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Ministério da Saúde mobiliza apoio para reconstrução de unidades de saúde em Rio Bonito do Iguaçu (PR)

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O Ministério da Saúde está mobilizando apoio para a reconstrução das unidades de saúde de Rio Bonito do Iguaçu (PR), município fortemente afetado por um tornado que atingiu a região na última sexta-feira (7). A ação integra os esforços do governo federal para apoiar o estado e os municípios em situações de emergência climática e garantir o restabelecimento rápido do atendimento à população. 

Durante a COP30, em Belém (PA), o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, se reuniu nesta terça-feira (11) com o diretor-geral da Itaipu Binacional, Enio Verri, para discutir a cooperação na reconstrução da infraestrutura de saúde do município. O encontro ocorreu no estande da Itaipu, dentro da programação do evento que tem como um dos eixos centrais o debate sobre clima e saúde. 

“O Ministério está trabalhando junto com a Prefeitura de Rio Bonito do Iguaçu, o governo do Paraná e com o apoio da Itaipu para a reconstrução das unidades de saúde. Estamos construindo esse modelo em conjunto”, destacou Massuda. 

Além da pauta emergencial, o secretário-executivo discutiu com a Itaipu a ampliação de parcerias estratégicas voltadas à pesquisa e inovação sobre clima e saúde, em colaboração com o Ministério da Saúde e a Universidade de Harvard. 

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“Foi uma conversa muito importante. Saúde ainda não estava entre os temas centrais da COP, mas conseguimos colocar esse debate no foco: o quanto as mudanças climáticas exigem que o Sistema Único de Saúde (SUS) se prepare para responder a desastres e proteger as populações vulneráveis”, afirmou Massuda. 

Edjalma Borges
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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