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Gaeco de Paranaguá cumpre mandado de busca e apreensão domiciliar contra um investigado que estava foragido e foi preso em Curitiba

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O Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná, em conjunto com a Divisão Estadual de Narcóticos da Polícia Civil, deflagrou nesta sexta-feira, 24 de outubro, a Operação Arrest e cumpriu um mandado de busca e apreensão domiciliar contra um investigado na Operação Supply, deflagrada em maio deste ano. O homem, que estava foragido desde então, foi preso pelas equipes policiais, durante o cumprimento da medida judicial.

Áudio do delegado do Núcleo do Gaeco em Paranaguá, Fernando de Carvalho Sant’ana

Vídeo da Operação Arrest

O mandado de busca e apreensão foi expedido pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Paranaguá. O foragido estava escondido em um sobrado em Curitiba. No cumprimento da ordem judicial, foram apreendidos anotações e um celular – o material será periciado e deverá subsidiar as investigações.

Operação Supply – A Operação Supply investigou o fornecimento ilegal de drogas e armas para uma mulher presa em outubro de 2024, a partir da Operação Nemesis, que apurou a atuação de um grupo que teria movimentado dezenas de milhões de reais em 2023 e 2024 e repassado grande quantidade de entorpecentes de vários tipos para a mulher detida. Além disso, o grupo dispunha para venda de armas de uso restrito, como pistolas e fuzis.

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Matéria anterior:

21/05/2025 – Gaeco e Polícia Civil deflagram a Operação Supply, com o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca em Curitiba, Itajaí e Joinville

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

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O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.

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“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

Fonte: Governo PR

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