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Event “Global Ethical Stocktake: a collective ethical effort for climate action” with Marina Silva, Ana Toni, Maurício Lyrio and Mary Robinson

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This Tuesday, 18th November, at 2:30 p.m. (Brasília time), the Government of Brazil and the COP30 Presidency will host the high-level event “Global Ethical Stocktake: a collective ethical effort for climate action” in the Blue Zone.

Representing Brazil, the event will feature the Brazil’s Minister of the Environment and Climate Change, Marina Silva; the CEO of COP30, Ana Toni; and the Secretary for Climate, Energy, and Environment of the Ministry of Foreign Affairs, Maurício Lyrio. Also attending is Mary Robinson, former President of Ireland and co-lead of the Europe Regional Dialogue.

As one of the four leadership circles of COP30, the Global Ethical Stocktake (GES) aims to engage diverse sectors of society in the conference. Inspired by the first Global Stocktake of the Paris Agreement, concluded at COP28 in Dubai, the initiative follows the same direction that led nearly 200 countries to commit to expanding renewable energy, increasing energy efficiency, combating deforestation, and advancing an orderly, just, and equitable transition away from fossil fuels.

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In recent months, the GES convened six regional dialogues across all continents, bringing together Indigenous and community leaders, political, religious and spiritual representatives, civil society actors, as well as scientists, artists, and activists. The discussions focused on pathways for a genuine ecological transformation—grounded not only in already available technical solutions, but in a global ethical commitment to put them into practice.

The results have been consolidated in a report that will be delivered today to the COP30 Presidency and the UNFCCC.

Confirmed participants include:

– Brazil’s Minister of the Environment and Climate Change, Marina Silva
– CEO of COP30, Ana Toni;
– Secretary for Climate, Energy and Environment of Brazil’s Ministry of Foreign Affairs, Maurício Lyrio;
– Director of the Intergovernmental Support and Collective Progress Division of the UNFCCC, Cecilia Kinuthia-Njenga; and
– Former President of Ireland and co-lead of the Europe Regional Dialogue, Mary Robinson.

EVENT DETAILS:

Event “Global Ethical Stocktake: a collective ethical effort for climate action” with Marina Silva, Ana Toni, Maurício Lyrio and Mary Robinson

🗓️ Date: Tuesday, 18th November
Time: 2:30 p.m. (Brasília Time)
🟦 Location: Blue Zone, Parnaíba Room (Hangar)

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil

MTE aprova Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (CONAETI), aprovou o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. A medida foi oficializada pela Resolução CONAETI/MTE nº 8, de 18 de maio de 2026, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (25). 

O fluxo foi aprovado em reunião extraordinária da CONAETI, realizada em 7 de maio de 2026. Ele tem como objetivo garantir um atendimento especializado, humanizado e integrado a crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual, fortalecendo a atuação conjunta dos diferentes órgãos e instituições envolvidos no enfrentamento dessa violação. 

A resolução reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme a Convenção nº 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Decreto nº 6.481/2008. O documento define orientações para a denúncia, a comunicação e o acionamento dos órgãos competentes, além do acolhimento, da proteção das vítimas e da responsabilização dos autores dessa violação. 

A aprovação do fluxo, na prática, corresponde à implementação de um instrumento que define a exploração sexual como o uso de crianças e adolescentes para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, financeira ou não, inclusive em ambientes virtuais. Entre as situações previstas estão a exploração mediada por terceiros, o tráfico para fins sexuais, a produção de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, o turismo sexual e a exploração em rodovias, grandes obras e espaços públicos.

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A normativa também reforça que o consentimento da vítima não descaracteriza a exploração sexual, por se tratar de violação de direitos marcada pela vulnerabilidade e pelo vício de consentimento.

O atendimento previsto pelo fluxo está estruturado em três etapas principais: notícia de fato ou denúncia; comunicação e acionamento dos órgãos competentes; e proteção da vítima, com responsabilização administrativa, criminal e trabalhista dos envolvidos.

As denúncias poderão ser realizadas por qualquer pessoa aos órgãos competentes, como Conselhos Tutelares, Auditoria-Fiscal do Trabalho, órgãos de segurança pública e canais oficiais, entre eles o Disque 100 e os sistemas Ipê Trabalho Infantil e Ipê Trabalho Escravo.

Entre as atribuições previstas para a Auditoria-Fiscal do Trabalho estão a realização de ações fiscais articuladas com órgãos de segurança pública, a verificação de irregularidades trabalhistas, a adoção de medidas de proteção e o encaminhamento de crianças e adolescentes para programas de aprendizagem profissional, observada a idade mínima legal.

O fluxo de atendimento também estabelece princípios fundamentais, como prioridade absoluta, proteção integral, celeridade, não revitimização, respeito à dignidade, preservação da identidade e garantia de escuta especializada e humanizada.

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A resolução prevê ainda a atuação integrada de órgãos e instituições como Conselho Tutelar, Ministério Público, Defensoria Pública, Sistema Único de Saúde (SUS), Sistema Único de Assistência Social (SUAS), escolas, polícias e demais integrantes da rede de proteção.

A implementação do fluxo deverá ocorrer de forma articulada entre União, estados, Distrito Federal e municípios, respeitando as especificidades regionais e evitando a sobreposição de ações e a revitimização de crianças e adolescentes.

CONAETI — Ministério do Trabalho e Emprego

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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