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Ourofino Saúde Animal cresce 26,2% no terceiro trimestre de 2025 e consolida liderança em inovação no setor veterinário

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A Ourofino Saúde Animal encerrou o terceiro trimestre de 2025 com resultados robustos e crescimento acima da média do setor. A receita líquida aumentou 26,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o acumulado dos nove primeiros meses do ano apresentou alta de 18,7%, superando R$ 805 milhões.

Os números confirmam a trajetória de expansão da empresa e refletem o forte desempenho das divisões de Animais de Produção e Animais de Companhia, além do avanço das operações internacionais.

Segmento de Animais de Produção lidera com alta de 29,1%

O principal motor de crescimento da Ourofino no trimestre foi o segmento de Animais de Produção, que alcançou receita líquida de R$ 272,2 milhões, representando uma alta de 29,1% sobre o mesmo período de 2024.

O avanço está relacionado à parceria com o setor agropecuário e à forte aposta em soluções voltadas à produtividade e ao bem-estar animal.

Entre os principais lançamentos do período estão:

  • LeanVac – primeira vacina brasileira (e segunda no mundo) para imunocastração de suínos;
  • Safesui Glasser One – vacina de dose única com amplo espectro contra a Doença de Glässer;
  • Nexlaner – primeiro ectoparasiticida à base de fluralaner desenvolvido por uma empresa brasileira para bovinos.
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Essas inovações consolidam a Ourofino como referência em biotecnologia e pesquisa veterinária no país.

Mercado pet mantém ritmo de expansão com foco em inovação

No segmento de Animais de Companhia, a Ourofino registrou receita líquida de R$ 45,2 milhões, crescimento de 9,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O avanço é resultado da ampliação de canais de venda, parcerias com médicos-veterinários e investimentos em inovação, especialmente no mercado pet premium.

O destaque do trimestre foi o lançamento do WellPet, produto palatável desenvolvido para proteção prolongada contra pulgas e carrapatos em cães, reforçando o compromisso da marca com soluções seguras e de alta eficácia.

Operações internacionais crescem 28,1% e ampliam presença global

As operações internacionais também contribuíram para o desempenho positivo da Ourofino. No trimestre, a receita líquida alcançou R$ 39,1 milhões, com crescimento de 28,1%, impulsionado pela consolidação da presença da marca em mercados estratégicos.

A expansão reflete o esforço da empresa em internacionalizar o portfólio de produtos e fortalecer sua competitividade global no setor de saúde animal.

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EBITDA ajustado cresce 30,6% com eficiência e gestão sólida

O EBITDA Ajustado da companhia chegou a R$ 97,6 milhões, alta de 30,6% em relação ao terceiro trimestre de 2024.

O resultado demonstra eficiência operacional, gestão financeira equilibrada e estrutura de capital sólida, pilares que sustentam a performance consistente da Ourofino mesmo em um cenário de desafios econômicos.

Inovação e sustentabilidade guiam a estratégia de longo prazo

Os resultados do período reforçam a estratégia de crescimento sustentável da Ourofino, pautada pela diversificação do portfólio, fortalecimento dos canais de distribuição e investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Esse compromisso com a inovação rendeu à companhia o Prêmio FINEP de Inovação 2025, na categoria Cadeias Agroindustriais Sustentáveis, representando a Regional Sudeste. A conquista reconhece o papel da empresa na promoção da segurança alimentar e da sustentabilidade da agroindústria brasileira.

“Os avanços conquistados reforçam nossa convicção de que a Ourofino continuará crescendo, ampliando sua presença no mercado e entregando valor a todos os nossos stakeholders”, afirmou Kleber Gomes, CEO da companhia.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil exporta menos café em volume, mas mantém faturamento com preços elevados

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O Brasil exportou 35,4 milhões de sacas de café de 60 kg entre julho de 2025 e maio de 2026, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O volume representa uma queda de 18% em relação ao mesmo período da safra anterior, quando os embarques somaram 43 milhões de sacas.

Apesar da redução na quantidade exportada, o desempenho financeiro do setor se manteve praticamente estável. A receita acumulada atingiu US$ 13,6 bilhões, levemente abaixo dos US$ 13,7 bilhões registrados na temporada 2024/25. O resultado evidencia que a valorização do grão no mercado internacional compensou a menor disponibilidade do produto brasileiro.

Preços altos sustentam receita mesmo com queda nas exportações

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o desempenho do café brasileiro ao longo da safra 2025/26 foi impactado por uma combinação de fatores, especialmente a menor produção e os estoques internos historicamente reduzidos.

Com a oferta limitada, o café disponível foi sendo gradualmente comercializado ao longo do ciclo, o que reduziu significativamente os volumes remanescentes para negociação. Em paralelo, os preços elevados permitiram maior capitalização dos produtores, que não demonstraram necessidade de acelerar a venda dos estoques restantes.

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Esse cenário contribuiu para a queda nos embarques, mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade no mercado internacional.

Nova safra avança, mas impacto nas exportações será gradual

Segundo pesquisadores do Cepea, a colheita da safra 2026/27 começou a ganhar ritmo em maio, impulsionando o avanço das negociações no mercado interno. No entanto, o impacto desse novo ciclo ainda não aparece de forma significativa nos dados de exportação.

Isso ocorre porque o café recém-colhido precisa passar por etapas de preparo, secagem e beneficiamento antes de estar apto para embarques em maior escala. Dessa forma, o reflexo da nova safra sobre os volumes exportados deve ocorrer de maneira gradual ao longo dos próximos meses.

O Cepea avalia que parte desse movimento já pode ser percebida nos dados de junho, embora ainda de forma parcial, com tendência de aumento progressivo na oferta exportável conforme a safra avança.

Perspectivas para o setor cafeeiro brasileiro

O comportamento recente do mercado reforça o papel dos preços internacionais como principal fator de sustentação da receita do setor cafeeiro brasileiro em um cenário de menor oferta. Ao mesmo tempo, a transição para a nova safra tende a redefinir o equilíbrio entre volume e valor nas exportações nos próximos meses.

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Com a entrada gradual da produção 2026/27 no mercado, a expectativa é de recuperação parcial dos embarques, ainda que condicionada ao ritmo de beneficiamento e à dinâmica de demanda global pelo café brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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