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Paraná

Investimento de R$ 1,3 milhão do Estado: Hospital Municipal de Tamarana é reinaugurado

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), reinaugurou nesta sexta-feira (12) o Hospital Municipal São Francisco, em Tamarana, na região Norte do Paraná. A unidade, construída em 1988 e referência para a população há 35 anos, passou por uma ampla reforma que modernizou sua estrutura e ampliou o conforto e a segurança para usuários e profissionais.

O investimento estadual de R$ 1,3 milhão possibilitou uma transformação completa no hospital. As melhorias incluíram a substituição e modernização de portas e janelas, pisos e azulejos da cozinha, peças sanitárias, redes elétrica e hidráulica, telhado, forros, rufos e calhas. Também foram realizados reparos na alvenaria e concluídas as pinturas interna e externa, renovando totalmente o ambiente hospitalar.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, afirmou que a entrega evidencia o compromisso do governo estadual com a saúde dos moradores municípios. “Tamarana recebe um hospital renovado, preparado para acolher bem a sua população. Investir na estrutura da rede hospitalar é investir na dignidade das pessoas e nas condições de trabalho dos nossos profissionais”, disse o secretário. “Esta é mais uma entrega que reforça o cuidado do Estado com cada cidadão paranaense”, destacou.

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A prefeita de Tamarana, Luzia Suzukawa, ressaltou o impacto da obra para a vida da comunidade. “O Hospital São Francisco faz parte da história de Tamarana. Ter este espaço revitalizado, moderno e acolhedor é uma conquista enorme para todos. Agradeço ao Governo do Estado por acreditar no nosso município e por esse investimento que transforma o atendimento em saúde”, afirmou.

PRESENÇAS – Também participaram do evento o deputado estadual Tercilio Turini, além de vereadores, trabalhadores da saúde e lideranças locais.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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