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Pagamento de débitos da Sanepar na porta de casa chega a cidades do Sudoeste

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O serviço de pagamento de débitos pendentes diretamente com o agente de campo no portão de casa chegou na região Sudoeste. Nesta modalidade, o cliente pode utilizar cartões de débito ou crédito para o pagamento da fatura de água. Os municípios contemplados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), nesta fase, são o de Assis Chateaubriand, Corbélia, Marmeleiro, Medianeira e Vitorino.

O serviço, que visa evitar o corte no fornecimento de água, é disponibilizado para clientes com faturas vencidas há mais de 48 dias. A principal vantagem é a continuidade do fornecimento sem a necessidade de deslocamento até uma Central de Relacionamento para regularizar a pendência. O pagamento facilitado no cartão já funciona em Curitiba e em outras 32 cidades da Região Metropolitana e Litoral e mais de 140 municípios do Interior do Estado.

A iniciativa faz parte de uma mudança no processo comercial da Sanepar na qual, ao realizar o pagamento na hora, a ordem de suspensão é cancelada automaticamente, poupando o cliente de taxas de religação e do transtorno de ficar sem água. Outro destaque é a opção de parcelamento, que pode ser feito em até 12 vezes no cartão de crédito.

Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, a novidade humaniza o atendimento e traz praticidade para as famílias. “Nosso objetivo não é interromper o abastecimento, mas garantir que o cliente tenha meios práticos de manter sua conta em dia. Entendemos que, na maior parte dos casos, o atraso de pagamento da fatura ocorre por um imprevisto financeiro ou uma desorganização momentânea”.

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“Ao levar a maquininha até a porta do morador, eliminamos a necessidade de deslocamento até uma central de atendimento e oferecemos condições de parcelamento que cabem no orçamento familiar. É uma solução que une tecnologia e respeito ao cidadão”, reforça.

SEGURANÇA – O serviço é exclusivo para situações de cobrança vinculadas ao corte por atraso no pagamento. Na negociação, o agente informa o valor devido, o número da matrícula na Sanepar e o CPF do titular da matrícula para conferência do cliente. Além disso, o cliente pode conferir o valor exato do débito antes de passar o cartão consultando o aplicativo Minha Sanepar ou o WhatsApp oficial da Sanepar: (41) 9 9544-0115.

A operação aceita apenas cartões de débito ou crédito das principais bandeiras. Na confirmação do pagamento, os dados passam por autenticação e autorização via token. A conta ou as contas pagas constarão no mesmo comprovante impresso, citando a matrícula, referência, vencimento e o valor original.

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O gerente-geral Comercial da Sanepar, Sérgio Augusto Portela, explica que o foco da Sanepar é oferecer uma solução segura, imediata e cômoda para que o cliente não sofra o transtorno da interrupção do serviço. Ele destaca que os agentes de campo não estão autorizados a receber pagamentos em dinheiro ou via Pix na maquininha.

“O programa foi desenvolvido com toda a garantia e segurança para o cliente. O sucesso deste programa na Região Metropolitana de Curitiba incentivou a Sanepar a estender esse serviço que está sendo levado para todas as regiões do Paraná”, reforça.

Portela também lembra que, além de oferecer mais facilidade ao cliente, a empresa evita o manuseio desnecessário do hidrômetro, contribuindo para diminuir casos de vazamentos, por exemplo.

Nos municípios da região Sudoeste do Estado, o trabalho é feito por agentes da empresa Enorsul, contratada pela Sanepar para o serviço. Os profissionais trabalham devidamente identificados com uniforme, crachá e veículos com a expressão “A serviço da Sanepar”. Caso o cliente fique em dúvida se a abordagem é mesmo feita pela Sanepar, deve entrar em contato diretamente por um dos canais oficiais da companhia, como o telefone 0800 200 0115.

Fonte: Governo PR

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MP implementa fluxo de atendimento a mulheres vítimas de violência

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Acontece no MPPR - Bandeirantes

O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Bandeirantes, implementou na comarca o Fluxo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada da rede de proteção e agilizar o acesso das vítimas aos serviços necessários para assegurar sua proteção.

A iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada ao MPPR pela Secretaria de Assistência Social de Bandeirantes, pelo Conselho de Segurança, pela Diretoria da Mulher do município, pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal e pelo Núcleo Maria da Penha da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Os órgãos relataram dificuldades no atendimento e na proteção integral das mulheres em situação de violência.

A partir da demanda, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo para estruturar o fluxo e reuniu representantes de diferentes órgãos que integram a rede de proteção. A primeira reunião de sensibilização ocorreu em 10 de agosto e, em 31 de agosto, foi realizada nova reunião, voltada à implementação do fluxo.

Como funciona

De acordo com o Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho, responsável pela iniciativa, o fluxo de atendimento busca integrar os diferentes serviços que atuam na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e amplia a comunicação prevista pela legislação. 

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Pela lei, os serviços de saúde públicos e privados devem notificar os casos à Vigilância Epidemiológica, que, por sua vez, comunica a autoridade policial. No fluxo estruturado pelo Ministério Público, além dos serviços de saúde, as Polícias Civil e Militar também passaram a comunicar os casos à Vigilância Epidemiológica, considerando que frequentemente são os primeiros órgãos a ter contato com as vítimas.

A partir dessas comunicações, a Vigilância Epidemiológica aciona imediatamente os demais integrantes da rede de proteção, como assistência social, atendimento psicológico e Ministério Público. Com isso, a identificação do caso não se limita à comunicação à autoridade policial, mas desencadeia uma atuação articulada para oferecer à vítima os serviços necessários, como atendimento social e psicológico, além do acompanhamento pelo Ministério Público.

Os casos comunicados pelas polícias também passam a ser registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Dessa forma, o fluxo contribui não apenas para o atendimento e a proteção das vítimas, mas também para o levantamento de dados mais completos sobre a violência doméstica, auxiliando o planejamento de políticas públicas.

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Articulação da rede

Como parte da implantação do fluxo, em 18 de setembro foi realizada uma roda de conversa na Faculdade Unopar, em Bandeirantes, com a participação do Ministério Público e de outros integrantes da rede de proteção. A atividade teve como foco os estudantes de Psicologia da instituição, que poderão participar do atendimento às mulheres encaminhadas pelos serviços municipais.

Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de atuação da Psicologia no atendimento às vítimas e sua contribuição para que elas possam romper o ciclo de violência doméstica e familiar.

O fluxo implementado em Bandeirantes também resulta de uma experiência que vem sendo desenvolvida em outras comarcas. O mesmo modelo já foi implementado em Terra Roxa e Jaguapitã, com a articulação dos serviços locais de proteção.

A experiência de Jaguapitã também foi apresentada pelo Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho em um encontro “Mão na massa”, promovido pela Escola Superior do Ministério Público do Paraná, com orientações práticas para integrantes interessados em estruturar fluxos semelhantes em suas comarcas.

Fonte: Ministério Público PR

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