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Paraná

Com oito satélites, obras dos museus estaduais vão para o Interior do Paraná em 2026

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura (Seec), vai criar oito satélites dos museus estaduais a partir de 2026 em diferentes regiões do Paraná. A iniciativa inédita marca um novo capítulo da política cultural do Estado ao descentralizar, pela primeira vez, os equipamentos museológicos geridos pelo Governo, até então concentrados exclusivamente em Curitiba.

Com a implantação dos novos espaços, mais de 3 milhões de peças pertencentes aos acervos dos museus estaduais poderão circular por outras regiões, ampliando de forma concreta o acesso da população à arte, à história e à memória.

Os novos satélites serão instalados em Londrina, com acervo do Museu Paranaense; em Cascavel e Maringá, com acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná; em Guarapuava e Tunas do Paraná, com acervo do Museu da Imagem e do Som do Paraná; em Paranaguá e Ponta Grossa, com acervo do Museu Casa Alfredo Andersen; e em Pato Branco, com acervo do Museu Paranaense.

A proposta é promover a democratização cultural, estimular a formação de públicos e fortalecer a identidade regional por meio da presença permanente do patrimônio museológico em diferentes pontos do Estado.

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Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, que apresentou a iniciativa nesta semana, ela se inspira em modelos já adotados na Europa. “Nem todo mundo consegue viajar até Curitiba para visitar um museu. Então é o Estado que vai até as pessoas”, disse. “Esses oito satélites vão levar nosso acervo para o Interior, ampliando o acesso à arte e ao patrimônio cultural”.

Ele também mencionou programas como o Criança no Teatro, que já levou mais de 300 mil estudantes paranaenses a espetáculos artísticos, como exemplo de política pública voltada à ampliação do acesso cultural.

A implantação dos satélites será formalizada por meio de termos de cooperação entre o Governo do Estado, os municípios e, no caso de Cascavel, com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). A Secretaria de Estado da Cultura será responsável pela licitação do mobiliário expositivo, pela curadoria e pela disponibilização das obras e dos acervos, enquanto os municípios e a universidade atuarão na gestão local, com aporte de recursos humanos e estrutura administrativa.

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De acordo com a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, os novos equipamentos simbolizam o momento histórico vivido pelo setor no Paraná. “Nunca se investiu tanto, nunca se alcançou tantos paranaenses e nunca tivemos um protagonismo tão forte da identidade cultural do Paraná no Brasil e no mundo quanto agora. Hoje podemos dizer que somos, de fato, uma Secretaria de Estado, e estamos no melhor momento da cultura paranaense”, afirmou.

Luciana destacou ainda que o projeto consolida uma política construída nos últimos anos e dialoga com outras ações estratégicas em andamento, como a presença do Museu Oscar Niemeyer em Cascavel e o anúncio de novos equipamentos culturais de projeção internacional.

“Estamos anunciando nada menos que oito satélites regionais, com a circulação de um acervo de mais de 3 milhões de peças, e muito em breve o Paraná contará com o primeiro museu internacional do Brasil: o Centre Pompidou Paraná, em Foz do Iguaçu, o primeiro satélite da instituição francesa nas Américas. Isso totaliza dez equipamentos de cultura estaduais por todas as regiões, onde antes não havia nenhum”, acrescentou.

Fonte: Governo PR

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Alunos paranaenses do ensino médio participam da Genius Olympiad, nos EUA

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As estudantes Beatriz Maria Ferreira dos Santos e Fernanda Graciele Jank, ambas de 17 anos, do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre – Ensino Integral, em Toledo, embarcaram neste fim de semana para os Estados Unidos, onde participam da Genius Olympiad, uma das maiores feiras de ciências do mundo. A competição tem início nesta segunda-feira (08) e segue até 12 de junho.

A conquista é resultado do comprometimento das estudantes e do trabalho desenvolvido no colégio. No período destinado às atividades complementares do ensino integral, Beatriz e Fernanda desenvolvem pesquisas voltadas a desafios ambientais e agrícolas. As alunas estão acompanhadas pela técnica pedagógica do Integral, professora Ingrid Kautzmann.

Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, além de ampliar a permanência dos estudantes na escola, a Educação em Tempo Integral oferece oportunidades para aprofundar conhecimentos e desenvolver atividades que fazem diferença na formação acadêmica.

“A participação das estudantes em uma das maiores feiras de ciências do mundo reforça o reconhecimento do sucesso do Programa Paraná Integral e do trabalho inovador desenvolvido nas escolas estaduais”, afirma o secretário.

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Beatriz investiga o uso de extratos vegetais para acelerar a germinação e o enraizamento de orquídeas cultivadas in vitro. A pesquisa busca ampliar a reprodução dessas plantas, cujo desenvolvimento é considerado lento e complexo, já que poucas sementes conseguem germinar naturalmente e a primeira floração pode levar de três a dez anos.

Já Fernanda desenvolveu uma pesquisa voltada ao controle biológico de pragas que afetam os bananais. Segundo a estudante, os extratos vegetais analisados apresentaram resultados mais acessíveis e menos agressivos ao meio ambiente e à saúde humana em comparação aos agroquímicos convencionais.

INTERCÂMBIO CULTURAL – A Genius Olympiad é uma competição internacional voltada a estudantes do Ensino Médio, com foco em questões ambientais e sustentabilidade. Realizada anualmente em Nova York, a feira reúne jovens de mais de 70 países para apresentar soluções inovadoras.

Além da premiação, com medalhas e reconhecimento internacional, o evento também é um espaço de intercâmbio cultural, permitindo que os participantes compartilhem experiências e debatam temas relacionados às mudanças climáticas e aos desafios do futuro.

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Fonte: Governo PR

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