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Agritechnica 2025 destaca futuro das máquinas agrícolas e mercado de revendas

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A Agritechnica 2025, maior feira mundial de máquinas agrícolas, prepara uma edição voltada para o fortalecimento do comércio internacional de revendedores. O evento será realizado de 9 a 15 de novembro de 2025, em Hannover, Alemanha, reunindo cerca de 2.700 expositores de 52 países e mais de 430 mil visitantes. O tema da edição será “Touch Smart Efficiency”.

Pavilhão 2 se transforma em centro de debates sobre revendas

O Pavilhão 2 será dedicado a debates sobre o mercado de revendas agrícolas, em parceria com a CLIMMAR, que representa revendedores europeus, e a LandBauTechnik Bundesverband. O espaço abordará desafios do setor, incluindo:

  • Digitalização de processos;
  • Manutenção de alta complexidade;
  • Comércio de máquinas usadas;
  • Formação de mão de obra qualificada.

Segundo a organização, o objetivo é oferecer aos revendedores um espaço de diálogo estratégico e troca de experiências sobre tendências globais.

Business Matchmaking amplia networking internacional

A feira lançará a plataforma Business Matchmaking, que permitirá aos revendedores se registrarem no site e no aplicativo oficial da Agritechnica. A ferramenta facilitará contatos comerciais com fabricantes e ampliará a visibilidade internacional dos participantes.

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Além disso, o Centro Internacional de Revendedores terá palestras diárias sobre tendências de mercado e tecnologias digitais, seguidas de encontros de networking, fortalecendo conexões e parcerias estratégicas.

Workshops e inovação em destaque

Entre as atrações práticas, o Workshop Live 2.0 apresentará reparos e serviços ao vivo em máquinas de marcas como John Deere, Claas, Kubota, Krone e Horsch, oferecendo aprendizado prático aos visitantes.

Os Agribusiness Days, programados para 10 e 11 de novembro, terão foco em:

  • Robótica;
  • Inteligência artificial;
  • Eletrificação de máquinas.

Essas iniciativas reforçam o papel da Agritechnica como vitrine global de inovação no agronegócio, conectando tecnologia, revendas e fabricantes em um único espaço.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

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Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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