Paraná
Agência do Trabalhador de Curitiba terá mutirão com mil vagas na próxima segunda
A Secretaria de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda promove na próxima segunda-feira (8) o último Mutirão Geral de Empregos do ano, na Agência do Trabalhador Central de Curitiba, na Rua Pedro Ivo, 503, no Centro. A ação reunirá mais de 15 empresas, disponibilizando cerca de de mil vagas em diversos setores, contemplando candidatos com diferentes níveis de experiência e escolaridade.
O atendimento acontecerá das 9h às 14h, com distribuição de senhas até as 12h. O objetivo é facilitar o acesso dos trabalhadores às oportunidades de emprego e reforçar o compromisso do Estado com políticas públicas que impulsionam a geração de renda e ampliam as possibilidades de recolocação profissional.
O secretário estadual do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo, destaca que este último mutirão do ano sintetiza o esforço permanente do Governo do Estado em aproximar os trabalhadores das empresas que estão contratando. “Encerrar 2025 com uma ação deste porte reforça nosso compromisso com quem busca uma oportunidade. O emprego transforma realidades, fortalece famílias e movimenta a economia. Estamos trabalhando para que cada vez mais pessoas encontrem seu espaço no mercado de trabalho”, afirma.
CAGED – O Paraná segue avançando de maneira consistente na geração de empregos formais e confirma seu protagonismo no cenário econômico nacional. Os resultados mais recentes do Novo Caged revelam que o Estado mantém um ritmo firme de expansão da atividade econômica e se destaca de forma especial na Região Sul, evidenciando a confiança do setor produtivo e o impacto positivo das políticas públicas de trabalho e renda.
O setor de serviços, historicamente um dos pilares da economia paranaense, assumiu novamente o papel de principal força motriz do mercado de trabalho em 2025. Somente no mês de outubro foram criadas 5.579 novas vagas, o que reforça a amplitude e a vitalidade das atividades ligadas à tecnologia, saúde, educação, logística, turismo, alimentação, atendimento ao público e serviços especializados.
No acumulado entre janeiro e outubro, o setor já registra 70.614 novos postos de trabalho, resultado que consolida sua liderança absoluta na geração de oportunidades e sua contribuição direta para o fortalecimento do emprego no Estado.
Em relação ao mesmo período de 2024, o desempenho dos serviços apresentou um crescimento de 63%, índice considerado expressivo por especialistas e que demonstra o dinamismo e a capacidade de expansão contínua desse segmento. A ampliação da demanda por mão de obra qualificada, o surgimento de novos empreendimentos e a modernização dos processos produtivos têm impulsionado a criação de empregos em ritmo acelerado ao longo de 2025.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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