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Brasil

MCTI lança Plano de Transformação Digital para modernizar serviços até 2027

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Com o objetivo de tornar os serviços para a população mais simples, acessíveis e transparentes, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou o Plano de Transformação Digital (PTD) 2025–2027. O documento que orienta a modernização dos serviços digitais oferecidos pela pasta segue as diretrizes da Estratégia Federal de Governo Digital, conjunto de normas que guia a digitalização de serviços públicos no País. 

O PTD está organizado em quatro eixos principais: 

Serviços Digitais e Melhoria da Qualidade, que busca simplificar processos, facilitar o uso dos serviços e garantir maior acessibilidade  

Unificação de Canais, que prevê que cada vez mais serviços do MCTI utilizem o gov.br, plataforma única do Governo do Brasil, com login unificado e integração a sistemas oficiais de pagamento 

Governança e Gestão de Dados, que trabalha a interoperabilidade, ou seja, a capacidade de diferentes sistemas trocarem informações entre si, além de incentivar o uso inteligente de dados públicos para melhorar políticas e serviços 

Segurança e Privacidade, que reúne ações para proteger informações sensíveis, fortalecer práticas de segurança digital e consolidar o Plano de Proteção e Segurança da Informação do ministério 

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A governança do plano será estruturada, com reuniões de acompanhamento a cada dois meses, gestão de riscos e definição clara das responsabilidades entre MCTI e Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O PTD inclui ainda iniciativas de inovação e a participação das unidades vinculadas ao ministério, com o objetivo de acelerar a digitalização e melhorar a experiência do cidadão em todos os canais de atendimento.  

O documento foi elaborado em parceria com a Secretaria de Governo Digital e a Secretaria-Executiva do MGI. 

 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Brasil

Nova fase da Operação Gota beneficia 20 comunidades indígenas na Amazônia

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A partir do próximo domingo (30), o Ministério da Saúde inicia uma nova fase da Operação Gota para beneficiar 20 aldeias indígenas na Amazônia Legal. A ação amplia o acesso à vacinação para comunidades remotas, onde as condições geográficas e de transporte demandam uma logística 100% via aérea para o deslocamento das equipes de saúde. 

A operação segue até o dia 6 de setembro e contempla as comunidades atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará. A população terá acesso à todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Operação Gota é uma ação integrada entre as Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e a Força Aérea Brasileira (FAB), do Ministério da Defesa.

A ação também será realizada em comunidades indígenas do Médio Rio Purus, com atividades previstas entre os dias 10 e 20 de setembro. No primeiro semestre deste ano, também foram atendidos os territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Nesses três territórios, foram visitadas 112 aldeias, aplicadas 13 mil doses e vacinados mais de 8 mil indígenas.

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Planejamento das ações

Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades. Além da vacinação, as equipes podem realizar outros atendimentos de saúde durante as missões, conforme as necessidades identificadas em cada território. Entre as atividades, estão assistência médica, avaliação e acompanhamento nutricional e outras ações de atenção à saúde.

Sobre a Operação Gota

A Operação Gota (OG) é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal.

Em 1996, a estratégia foi incorporada ao escopo técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), consolidando-se como importante instrumento para a promoção da equidade no acesso aos imunobiológicos e para o fortalecimento das ações de vacinação em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.

Leidiane Souza
Rayane Bueno

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Fonte: Ministério da Saúde

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