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Aberturas de mercado para o Brasil no Líbano e na Tanzânia

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O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias com os governos do Líbano e da Tanzânia que permitirão ao Brasil exportar diversos produtos do agronegócio para aqueles países.

No Líbano, as autoridades sanitárias autorizaram o Brasil a exportar bovinos e bubalinos vivos para reprodução. Em 2024, o Líbano importou mais de USD 195 milhões em gado vivo, de diversos países. Esta nova abertura de mercado fortalece a posição comercial do Brasil, que, no mesmo ano, exportou cerca de USD 432 milhões em produtos agropecuários para o Líbano, com destaque para carnes, complexo sucroalcooleiro e café.

Na Tanzânia, as autoridades locais autorizaram o Brasil a exportar os seguintes gêneros de produtos: produtos cárneos e termoprocessados de aves, bovinos, ovinos, caprinos e suínos; material genético avícola (ovos férteis e pintos de um dia); material genético bovino (embriões in vivo e in vitro); e bovinos vivos para reprodução. Com população de 68 milhões de habitantes e trajetória de crescimento econômico, a Tanzânia representa oportunidades futuras de negócio para os produtores brasileiros. Em 2024, a Tanzânia importou cerca de USD 31 milhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para o setor sucroalcooleiro.

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Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 486 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Combustível marítimo recua com trégua no Golfo Pérsico e alivia custos logísticos globais

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Os preços do combustível marítimo voltaram a registrar queda após semanas de forte volatilidade no mercado internacional, em meio à redução das tensões geopolíticas no Golfo Pérsico. O movimento marca uma correção importante após o pico de preços provocado pelo início do conflito na região.

Segundo dados da AMR Business Intelligence, a escalada começou em 28 de fevereiro de 2026, quando o mercado passou a precificar os riscos da guerra e seus impactos sobre o comércio global e as rotas marítimas estratégicas.

Conflito dispara preços e eleva custos do transporte marítimo

Antes do início das tensões, o combustível marítimo de baixo teor de enxofre era negociado em torno de US$ 580 por tonelada métrica. Com o agravamento do conflito, os preços chegaram a atingir US$ 1.823 no início de abril, refletindo o aumento do risco e da incerteza logística.

O combustível de alto teor de enxofre também acompanhou o movimento de alta, alcançando cerca de US$ 770 por tonelada métrica no fim de março.

Trégua mediada e reversão das cotações

A reversão do movimento ocorreu após o anúncio de uma trégua mediada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O acordo inicial previa uma pausa de duas semanas, posteriormente prorrogada por tempo indeterminado, reduzindo a pressão geopolítica na região.

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Com o arrefecimento das tensões, o mercado reagiu rapidamente, iniciando um processo de correção nos preços e devolvendo parte da valorização acumulada durante o período de conflito.

Cotações recuam, mas permanecem elevadas

Em 27 de abril, os preços já indicavam alívio nos custos logísticos globais:

  • Combustível marítimo de baixo teor de enxofre: US$ 1.116 por tonelada métrica
  • Combustível de alto teor de enxofre: US$ 681 por tonelada métrica

Apesar da queda, os valores ainda permanecem significativamente acima dos níveis registrados antes do início da guerra, evidenciando que o mercado segue sensível a riscos geopolíticos.

Impacto direto no comércio global e no agronegócio

O recuo dos preços representa um alívio parcial para os custos de transporte marítimo, setor essencial para o escoamento global de commodities agrícolas como soja, milho e carnes.

Rotas internacionais seguem monitoradas, já que o Golfo Pérsico é uma das regiões estratégicas para o fluxo energético mundial, influenciando diretamente fretes e cadeias de suprimentos.

Mercado reage a cenário mais estável, mas cautela permanece

A trégua reduziu parte da incerteza e trouxe estabilidade momentânea ao mercado de combustíveis marítimos. No entanto, analistas destacam que o setor ainda opera com cautela, dado o histórico de volatilidade recente.

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O comportamento dos preços reforça a sensibilidade do comércio global a eventos geopolíticos e a importância da estabilidade no Oriente Médio para o equilíbrio dos custos logísticos internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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