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Alunos e docentes de universidades estaduais podem se inscrever em programa de integração da UFPR

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Estudantes e professores de cursos de mestrado e doutorado das universidades estaduais de Maringá (UEM), de Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) podem se inscrever até 31 de julho em disciplinas interdisciplinares ofertadas na modalidade de ensino a distância (EAD). As três instituições somam 5.702 alunos matriculados em 170 cursos de pós-graduação stricto sensu. As aulas terão início na segunda quinzena de agosto, com previsão de conclusão para novembro.

A iniciativa faz parte do Projeto Disciplinas Transversais, promovido pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), e conta com a parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). O objetivo é promover a integração curricular entre os cursos e programas de pós-graduação e a troca de experiências entre alunos e professores das várias instituições de ensino superior.

O conteúdo das disciplinas transversais é desenhado a partir de temas comuns às diferentes áreas do conhecimento e formações profissionais. Com carga horária que varia de 30 a 60 horas, nesta edição foram disponibilizadas cinco disciplinas: Filosofias da Ciência e da Tecnologia; Ética em Pesquisa Científica; Escrita Acadêmica em Inglês; Produção de Gêneros Acadêmicos; e Meio Ambiente e Sustentabilidade.

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Na disciplina de Escrita Acadêmica em Inglês, professores das universidades estaduais do Centro-Oeste (Unicentro) e do Paraná (Unespar), além da UEM e da Unioeste, irão ministrar tópicos relacionados à redação de textos acadêmicos em língua inglesa. Para essa disciplina é recomendável proficiência B1 de idiomas, que é o terceiro nível no Quadro Europeu Comum de Referências para Línguas (QECR), padrão internacional de aprendizagem em língua estrangeira.

O coordenador de Ensino Superior da Seti, Fabiano Gonçalves Costa, destaca os aspectos de compartilhamento e aprendizagem colaborativa promovidos pelas disciplinas transversais. “A iniciativa representa uma oportunidade para que os acadêmicos possam refletir sobre resultados mais amplos nas pesquisas e estabelecer colaborações com colegas de outras áreas do conhecimento, proporcionando um espaço para a proposição de projetos e estudos interdisciplinares”, afirma.

A expectativa é estender, futuramente, as vagas no Projeto Disciplinas Transversais para os alunos dos cursos de graduação das sete universidades estaduais, e contemplar temas sobre ética, saúde, meio ambiente, trabalho e cultura.

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INSCRIÇÃO – Os interessados nas disciplinas transversais ofertadas para o segundo semestre deste ano devem enviar e-mail para as pró-reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação das respectivas instituições: UEM ([email protected]); UEPG ([email protected]); e Unioeste ([email protected]). Os acadêmicos devem consultar as universidades sobre os critérios para aproveitamento e equivalência de créditos e equiparação de disciplinas, de acordo com as grades curriculares dos cursos aos quais estão vinculados.

Serviço:

Projeto Disciplinas Transversais – 2º Semestre de 2023

Inscrições: até 31 de julho

UEM

Responsável: Carlos Humberto Martins (Diretor de Pós-graduação)

Telefone: (44) 3011-4364

E-mail: [email protected]

UEPG

Responsável: José Danilo Szezech Junior (Diretor de Pós-graduação)

Telefone: (42) 3220-3789

E-mail: [email protected]

Unioeste

Responsável: Nelso Valmir Banaszeski (Chefe da Divisão de Pós-Graduação)

Telefone: (45) 3220-3039

E-mail: [email protected]

Fonte: Governo PR

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Paraná

Com emprego em alta, Paraná tem redução na desigualdade de renda, aponta IBGE

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Com investimentos sociais e a menor taxa de desemprego da história, o Paraná reduziu a desigualdade de renda da população, calculada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O retrato é diferente do cenário nacional, que assistiu aumento da concentração de renda e da desigualdade. Os dados de todos os rendimentos (salários, aposentadorias, programas sociais, entre outros) refletem em maior qualidade de vida e também têm relação direta com aumento da segurança.

Os paranaenses que integram a faixa do 1% mais rico da população, por exemplo, concentraram 9,3% da renda local em 2025, considerando a massa do rendimento domiciliar per capita. Em 2024, a elite social do Estado tinha 10,7% do total da riqueza. No Brasil, os cidadãos que compõem a classe do 1% mais rico passaram a deter 11% da renda nacional no ano passado, acima da marca de 10,7% registrada em 2024.

Ou seja, a diminuição da disparidade é resultado da diminuição da pobreza. Na faixa que reúne os 20% mais pobres da população estadual, por exemplo, houve aumento real de 9,7% do rendimento per capita, sendo contabilizado percentual ainda maior, da ordem de 11,4%, na metade mais pobre da população paranaense.

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Os resultados do Índice de Gini, indicador que mede a qualidade de vida, também demonstram a melhoria na distribuição de renda do Estado. Em 2025, esse índice, que varia de 0 a 1, com zero representando a plena igualdade e um a máxima concentração (ou seja, quanto menor, melhor), atingiu 0,470, abaixo do resultado de 0,473 observado em 2024. Já no País, o Índice de Gini subiu de 0,504 para 0,511. O Estado registra uma melhora constante nesse indicador desde 2018, quando era de 0,491.

“Enquanto o Estado reduziu a desigualdade de renda, o País apresentou aumento da concentração dos rendimentos no topo da pirâmide social. Isso acontece porque em 2025 ultrapassamos a marca de 6,2 milhões de paranaenses ocupados, o que foi acompanhado pelo aumento real dos salários, alicerçando o avanço social que temos observado”, afirma o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado.

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Em 2025, o Paraná também registrou o quinto maior rendimento médio mensal do País, de R$ 3.852, acima da média brasileira de R$ 3.367. O resultado paranaense representa um crescimento de 62,3% em relação ao valor recebido em 2018 (R$ 2.374) e de 144,6% na comparação com 2012 (R$ 1.575), início da série histórica.

Na prática, os paranaenses receberam R$ 485 a mais por mês que a média brasileira, diferença que vem aumentando nos últimos anos. Em 2023, por exemplo, era de R$ 186 (R$ 3.020, ante R$ 2.834), passando para R$ 476 em 2024 (R$ 3.519, ante R$ 3.043) até alcançar o índice de 2025, maior diferença da série.

Fonte: Governo PR

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