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Economia

Combate a fraudes no comércio eletrônico protege os consumidores e a indústria, diz Alckmin

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço (MDIC), Geraldo Alckmin, disse nesta sexta-feira (28/11) que o combate a fraudes no comércio eletrônico protege o consumidor e a indústria brasileira, pois pode impedir ou reduzir a venda de produtos não certificados pela internet.

A avaliação foi feita durante a inauguração da Delegacia Cibernética do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em São Paulo. A nova unidade funcionará integrada ao Guardião Digital, com uso de inteligência artificial para monitorar sites e plataformas de e-commerce, além de identificar anúncios suspeitos de produtos e instrumentos irregulares.

 “É preciso ter segurança nas compras feitas pela internet para que não se adquiram produtos falsos, contrabandeados, o que prejudica o consumidor, que perde em segurança e qualidade, mas também a indústria brasileira, que sofre uma concorrência desleal que atrapalha a economia”, afirmou Alckmin. “O que nós queremos é que as próprias plataformas tomem todas as medidas para colocarem produtos certificados, com garantia, à disposição dos consumidores”, completou.

A Delegacia Cibernética do Inmetro se utilizará de inteligência artificial e expertise técnica para, por meio de cruzamento de informações com bases oficiais de produtos certificados, identificar possíveis irregularidades, como venda de produtos sem certificação obrigatória, sem registro ou instrumentos sem aprovação, com informações técnicas manipuladas ou com selos do Inmetro aplicados de forma enganosa.

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Quando forem detectados indícios de não conformidade, a Delegacia Cibernética comunicará a plataforma de e-commerce com orientações para retirada do anúncio, notificando o responsável. Caso a irregularidade seja confirmada, o Inmetro aplicará penalidades previstas em lei, inclusive auto de infração e multa, que pode chegar a R$ 1,5 milhão.

Inicialmente, o Guardião Digital vai monitorar quatro grupos de produtos prioritários: fios e cabos elétricos, balança comercial, pastilhas de freio e cadeiras plásticas monobloco. Demais produtos regulados pelo Inmetro serão incorporados de forma gradual à plataforma.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Brasil e Colômbia debatem ampliação do comércio e novas parcerias bilaterais

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Brasil e Colômbia, em encontro bilateral realizado nesta terça-feira (16/06), em Bogotá, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e a ministra de Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, Diana Morales Rojas, reafirmaram o compromisso de intensificar o diálogo e a cooperação em matéria de comércio, investimentos e integração produtiva no setor automotivo, celebrando a continuidade da vigência do Acordo Automotivo no âmbito do ACE 72, destacando seu papel na previsibilidade dos fluxos comerciais entre os dois países.

Com o objetivo de fortalecer os vínculos econômico-comerciais e avançar em iniciativas de ampliação e cooperação industrial entre os dois países, as autoridades reafirmaram a disposição de preservar e aprofundar os instrumentos bilaterais existentes, além de promover novas oportunidades comerciais.

Segundo o ministro Márcio Elias Rosa, “a visita do presidente Lula a Bogotá, em abril de 2024, marcou um novo patamar na relação bilateral, elevando-a ao nível de prioridade estratégica. Temos hoje a oportunidade de traduzir essa orientação em resultados concretos e benéficos para nossas economias e sociedades”.

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O ministro do MDIC também ressaltou a convergência entre a Nova Indústria Brasil (NIB) e a política de reindustrialização colombiana como oportunidade para ampliar a cooperação bilateral e impulsionar o desenvolvimento conjunto em áreas estratégicas, como mobilidade sustentável, insumos farmacêuticos, construção naval, defesa, hidrogênio verde, biocombustíveis e bioinsumos.

Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Colômbia alcançou US$ 5,4 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 3,4 bilhões. A pauta exportadora é diversificada e inclui veículos e autopeças, café, papel e cartão, produtos de perfumaria, pneus, medicamentos, produtos químicos, calçados, máquinas e equipamentos.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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