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Agro-Pecuária CFM comercializa 1.136 touros Nelore CEIP em leilões de 2025 com faturamento de R$ 15 milhões

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A Agro-Pecuária CFM consolidou sua presença no mercado de genética bovina ao comercializar 1.136 touros Nelore CEIP ao longo de quatro leilões realizados em 2025, totalizando R$ 14,96 milhões em faturamento. Os animais foram adquiridos por 141 pecuaristas de 15 estados, evidenciando a ampla aceitação da genética CFM em diferentes regiões do país.

Satisfação e recompra comprovam confiança na genética CFM

Segundo Tamires Miranda Neto, gerente de pecuária da CFM, o resultado reflete a confiança dos criadores na qualidade dos touros.

“Concluímos com muito sucesso mais um ano de vendas de touros Nelore CEIP da CFM. Nos dá muita satisfação acompanhar o excelente índice de recompra da nossa genética. Criadores de diferentes regiões, com condições específicas de clima e geografia, voltam aos nossos leilões ano após ano”, afirma.

A gerente ressalta que a genética oferecida contribui diretamente para o aumento da produtividade na pecuária, reforçando a importância do investimento contínuo em touros de alto padrão.

Destaque para o Megaleilão de agosto

Entre os quatro eventos realizados em 2025, o Megaleilão de agosto se destacou, comercializando 455 touros jovens com média de R$ 17,1 mil por animal. O leilão contou com 59 compradores de nove estados, consolidando a CFM como referência nacional em genética Nelore CEIP.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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E32 deve impulsionar demanda por etanol e fortalecer liderança do Brasil em bioenergia

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A elevação da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 32% (E32) deve representar um novo avanço estratégico para o Brasil, com impactos relevantes sobre a demanda por biocombustíveis, a segurança energética e o compromisso ambiental. A medida deve ser analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) no início de maio, segundo o Ministério de Minas e Energia.

A expectativa do setor é de um efeito imediato no mercado. A ampliação da mistura pode gerar um aumento de aproximadamente 850 milhões de litros por ano na demanda por etanol anidro, além de contribuir para a redução das importações de gasolina.

Medida chega em momento estratégico para o setor

O avanço do E32 ocorre em um período considerado crucial, marcado pela renovação dos contratos de fornecimento de etanol anidro para a nova safra. A definição traz maior previsibilidade ao mercado e contribui para o equilíbrio entre oferta e demanda.

Com a expectativa de crescimento na produção, especialmente impulsionada pela cana-de-açúcar e pelo etanol de milho, o setor projeta um acréscimo superior a 4 bilhões de litros na safra atual. Nesse contexto, o aumento da mistura surge como mecanismo importante para absorver esse volume adicional.

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Impacto direto na competitividade dos combustíveis

Outro efeito relevante da medida está na relação de competitividade entre os combustíveis. Com maior participação do etanol anidro na gasolina, há uma mudança na dinâmica de consumo, favorecendo também o etanol hidratado.

Esse movimento amplia a paridade econômica entre os combustíveis, que tende a superar a referência tradicional de 70%, tornando o etanol ainda mais atrativo ao consumidor final.

Avanço na agenda de descarbonização

Além dos efeitos econômicos, o E32 reforça o protagonismo do Brasil na transição energética global. O país já é referência internacional pelo elevado uso de biocombustíveis, tanto pela mistura obrigatória quanto pela ampla adoção de veículos flex fuel.

A proposta está alinhada às diretrizes do programa Combustível do Futuro, que prevê o aumento gradual da mistura de etanol na gasolina, podendo chegar a 35% (E35) nos próximos anos.

Mercado mais estável e novos investimentos

Com maior oferta de matéria-prima e aumento da demanda, a tendência é de um mercado mais equilibrado ao longo do ciclo produtivo. A expectativa inclui redução da volatilidade de preços, melhores condições ao consumidor e estímulo a novos investimentos no setor.

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O avanço também abre espaço para novas oportunidades na bioenergia, incluindo o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis como o SAF (combustível sustentável de aviação) e o bio bunker, ampliando ainda mais o papel estratégico do Brasil no cenário energético global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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