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Estado e munícipio discutem projeto do Hospital Materno Infantil de Pato Branco

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) vem trabalhando no sentido de efetivar a construção do Hospital Materno Infantil em Pato Branco, com o objetivo de melhorar a estrutura física e otimizar o atendimento das demandas da região Sudoeste do Paraná. A construção foi tema uma reunião, nesta terça-feira (4), na sede da pasta, em Curitiba.

“Recebemos hoje os projetos da construção e estamos fazendo uma união de forças entre Estado com a bancada federal para efetivar essa obra que é muito importante, que vai atender toda a região de Pato Branco, garantindo a regionalização da saúde, que é também um esforço nosso de garantir o atendimento ao paciente mais próximo da sua residência”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

A nova unidade terá área de 9,3 mil metros quadrados e contará com pronto atendimento, centro de diagnóstico e imagem, UTI neonatal, centro cirúrgico, centro obstétrico, internação obstétrica e pediátrica e banco de leite humano,  garantindo atenção prioritária a gestante, com atendimento especializado e consequente redução de óbitos maternos, fetais e infantis.

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O Hospital que integra a área da 7º Regional de Saúde vai garantir a regionalização dos atendimentos para pelo menos 15 municípios, abrangendo um total de quase 280 mil paranaenses da Região Sudoeste.

“É claro que a região será a maior beneficiada, mas os leitos serão regulados pela Central de Leitos do Estado, o que significa que em casos excepcionais qualquer cidadão paranaense poderá ser atendido na unidade”, explicou Beto Preto.

PRESENÇAS – Participaram da reunião o secretário de Estado das Cidades, Guto Silva; o deputado estadual Luiz Fernando Guerra Filho; o prefeito de Pato Branco, Géri Dutra, e representantes do Instituto São Lucas, futura entidade gestora do hospital.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná denuncia 15 pessoas investigadas na “Operação A Rede” por organização criminosa, fraudes bancárias e lavagem de dinheiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 15 pessoas investigadas por integrarem uma organização criminosa de atuação nacional responsável pela prática de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro. Os crimes foram apurados no âmbito da Operação A Rede.

Áudio do Promotor de Justiça Antônio Juliano Souza Albanez

De acordo com a denúncia, que já foi recebida pela Justiça, o grupo criminoso mantinha uma falsa central telefônica instalada em Ponta Grossa, a partir da qual aplicava golpes em correntistas de instituições financeiras de todo o país. Além do contato telefônico com as vítimas, os investigados utilizavam páginas falsas na internet e links maliciosos para obter dados bancários e acessar indevidamente as contas, desviando valores expressivos.

Prejuízo – As investigações identificaram, entre agosto de 2024 e outubro de 2025, ao menos 11 vítimas residentes em diferentes estados da federação, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Maranhão e Amazonas. Somente no período investigado, o prejuízo causado ultrapassa R$ 1,4 milhão.

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Os denunciados foram acusados pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. No caso das lideranças do grupo, as penas máximas cominadas aos delitos imputados podem superar 12 anos de reclusão.

Reparação de danos – Na denúncia, o Ministério Público também requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados às vítimas. Como medida para assegurar o ressarcimento dos prejuízos e eventual perdimento de bens, a Justiça já determinou o bloqueio de veículos, imóveis e contas bancárias dos denunciados.

Atualmente, quatro investigados permanecem presos preventivamente e um dos apontados como líder da organização criminosa encontra-se foragido.

Processo 0005586-66.2025.8.16.0019.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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