”, já que seus episódios foram compartilhados 76% mais vezes do que os de outros criadores.

ATUAÇÃO MULTIPLATAFORMA – O Papo é exibido ao vivo de segunda a sexta-feira, ao meio-dia, e é apresentado pelos jornalistas Cristiano Castilho e Beto Pacheco. O programa é transmitido simultaneamente pela Rádio Educativa 97.1 FM, TV Paraná Turismo e YouTube, com os episódios disponibilizados posteriormente no Spotify.

Com foco em cultura, a atração também aborda temas como inclusão, diversidade, ciência e educação, reunindo especialistas, artistas e novos talentos.

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Somente em 2025, o programa recebeu convidados como Áurea Martins, Azymuth, Boogarins, Claudette King, Cristovão Tezza, Dori Caymmi, Edu Lobo, Jards Macalé, Joyce Moreno, Lenine, Lobão, Mel Lisboa, Nelson Motta, Supla, Theo Bial, Thedy Corrêa e Denise Stoklos, entre outros.

Em novembro, o programa inaugurou um novo estúdio e passou a operar com identidade visual renovada, acompanhando a reformulação da TV Paraná Turismo, que atualmente possui 100% de sua programação composta por produção própria. O projeto já contabiliza mais de 1.500 entrevistados desde sua estreia, em junho de 2022.

Ouça a Rádio Paraná Educativa:

No dial: 97.1FM

No Instagram: @radioparanaeducativa

No site: www.comunicacao.pr.gov.br/radio-ao-vivo

No Spotify: Rádio Educativa FM

Fonte: Governo PR

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Paraná

Paraná registra 1.802 atendimentos no projeto de Insulina Glargina para diabetes

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A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), a convite do Ministério da Saúde (MS), iniciou uma parceria com o órgão federal para implementação do projeto-piloto visando a ampliação do acesso à insulina Glargina. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o cuidado e melhorar a qualidade de vida de pacientes com diabetes mellitus, principalmente daqueles que enfrentam dificuldades no controle da glicemia com os tratamentos convencionais.

O diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue e exige acompanhamento contínuo, mudanças no estilo de vida e, em muitos casos, uso diário de medicamentos e insulina. A doença também é um importante fator de risco para complicações cardiovasculares, especialmente quando não há controle adequado da glicemia.

Implementado em fevereiro deste ano, o projeto já atendeu no Paraná 1.802 pacientes até o dia 20 de maio de 2026. O Estado recebeu uma remessa de 19.891 unidades de canetas reutilizáveis de insulina Glargina para atendimento da população contemplada pelo programa.

De acordo com o secretário da Saúde do Paraná, César Neves, o projeto busca ampliar a assistência aos pacientes e avaliar os resultados clínicos da utilização da medicação na rede pública de saúde. “A proposta é oferecer um tratamento mais eficiente para pacientes que apresentam dificuldades no controle glicêmico. O acompanhamento adequado contribui para reduzir complicações e melhorar significativamente a qualidade de vida dessas pessoas”, afirmou.

O tratamento contempla novos diagnósticos e a migração de pacientes que utilizam a insulina NPH, conforme indicação médica. O público atendido nesta fase inclui idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 e tipo 2, além de crianças e adolescentes entre 2 e 17 anos com diabetes tipo 1. O projeto também prevê monitoramento dos pacientes atendidos, com avaliação médica e acompanhamento multiprofissional realizado pelas equipes de saúde.

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AÇÃO PROLONGADA – Segundo o médico endocrinologista e coordenador da Saúde do Adulto no Departamento de Atenção Primária à Saúde da SMS Curitiba, Alexei Volaco, a insulina Glargina é um análogo de insulina, ou seja, um medicamento que teve sua molécula modificada para alterar suas características de ação. “Essa modificação estrutural faz com que a insulina tenha absorção mais lenta após a aplicação subcutânea, proporcionando uma ação prolongada de até 24 horas, sem picos de ação”, explicou.

O endocrinologista reforça que o controle adequado do diabetes depende de fatores como alimentação equilibrada, prática de atividade física, adesão ao tratamento e acompanhamento regular. “O uso correto da insulina, aliado aos cuidados diários, ajuda a prevenir complicações graves da doença e proporciona mais segurança e qualidade de vida ao paciente”, completou.

PREVENÇÃO E IDENTIFICAÇÃO – Além da distribuição do medicamento, a iniciativa também destaca a importância da prevenção e da identificação precoce do diabetes. Entre os sinais mais comuns da doença estão sede intensa, aumento da vontade de urinar, fadiga, emagrecimento sem causa aparente e alterações na visão.

A paciente Martha Notburga Rosniecek, de 90 anos, que participa do projeto-piloto, relata melhora significativa no controle da glicemia após o início do tratamento com a insulina Glargina. ‘Estou me dando muito bem com essa nova insulina. Parece que ela é melhor do que a outra que eu usava. Depois que comecei o tratamento, meus exames melhoraram bastante e a glicemia ficou mais controlada no dia a dia. Isso me trouxe mais tranquilidade e segurança’, relatou.

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Segundo ela, o acompanhamento realizado pelas equipes de saúde também tem contribuído para melhorar a qualidade de vida. Hoje consigo acompanhar melhor os resultados e percebo que os níveis diminuíram bastante. Acho que melhorou muito”, afirmou Martha.

Para Antônio José Bertulino, de 83 anos, a utilização da insulina Glargina trouxe melhora significativa no controle da glicemia e mais qualidade de vida. “Antes eu tinha muita dificuldade para controlar o diabetes. Mesmo usando a outra insulina, a glicemia chegava a níveis muito altos. Depois que comecei a usar a insulina Glargina, melhorou bastante. Hoje, em alguns dias, a medição fica em 90, 87. Isso traz mais tranquilidade e segurança. Ter acesso gratuito a esse medicamento pela rede pública está sendo muito bom e fez diferença na minha saúde”, relatou.

PRODUÇÃO NACIONAL – A adoção desta estratégia pelo Ministério da Saúde (MS) é uma resposta à escassez global das insulinas humanas, NPH e regular, registrada desde 2023. Para reduzir a vulnerabilidade do país e fortalecer a produção nacional, foi formalizada em abril de 2025 a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) de insulina Glargina.

Fonte: Governo PR

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