Brasil
Governo Federal realiza posse dos novos auditores-fiscais do trabalho nesta terça-feira (2)
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realizará, nesta terça-feira (2), a solenidade de posse dos novos auditores-fiscais do trabalho. O ato contará com a presença do ministro Luiz Marinho e de representantes de entidades patronais e de trabalhadores.
Os novos servidores foram aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU), primeira seleção federal estruturada em modelo unificado, que ampliou a transparência, a eficiência e a igualdade de oportunidades no acesso ao serviço público. A chegada da nova turma representa um avanço importante para o fortalecimento da capacidade estatal de fiscalização e proteção dos direitos trabalhistas.
A cerimônia marca o início do exercício funcional desses profissionais, que reforçarão a atuação da Inspeção do Trabalho em todo o país. Eles contribuirão para o aprimoramento das ações de combate ao trabalho análogo à escravidão, promoção do trabalho decente, garantia de segurança e saúde no trabalho, proteção de direitos e melhoria das condições laborais nas diversas cadeias produtivas.
A posse integra o programa de acolhimento e formação inicial dos novos auditores-fiscais, que participarão, ao longo da semana, de atividades institucionais, painéis técnicos, ações formativas e diálogos com órgãos da administração pública, do sistema de Justiça e de entidades sociais.
A solenidade será realizada às 9h, no auditório do MTE, em Brasília, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Ministério.
Serviço
Solenidade de posse dos novos auditores-fiscais do trabalho do MTE
Data: 2 de dezembro (terça-feira)
Horário: 9h
Local: Auditório do Ministério do Trabalho e Emprego
Endereço: Esplanada dos Ministério, Bloco F, Brasília/DF
Transmissão ao vivo: Canal do YouTube do MTE
Brasil
Integração entre estados fortalece combate ao crime organizado
Salvador, 15/5/2026 – A programação do Encontro das Redes Nacionais de Unidades Especializadas de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Renorcrim) e de Recuperação de Ativos (Recupera), vinculadas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), realizada de forma pioneira em Salvador (BA), foi concluída nesta sexta-feira (15).
O coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado do MJSP, Getúlio Monteiro de Castro Teixeira, ressaltou que as redes são projetos consolidados voltados ao fortalecimento das investigações e da recuperação de ativos ligados às organizações criminosas. Segundo ele, a proposta é retirar recursos financeiros das atividades ilícitas e revertê-los em investimentos para as forças de segurança.
O delegado da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) Lucas Magalhães observou que a iniciativa fortalece a aproximação entre autoridades de diferentes estados, contribuindo para alinhar procedimentos e ampliar a integração entre as instituições. “É um evento bem estruturado, que proporciona troca de experiências e contato direto entre os profissionais, fortalecendo o trabalho conjunto no enfrentamento às organizações criminosas”, afirmou.
O juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) José Augusto Farias também ressaltou a importância das discussões. “Estou levando ideias importantes para aplicar na prática, especialmente na recuperação de ativos. Essas trocas de experiências são muito válidas”, disse. Ele também elogiou a escolha dos temas, classificados por ele como pertinentes e atuais.
Temas dos painéis
Os debates abordaram temas como a atuação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e das instituições financeiras no enfrentamento à lavagem de dinheiro e ao terrorismo, além do uso de tecnologia nas investigações criminais e no combate às facções, com participação de representantes da Meta Platforms e do Google.
Para a coordenadora do programa Recupera Bahia, Karina Almeida, a programação contribui para o aprimoramento das estratégias e o alinhamento de procedimentos entre os órgãos envolvidos. “A atividade reúne profissionais para compartilhar conhecimento, boas práticas e fortalecer ações, ampliando medidas que retirem recursos financeiros das organizações criminosas e revertam esses bens em benefício da sociedade”, enfatizou.
Segundo a juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) Eucélia Moreira, o aprendizado adquirido será aplicado na realidade de cada estado. “A justiça criminal vai além da punição. O foco também está na reparação dos danos às vítimas. A Bahia demonstra que tem experiência em receber e organizar grandes debates”, concluiu.
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