Paraná
Audiência da duplicação entre Guarapuava e Pitanga é adiada para o início de maio
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), adiou a data da realização da audiência pública online sobre a obra de duplicação e restauração em concreto da PRC-466 entre Pitanga, no Centro, e Guarapuava, no Centro-Sul, para o dia 03 de maio, sexta-feira da semana que vem.
A prorrogação vai garantir que a população tenha ainda mais tempo para consultar os projetos e estudos da obra, disponíveis no portal do DER/PR. Estão neste site, inclusive, maquetes digitais da obra, dividida em dois trechos: Pitanga a Turvo, e Turvo a Palmeirinha (distrito de Guarapuava).
A audiência terá início às 14h e previsão de encerramento às 15h30, transmitida pelo YouTube. A população poderá encaminhar seus questionamentos e contribuições. Todos serão respondidos durante o evento ou diretamente ao cidadão, e depois disponibilizados online.
Além de uma nova pista em concreto, a atual será restaurada utilizando a técnica whitetopping, em que o pavimento asfáltico existente é reciclado e aproveitado como base para as placas do novo pavimento rígido de concreto. Com a duplicação, as pistas serão separadas por canteiro central ou barreiras de concreto New Jersey nos perímetros urbanos.
Ao todo serão apresentadas e discutidas as obras ao longo de um trecho de 71 quilômetros. As intervenções planejadas pelo Governo do Estado também incluem melhorias como viadutos e retornos em nível, além da duplicação e restauração.
Serviço:
Data: 03 de maio, sexta-feira
Horário: 14h às 15h30
Local: online via YouTube
Contato: WhatsApp (41) 9-9283-1480 ou e-mail [email protected]
Fonte: Governo PR
Paraná
19 de abril: ações em várias frentes no Paraná garantem saúde integral aos povos indígenas
No Dia dos Povos Indígenas, celebrado neste domingo, 19 de abril, o Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), reforça seu papel no cuidado aos povos originários por meio de estratégias que garantem o suporte especializado e a proteção desta população. De acordo com o Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI/SESAI/MS), o Paraná possui em 2026 uma população de 28 mil indígenas, com predominância das etnias Guarani e Kaingang, dos quais 20.375 vivem em 69 aldeias distribuídas por 31 municípios paranaenses.
O Distrito Sanitário Especial Indígena Litoral Sul (DSEI LSUL) é responsável por organizar e executar as ações de atenção primária à saúde para povos que vivem em aldeias no Paraná.
O modelo de assistência é estruturado de forma tripartite. Enquanto a Atenção Primária nas aldeias é responsabilidade do Ministério da Saúde, via Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), os níveis de média e alta complexidade são pactuados de forma conjunta entre o DSEI Litoral Sul, o Estado e os municípios.
Essa organização segue a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI) e o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS), garantindo que as Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI) atuem diretamente nos territórios, enquanto a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) garante o suporte especializado.
O secretário estadual da Saúde, César Neves, ressalta que as diretrizes adotadas pelo Estado buscam garantir que o sistema de saúde seja, acima de tudo, inclusivo.
“A saúde indígena no Paraná é fruto de uma articulação técnica exemplar. Ao estratificarmos gestantes e crianças indígenas no risco intermediário, por exemplo, estamos diminuindo distâncias e acelerando o acesso a especialistas. É o Estado atuando com inteligência e sensibilidade para garantir que o direito à saúde seja pleno, respeitando as particularidades sociais e geográficas das nossas 69 aldeias” destacou o secretário.
Para que essa engrenagem funcione na ponta, a Sesa aposta na transversalidade das políticas públicas, integrando diferentes áreas da saúde para responder às necessidades específicas dos povos originários. Essa atuação conjunta permite que o Estado vá além do suporte logístico, estabelecendo diretrizes clínicas que priorizam o atendimento indígena em toda a Rede de Atenção à Saúde (RAS).
LINHAS DE ATENÇÃO – Na Linha de Atenção Materno Infantil, por exemplo, é assegurado que a gestante e a criança indígena sejam estratificadas no risco intermediário. A medida visa garantir agilidade no acesso a exames e consultas especializadas, reduzindo o impacto das vulnerabilidades sociais e de escolaridade na qualidade da assistência prestada.
Na área de Saúde Mental, o Estado utiliza o Instrumento de Estratificação de Risco para qualificar o compartilhamento do cuidado entre a Atenção Primária e a rede especializada. A ferramenta identifica a população indígena como um grupo de “condições especiais”, o que amplia o olhar técnico e facilita o dimensionamento da demanda no território. Estas estratégias permitem uma articulação entre as equipes de saúde do Estado, municípios e Saúde indígena.
MULHERES DO RIO DAS COBRAS – Um exemplo desse esforço integrado foi a ação destinada às mulheres da Aldeia Rio das Cobras, a maior terra indígena do Estado, entre Nova Laranjeiras e Espigão Alto do Iguaçu, no Centro-Sul do Estado.
Para atender a comunidade das etnias Guarani e Kaingang, a Carreta Saúde da Mulher, unidade móvel da Sesa que percorre o Paraná para descentralizar o acesso a exames diagnósticos e preventivos, disponibilizou acesso exclusivo aos serviços em sua passagem por Nova Laranjeiras. A mobilização garantiu o atendimento das mulheres da aldeia, com a oferta de 40 mamografias, 31 ultrassonografias e exames de Papanicolau, além de orientações de autocuidado.
IMUNIZAÇÃO NAS ALDEIAS – O suporte logístico e técnico do Estado também se reflete nos índices de vacinação. Com o início da estratégia agora em março de 2026, o Paraná já aplicou mais de 3,1 mil doses de vacina contra influenza no público indígena. A ação dá continuidade ao trabalho robusto realizado em 2025, quando mais de 13,8 mil doses foram aplicadas.
Fonte: Governo PR
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