Brasil
Prêmio Nacional do Turismo: conheça os três finalistas da categoria Iniciativa Privada – Micro, Pequenos Empreendedores e MEI
Está aberta a votação popular nos “Profissionais de Destaque” da edição deste ano do Prêmio Nacional do Turismo, que valoriza ações inovadoras, sustentáveis e inspiradoras em todo o Brasil. As indicações do público podem ser feitas até a próxima segunda-feira (1º/12), por meio do site do Ministério do Turismo. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 3 de dezembro de 2025, no espaço Millennium Convention Center, às 18h.
Clique AQUI e escolha seu favorito!
Conheça um pouco do perfil dos selecionados que estão concorrendo na categoria “Iniciativa Privada – Micro, Pequenos Empreendedores e MEI”.
Guilherme Forbeck – É diretor do Refúgio das Curucacas, onde atua com ecoturismo e turismo de aventura, com ênfase no turismo regenerativo, desde 2016. A operadora está situada no Povoado Passo do Pupo, Zona de Amortecimento do Parque Nacional dos Campos Gerais. Além do trabalho junto à operadora, Guilherme é presidente da IGR ADETUR Campos Gerais, entidade que tem como objetivo principal o desenvolvimento sustentável do turismo regional.Pela ADETUR, Guilherme coordena, juntamente com o ICMBio NGI Campos Gerais, o Caminho da Escarpa Devoniana, trilha de longo curso que faz parte da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso (Rede Trilhas), integrando a coordenação estadual da Rede Trilhas. Todo o trabalho realizado pela e para a ADETUR é voluntário.
Maurício Grando Pilati – É comunicador social, guia e gestor de turismo, atuando há mais de sete anos na integração entre cultura, natureza e desenvolvimento sustentável. Apaixonado pela diversidade e pela valorização dos saberes locais, dedica sua trajetória à criação de experiências turísticas que fortalecem comunidades e preservam o meio ambiente. É idealizador do projeto Gralha Azul – Turismo e Aventura, uma rede colaborativa de turismo de base comunitária que reúne mais de 30 famílias e comunidades tradicionais da região central do Paraná. Além da gestão do projeto, Mauricio desenvolve oficinas, cursos e palestras voltadas à educação ambiental e à valorização cultural, recebendo escolas, universidades e grupos de todo o Brasil. Atua também na criação de museus comunitários, livros, documentários e projetos artísticos que resgatam memórias e histórias locais. Com uma atuação marcada pela sensibilidade, inovação e compromisso social, Mauricio representa uma nova geração de empreendedores que acreditam no turismo como instrumento de transformação, inclusão e sustentabilidade para o Brasil.
Rodrigo Leitis Stüpp – Há 10 anos, o Guia Manezinho transforma roteiros turísticos em vivências autênticas em Florianópolis. Criado pelo jornalista e guia Rodrigo Stüpp, já recebeu mais de 35 mil participantes, especialmente crianças e adolescentes, em 15 caminhadas temáticas que unem cultura, educação e pertencimento, valorizando memórias, histórias e personagens como Antonieta de Barros. Com roteiros como “Negros em Desterro”, promove reflexão, humor e emoção, fortalecendo identidade e inclusão. Referência em storytelling para o turismo, Rodrigo realiza palestras e debates e recebeu a Medalha Aldírio Simões, tornando-se voz ativa na preservação da memória e do turismo cultural em Floripa.
SAIBA COMO VOTAR – Acesse premionacional.turismo.gov.br, escolha seu finalista de cada categoria, informe seu e-mail e confirme a validação enviada para sua caixa de entrada. Seu voto está registrado!
SOBRE O PRÊMIO – Considerado o “Oscar” do turismo brasileiro, o Prêmio Nacional do Turismo reconhece o trabalho, a criatividade e a dedicação de profissionais e iniciativas que impulsionam o setor em todo o país. Fruto de uma parceria entre o Ministério do Turismo e o Conselho Nacional de Turismo (CNT), a premiação ajuda a consolidar o segmento como um vetor de desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental no país.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Brasil apresenta sua nova meta climática alinhada à Missão 1,5ºC
A nova meta climática do Brasil no Acordo de Paris será entregue à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, chefe da delegação brasileira na COP29, conferência do clima da ONU que acontece em Baku, no Azerbaijão, de 11 a 22 de novembro.
A segunda Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) brasileira estabelece o compromisso do país em reduzir suas emissões líquidas de gases de efeito estufa de 59% a 67% em 2035, na comparação aos níveis de 2005. Isso equivale, em termos absolutos, a uma redução de emissões para alcançar entre 850 milhões e 1,05 bilhão de toneladas de gás carbônico equivalente em 2035.
A nova NDC abrange todos os setores da economia e está alinhada ao objetivo do Acordo de Paris de limitar o aquecimento médio do planeta a 1,5ºC em relação ao período pré-industrial, conforme Balanço Global acordado na COP28, em Dubai, em 2023. Esse compromisso permitirá ao Brasil avançar rumo à neutralidade climática até 2050, objetivo de longo prazo do compromisso climático.
A nova meta representa etapa-chave para promoção de um novo modelo de desenvolvimento, por meio da implementação de iniciativas como Plano Clima, Plano de Transformação Ecológica, Pacto entre os Três Poderes pela Transformação Ecológica, entre outras.
A NDC é o resultado de um extenso processo de análise dos cenários de emissões do país. Ela reconhece a urgência do combate à crise climática, assume a necessidade de construir resiliência e traça um roteiro para um futuro de baixo carbono para a sociedade, a economia e os ecossistemas brasileiros.
Também amplia a meta de corte de emissões apresentada na primeira NDC, consolidando uma trajetória de aumento de ambição, como determina o Acordo de Paris, de 2015. Em comparação ao objetivo já estabelecido para o ano de 2030, há incremento de 13% a 29% em ambição em termos de redução de emissões absolutas.
A nova NDC apresenta uma meta em banda, que considera as variáveis na projeção de cenários futuros, reconhecendo que a implementação do compromisso será influenciada por fatores nacionais e globais até 2035. A NDC também reafirma o compromisso do país em aumentar sua capacidade de adaptação, fortalecer a resiliência e reduzir a vulnerabilidade às mudanças climáticas.
O caminho para a implementação da NDC é traçado pelo Plano Clima, que guiará as ações de enfrentamento à mudança do clima no Brasil até 2035. O plano terá eixos voltados à redução de emissões de gases de efeito estufa (mitigação) e à adaptação aos impactos da mudança do clima, com planos setoriais para cada um deles — serão sete para mitigação e 16 para adaptação.
Para viabilizar essa nova visão de desenvolvimento, serão empregados instrumentos econômicos como o Fundo Clima, Títulos Soberanos Sustentáveis, Eco Invest Brasil, Taxonomia Sustentável Brasileira e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre.
O governo federal trabalha em diversas frentes para cumprir suas metas de redução de emissões. A mais importante delas é o combate ao desmatamento.
Na última quarta-feira (6/11), foi anunciada a taxa oficial de desmatamento na Amazônia, que foi de 6.288 km² no período de agosto de 2023 a julho de 2024, segundo estimativa do sistema Prodes, do Inpe. Esse resultado representa uma redução de 30,63% em relação ao período anterior, sendo a maior queda percentual em 15 anos.
No Cerrado, a taxa oficial de desmatamento entre agosto de 2023 e julho de 2024 foi de 8.174 km², a menor registrada desde 2019. Esse dado representa uma queda de 25,7% em relação ao período anterior (agosto de 2022 a julho de 2023) e marca a primeira redução nas taxas de desmatamento do bioma em cinco anos.
Somadas as reduções de desmatamento — a principal fonte de emissões de gases de efeito estufa do Brasil — nos dois primeiros anos do atual governo, evitou-se a emissão de 400,8 milhões de toneladas de CO₂ equivalente nesses dois biomas.
Muitas outras ações estão em andamento, tais como Plano ABC+, Plano Combustível do Futuro, Programa de Recuperação de Pastagem Degradada, Plano de Transição Energética, Programa Nova Indústria Brasil, Planaveg, Programa Florestas Produtivas, Planos de Prevenção e Controle do Desmatamento de todos os biomas, entre outros.
Errata: A nota que anuncia a nova Contribuição Nacionalmente Determinada do Brasil foi atualizada com a correção do volume de redução das emissões. O valor correto é de 850 milhões a 1,05 bilhão de toneladas de gás carbônico equivalente, e não de 1.050 a 850 gigatoneladas de gás carbônico equivalente em 2035.
Assessoria de Comunicação do MMA
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(61) 2028-1227/1051
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