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Agro

Mapa reconhece Irineópolis como município catarinense integrado ao Sisbi-POA

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Portaria nº 1.456/2025, concedeu ao município catarinense de Irineópolis a integração de seu Serviço de Inspeção Municipal (SIM) ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), reconhecendo a equivalência do serviço municipal aos padrões nacionais de inspeção.

A integração foi marcada pela entrega solene do certificado, realizada nesta segunda-feira (15), durante visita do superintendente do Mapa em Santa Catarina, Ivanor Boing, à Prefeitura de Irineópolis.

A integração ao Sisbi-POA significa que o serviço de inspeção municipal passa a ter seus procedimentos de fiscalização e controle reconhecidos como equivalentes aos adotados em nível federal. Na prática, isso garante padronização e harmonização das ações de inspeção, seguindo as normas técnicas estabelecidas pelo Mapa, além de ampliar significativamente as oportunidades de mercado.

Com esse selo, os produtos de origem animal inspecionados pelo SIM de Irineópolis poderão ser comercializados em todo o território nacional, superando a limitação anterior de venda apenas no âmbito municipal. Além disso, o sistema confere maior credibilidade aos produtos, assegurando ao consumidor que eles atendem a rigorosos critérios de qualidade, segurança sanitária e boas práticas de produção.

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Para o superintendente Ivanor Boing, a certificação é resultado do trabalho técnico e do compromisso do município com a qualidade. “A integração ao Sistema demonstra que Irineópolis possui um serviço de inspeção estruturado, confiável e alinhado às exigências do Mapa. Isso fortalece os produtores locais, amplia o acesso a novos mercados e gera desenvolvimento econômico com segurança alimentar para a população”, destacou.

A conquista reforça o papel da parceria entre o Mapa, os municípios e os empreendedores na promoção da agroindustrialização, da valorização da produção local e do crescimento sustentável do setor agropecuário em Santa Catarina.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Agro

Banana sob pivô central atinge 32 t/ha no Oeste baiano e supera médias estadual e nacional

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Produção de banana no Brasil e na Bahia evidencia diferença de produtividade

A bananicultura segue como uma das principais atividades da fruticultura brasileira. Segundo dados da Produção Agrícola Municipal (PAM/IBGE 2024), o Brasil produziu mais de 7 milhões de toneladas de banana em uma área colhida de 469 mil hectares, com produtividade média de 14,9 toneladas por hectare.

Na Bahia, a produção chegou a 839 mil toneladas, com rendimento médio de 11,9 t/ha, abaixo da média nacional.

Oeste baiano avança com irrigação por pivô central

No Oeste da Bahia, o uso de tecnologias de irrigação vem ampliando o potencial produtivo das lavouras. Em uma região marcada por clima desafiador e alta demanda evaporativa, sistemas de irrigação de precisão têm sido adotados como estratégia para garantir estabilidade e eficiência produtiva.

Nesse contexto, a Fazenda Canta Galo, da Frutsi Agro, localizada em Serra do Ramalho (BA), se destaca como referência no uso do pivô central na cultura da banana.

Produtividade de 32 t/ha destaca eficiência do sistema na Fazenda Canta Galo

Na propriedade, o cultivo de banana prata irrigada por pivô central alcança produtividade de até 32 toneladas por hectare. O desempenho supera as médias registradas na Bahia e no Brasil, evidenciando o impacto da tecnologia na cultura.

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O sistema adotado é um pivô central modelo Super Alto da Valley, utilizado para aprimorar o controle hídrico e dar mais estabilidade ao desenvolvimento da lavoura.

Manejo hídrico é fator determinante para a cultura da banana

A bananeira é uma cultura altamente exigente em água e sensível tanto ao déficit quanto ao excesso hídrico. Em regiões semiáridas, onde a irregularidade das chuvas é uma característica recorrente, a irrigação adequada é essencial para garantir produtividade e reduzir perdas.

Mais do que fornecer água, o manejo hídrico atua diretamente na manutenção do potencial produtivo e na saúde da lavoura.

Adaptação da cultura ao pivô central trouxe estabilidade produtiva

Na Fazenda Canta Galo, a banana passou a integrar o sistema produtivo em 2019, substituindo o cultivo de mamão.

Segundo o produtor rural Thiago Bresinski Lage, a adaptação da cultura ao pivô central foi positiva. Ele destaca que a banana, por ser uma planta tropical e de alta exigência hídrica, respondeu bem ao sistema.

O produtor ressalta ainda que o pivô central contribui para a formação de um microclima na área irrigada, reduzindo o estresse térmico e favorecendo maior estabilidade produtiva em uma região de elevada demanda evaporativa.

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Plataforma de manejo hídrico reforça precisão na irrigação

Além da estrutura de irrigação, o manejo da água na fazenda é apoiado pela plataforma Scheduling, que auxilia na definição do momento e da quantidade ideal de irrigação.

De acordo com o engenheiro-agrônomo e consultor da Valley, Aldo Narici, a banana exige precisão no manejo hídrico, já que tanto o excesso quanto a falta de água podem comprometer a produção e favorecer o surgimento de doenças de solo.

Ele destaca que o uso da ferramenta contribui para decisões baseadas no balanço hídrico e na necessidade real da cultura, aumentando a eficiência do sistema produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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