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Paraná disponibiliza forças policiais na captura de fugitivos integrantes do PCC

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O Governo do Paraná disponibilizou, neste domingo (19), as forças policiais do Estado para ajudar na captura de presos fugitivos da penitenciária do Paraguai.

Policiais Militares, Civis, Polícia Científica e Departamento Penitenciário estão  à disposição do Ministério da Justiça e Segurança Pública para reforçar os trabalhos de localização e captura dos fugitivos da Penitenciária Regional de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, que fica na fronteira com a cidade brasileira de Ponta Porã (Mato Grosso do Sul).

O Paraná é sede do Centro Integrado de Operações de Fronteira (CIOF), programa pioneiro no Brasil para atuação integrada e combate ao crime organizado.

Policiais da unidade estão em contato com o Ministério da Justiça desde as primeiras horas deste domingo (19) para reforçar o trabalho de inteligência das forças de segurança nacionais e paraguaias – o Acordo do Comando Tripartite, entre Brasil, Argentina e Paraguai, facilita esse intercâmbio.

A unidade atua desde dezembro de 2019 em três frentes: operações ostensivas, auxílio das investigações em curso e combate às facções criminosas. Estão à disposição das equipes federais e estaduais imagens de satélite e câmeras estratégicas dos municípios paranaenses e do Estado.

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PARCERIA 

O Governo do Estado estabeleceu desde o começo de 2019 parcerias técnicas com o Ministério da Justiça e Segurança Pública para combate ao crime organizado em seu território. Além do CIOF e do CIISP-Sul, a gestão contempla o projeto Em Frente, Brasil, em São José dos Pinhais, a Delegacia Modelo de Investigação e Análise Financeira da Polícia Federal, em Curitiba, e as integração das bases de dados do banco de perfis genéticos.

CIISP-SUL

Policiais do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública da Região Sul (CIISP-Sul), que conta com as bases e sistemas de dados de órgãos dos três estados do Sul, também estão colaborando com o governo federal. O Centro, localizado em Curitiba, reúne informações sobre integrantes de organizações criminosas e ajuda a planejar ações de combate ao tráfico de drogas e contrabando de armas desde o começo do ano passado.

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
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(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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