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Contribuições de cientistas brasileiros são tema de lançamento de livro na COP30

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O trabalho científico de dezenas de pesquisadoras e pesquisadores brasileiros foi destaque nesta terça-feira (11) no lançamento do livro Mudanças Climáticas no Brasil: Estado da Arte e Fronteiras do Conhecimento, durante na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA). Solenidade ocorreu no Museu das Amazônias.

Organizada e publicada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a obra reúne contribuições da comunidade científica brasileira e apresenta um amplo retrato dos efeitos das mudanças climáticas no Brasil e no mundo. As projeções e os dados reunidos na publicação ilustram os impactos do aquecimento global sobre o meio ambiente, a saúde humana e o futuro do planeta.

Durante o evento, a ministra do MCTI, Luciana Santos, destacou a importância de reaproximar a ciência das políticas públicas. “Esses alertas nos chamam a ação e sublinham o papel fundamental da ciência na formulação de políticas assertivas. Quando integramos o conhecimento científico à gestão pública, criamos condições para que as decisões de governo sejam mais robustas, eficientes e justas”, afirmou.

Com rigor científico e linguagem acessível, o livro reúne o trabalho de pesquisadores de dentro e de fora das unidades de pesquisa do MCTI, refletindo a diversidade de saberes que compõem o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

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Segundo o organizador da obra e diretor do Departamento de Clima e Sustentabilidade do MCTI, Osvaldo Moraes, essa diversidade é um diferencial da obra. “O MCTI tem uma estrutura muito robusta de unidades de pesquisas, mas temos áreas de conhecimento que fazem parte dessa estrutura. Então, buscamos pesquisadores e cientistas de outras áreas, como saúde, economia e agricultura. Dessa forma, o livro é construído por pessoas de vários setores e com várias perspectivas”, ressaltou.

O diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), Ricardo Piquet, também participou do evento de lançamento do livro. O Museu das Amazônias, onde ocorreu a solenidade, é uma das entregas do MCTI em parceria com o Governo do Estado do Pará, IDG, e o Museu Paraense Emílio Goeldi.

Museu das Amazônias

O Museu das Amazônias é um novo equipamento cultural-científico em Belém, foi concebido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi, unidade de pesquisa vinculada ao MCTI, com missão de valorizar a biodiversidade e as comunidades da Pan-Amazônia. O novo espaço recebeu investimento de R$ 20 milhões do MCTI, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O espaço receberá duas exposições principais com entrada gratuita até fevereiro de 2026.

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Ministério da Saúde divulga cursos nacionais sobre tuberculose e hanseníase

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O Ministério da Saúde reforçou, na última quinta-feira (27), a estratégia nacional de cuidados para as pessoas com hanseníase e a tuberculose, doenças que ainda afetam as populações mais vulneráveis. A ampliação foi realizada com a oferta de cursos para qualificar farmacêuticos da Atenção Primária à Saúde (APS) em todo o Sistema Único de Saúde (SUS). A apresentação da iniciativa foi realizada para gestores municipais públicos de todo o Brasil durante evento online.

Na ocasião, foram debatidos apresentadas a efetiva inserção do profissional farmacêutico na equipe do sistema de saúde para fazer a diferença, uma mobilização social para alcançar mais resultados em saúde junto à população.

“O que se trata aqui efetivamente é da inserção de um profissional farmacêutico na equipe no sistema de saúde para fazer a diferença. Mais do que os cursos, é um movimento, uma mobilização social para alcançar mais resultados junto à população”, salientou o coordenador-Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Luiz Henrique Costa.

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Cada curso possui carga horária de 30 horas e é ofertado na SUS e estudantes de graduação em Farmácia. A qualificação é ofertada pela Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), de forma gratuita, mediante matrícula na plataforma.

Em sua fala, a coordenadora da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, Ana Emília Ahouagi, pontuou que esses documentos vão servir de inspiração para os profissionais. “É muito gratificante ver que a nossa prática local conseguiu ser transformada em uma referência que pode apoiar outras redes de saúde de todo o país, beneficiando diretamente os pacientes”, argumentou Ahouagi.

Já a coordenadora do projeto nacional Cuidado Farmacêutico na Tuberculose da Universidade Federal de Minas Gerais, Mariana Gonzaga, comentou que os cursos são instrumentos para formalizar a atuação farmacêutica de norte a sul do país.

“Farmacêuticos e farmacêuticas estão muito próximos dessa população, potencializando a identificação precoce e contribuindo para a chance de cura”, resumiu.

A estratégia é realizada em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais e contou com articulação com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (Conasems).

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A qualificação integra as ações voltadas à implementação das Diretrizes Nacionais do Cuidado Farmacêutico, que estabelecem as bases para a organização e consolidação dos serviços relacionados ao cuidado farmacêutico em todos os níveis de atenção à saúde, no âmbito do SUS.

A iniciativa está ainda alinhada às ações do Programa Brasil Saudável – Unir para Cuidar, que tem como propósito eliminar doenças socialmente determinadas como problemas de saúde pública no país, entre elas a tuberculose e a hanseníase.

Inscrições para o Curso Cuidado Farmacêutico na Tuberculose

 Inscrições para o Curso Cuidado Farmacêutico na Hanseníase

Priscila Leite
Ministério da Saúde 

Fonte: Ministério da Saúde

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