Paraná
Ação policial recupera veículo roubado e apreende 478 quilos de droga em Porto Rico
A Polícia Militar recuperou um veículo roubado e apreendeu 478 quilos de droga em operação realizada em Porto Rico, no Noroeste do Paraná, na madrugada desta sexta-feira (28). A ação foi executada por policiais da 3ª Companhia Independente da PM, com sede em Loanda.
Durante diligências, os policiais localizaram um veículo com alerta de furto e roubo. A droga, uma substância análoga à maconha, foi encontrada dentro do veículo.
As equipes da Rotam, com o apoio da Patrulha Rural e da Rádio Patrulha atuaram para recuperar o veículo, que estava em um local de difícil acesso. Foi necessário utilizar um guincho para retirá-lo.
Após investigações, foi constatado que o veículo havia sido roubado no estado de São Paulo, mas estava utilizando placas de um do Paraná – um caso de fraude veicular conhecida como “duble”, em que a adulteração dificulta a identificação.
A droga apreendida, estimada em R$ 1 milhão, e o veículo foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil de Loanda.
Fonte: Governo PR
Paraná
Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024
O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.
Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz
As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.
A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.
Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.
Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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