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Em Brasília e São Paulo, representantes do MPor e Anac realizam Road Show do programa AmpliAR

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) concluíram, nesta sexta-feira (14), a rodada de apresentação do programa AmpliAR (Road Show) às concessionárias que poderão participar da oferta pública de 19 aeroportos regionais prevista para o dia 27 de novembro. Em Brasília e em São Paulo, representantes da pasta apresentaram detalhes dos investimentos e as potencialidades dos terminais aéreos disponibilizados nesta primeira fase do programa.

O secretário executivo do Ministério de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, acompanhado pelo secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, e pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein, recebeu na capital federal executivos da concessionária Fraport Brasil. Já em São Paulo, foram realizadas reuniões com representantes da Zurich Airports, PAX Aeroportos, Aeroportos Brasil Viracopos (ABV), AENA Brasil, Vinci Airports, GRU Airports e Motiva.

“Com esses encontros, concluímos a apresentação do AmpliAR apontando as potencialidades dos aeroportos regionais colocados em oferta pública. O Ministério de Portos e Aeroportos tem como objetivo dotar de melhor infraestrutura estes terminais aéreos que são estratégicos para o desenvolvimento regional e conectividade nacional”, explicou o secretário Tomé Franca.

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De acordo com Daniel Longo, a iniciativa de ouvir as concessionárias e levar à mesa detalhes do programa demonstra a transparência na condução do AmpliAR. “Foi um momento importante de escuta do setor para que possamos aferir o apetite do mercado e calibrar a oferta dos próximos aeroportos na segunda etapa do programa”, avalia o secretário.

“Essa parceria do setor público com a iniciativa privada é fundamental para o desenvolvimento da aviação brasileira. O AmpliAR é uma política pública inovadora que nasce da nossa necessidade de avançar na infraestrutura aeroportuária brasileira”, comentou o diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein.

Mais conectividade
Criado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, o programa AmpliAR tem como objetivo modernizar e ampliar a infraestrutura de aeroportos regionais no Brasil, especialmente nas regiões com maior déficit, como a Amazônia Legal e o Nordeste. A iniciativa visa melhorar a conectividade aérea em áreas remotas, integrando esses locais à malha aérea nacional e fomentando o desenvolvimento socioeconômico.

Por meio de parcerias com concessionárias privadas, o programa é uma política pública que permite que essas empresas assumam a gestão de aeroportos regionais deficitários, em troca de reequilíbrios contratuais, como redução de outorgas ou extensão dos prazos de concessão. O AmpliAR prevê investimentos privados de mais de R$ 5 bilhões, com a meta de modernizar até 100 aeroportos em todo o país.

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A lista inicial de aeroportos inclui terminais como Aracati (CE), Araguaína (TO), Itacoatiara (AM), Serra Talhada (PE) e Lençóis (BA), entre outros. Com essa iniciativa, o Governo Federal dá um passo importante para tornar a aviação regional mais eficiente, acessível e integrada ao desenvolvimento do país.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Brasil alinhado ao debate contemporâneo no combate à pirataria

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Orlando, 6/5/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou da Conferência Anual da International AntiCounterfeiting Coalition (IACC) 2026, realizada entre 28 e 30 de abril, em Orlando, Flórida, com representante do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Crimes contra a Propriedade Intelectual (CNCP), coordenado pela Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon). 

O secretário-executivo do CNCP, André Avrichir, palestrou em um dos principais painéis do fórum global de combate à falsificação e à pirataria, intitulado “Além das Fronteiras: Lições da Tríplice Fronteira na América Latina”. Na apresentação, foram exploradas práticas regionais, impactos de diferentes legislações sobre a proliferação de produtos falsificados e estratégias de atuação coordenada entre países. 

“O Brasil marcou presença com uma grande delegação no evento, e ficou claro que o País está alinhado com o que há de mais contemporâneo no debate mundial sobre pirataria e contrabando, especialmente nas áreas de rastreabilidade de produtos e de regulamentação do mercado digital”, afirmou o secretário-executivo do CNCP. 

Em sua apresentação, Avrichir destacou o modelo colegiado do CNCP — composto por 20 membros, sendo 15 órgãos federais e cinco representantes do setor privado — como um diferencial institucional no enfrentamento coordenado da pirataria. Mesmo sem poder executivo próprio, o Conselho atua na coordenação, na formulação de políticas e na articulação institucional, consolidando-se como referência internacional de governança. 

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Ao abordar a Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, o secretário contextualizou os desafios estruturais da região.  

“O Brasil possui cerca de 16.900 km de fronteiras terrestres com dez países sul-americanos, e as assimetrias tributárias criam forte incentivo ao contrabando — a carga tributária média sobre cigarros no Brasil supera 60%, enquanto, no Paraguai, é de apenas 13%”, exemplificou. 

Segundo ele, o avanço do comércio eletrônico ampliou a complexidade do problema. Consumidores brasileiros já não precisam se deslocar até a fronteira para adquirir produtos ilegais, que chegam diretamente por plataformas digitais e circulam tanto em comércios tradicionais quanto em grandes centros urbanos, consolidando o ambiente digital como eixo estratégico de atuação do CNCP. 

As discussões contaram ainda com o analista tributário aduaneiro da Receita Federal do Brasil, Renato Bastos Evaristoa especialista em Propriedade Intelectual do escritório Cervieri Monsuarez, Virginia Cervieri; a diretora do Programa de Adidos de Propriedade Intelectual do USPTO, Deborah Lashley-Johnson; e o presidente da CustomsWatch, John Ryan. 

Pirataria e saúde pública

Na área de saúde pública, o representante do CNCP apresentou a crise do metanol de 2025 como exemplo concreto da capacidade de coordenação do Conselho: bebidas adulteradas provocaram 22 mortes e 73 feridos, com resposta integrada entre o MJSP, o Ministério da Saúde (MS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as forças policiais. 

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O episódio impulsionou o Projeto de Lei nº 5.807/2025, já aprovado na Câmara dos Deputados e atualmente em análise no Senado. A proposta prevê o estabelecimento de políticas de rastreabilidade de bebidas alcoólicas, o endurecimento das penas para falsificação — incluindo a tipificação como crime formal — e a adoção de regras mais rigorosas para o controle do metanol e para o combate a pontos clandestinos de venda. 

No campo da saúde, também foi destacado o aumento alarmante das importações irregulares de inibidores GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”. Entre 2025 e 2026, a Anvisa publicou 37 resoluções de proibição relacionadas a esse mercado ilegal. 

A Operação Heavy Pen, realizada em 12 estados, apreendeu mais de 37 mil ampolas e 3,5 kg do insumo ativo — quantidade suficiente para produzir mais de 1 milhão de unidades adicionais em farmácias de manipulação. 

O secretário-executivo ressaltou que a rastreabilidade já existente no setor de medicamentos industrializados foi decisiva para os resultados das operações e que a expansão desse mecanismo para outros produtos sensíveis é prioridade estratégica do CNCP para 2026. 

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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